Oi, tenho 21 anos estudo no período da noite e faço um estágio pela manhã, por mais que eu estude
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Oi, tenho 21 anos estudo no período da noite e faço um estágio pela manhã, por mais que eu estude sempre acabo esquecendo de boa parte do conteúdo, resultando em notas baixas , gostaria de saber se isso esta relacionado a alguma doença? e se o uso de vitaminas como o memoriol b6 ajudaria? !
Olá!
A causa de seus esquecimentos precisam ser investigados, vc tem apenas 21 anos, procure um neurologista ou um neuropsicólogo para uma avaliação.
A causa de seus esquecimentos precisam ser investigados, vc tem apenas 21 anos, procure um neurologista ou um neuropsicólogo para uma avaliação.
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Olá. Observe se estes esquecimentos estão ocorrendo em outras situações na sua vida. Caso positivo, vale a sugestão de procurar um neurologista para uma avaliação. Caso negativo, reveja seu método de estudo. Ler o conteúdo da matéria, sem reter pode ser desatenção, cansaço ou outro desinteresse qualquer. Verifique isso e com certeza seus resultados melhoram. Fique em paz.
Seria interessante ter mais informações para uma melhor orientação. Vários fatores podem comprometer a atenção e, consequentemente a memorização. Cito por exemplo, preocupações, má qualidade do sono , má alimentação, questões emocionais eventuais, método de estudo inadequado, transtornos diversos como depressão, tdah e outros. Sugiro que você consulte com um psicólogo que poderá aprofundar um pouco mais nessas questões e, se necessário, fazer encaminhamento para algum médico ou neuropsicólogo para avaliação neuropsicológica.
Olá, perda de memória pode ter vários motivos não patológicos, como cansaço, stress, dificuldades emocionais e tantos outros. É aconselhável que faça uma avaliação com um neurologista e, conforme for, tb com um psicólogo, para que possa compreender melhor o que está acontecendo com vc.
Pode ser uma questão psicológica, relacionado a alguma emoção ou alguma situação que está interferindo nessa habilidade. Uma análise poderia te ajudar a investigar melhor e entender o que está causando esse sintoma.
Lógico que também pode ser algo estritamente biológico, neurológico, enfim, mas é sempre bom investigar por todos os lados.
Lógico que também pode ser algo estritamente biológico, neurológico, enfim, mas é sempre bom investigar por todos os lados.
Considero importância de uma análise mais profunda dos sintomas cognitivos apresentados, através da avaliação neuropsicológica podemos detectar aspectos cognitivos e em conjunto com o neurologista traçar um diagnóstico correto.
Stress, cansaço e más noites de sono podem ser a causa do que te aflige. Busque ajuda com profissional, pois a saúde mental precisa estar em dia para que os “brancos” não aconteçam!
O ideal seria marcar uma consulta e realizar os exames específicos para deficiências de vitaminas e outras possíveis doenças, não é indicado usar vitaminas sem uma avaliação laboratorial
O que você descreve — dificuldade de lembrar o conteúdo estudado e notas baixas mesmo com esforço — **nem sempre está relacionado a uma doença**. Muitas vezes, está mais ligado a **fatores como cansaço, excesso de atividades, sono insuficiente, estresse e sobrecarga mental**, que dificultam a fixação da memória e a concentração. Seu dia intenso, com estágio pela manhã e estudos à noite, pode ser um fator importante nesse esquecimento.
O uso de suplementos como o Memoriol B6 **não tem comprovação científica de melhorar memória em pessoas jovens e saudáveis** que não têm deficiência de vitaminas. A vitamina B6, por si só, só ajuda em casos de carência específica.
Medidas mais eficazes incluem **organização do estudo, pausas regulares, sono adequado, alimentação equilibrada, exercícios físicos e técnicas de memorização**, como resumos, mapas mentais e revisão espaçada. Se você perceber **queda acentuada de memória, dificuldade para se concentrar mesmo em tarefas do dia a dia ou alterações de humor**, vale procurar um **neurologista ou clínico geral** para avaliação.
O uso de suplementos como o Memoriol B6 **não tem comprovação científica de melhorar memória em pessoas jovens e saudáveis** que não têm deficiência de vitaminas. A vitamina B6, por si só, só ajuda em casos de carência específica.
Medidas mais eficazes incluem **organização do estudo, pausas regulares, sono adequado, alimentação equilibrada, exercícios físicos e técnicas de memorização**, como resumos, mapas mentais e revisão espaçada. Se você perceber **queda acentuada de memória, dificuldade para se concentrar mesmo em tarefas do dia a dia ou alterações de humor**, vale procurar um **neurologista ou clínico geral** para avaliação.
Provavelmente está ligado a cansaço, privação de sono, estresse e ansiedade, não a uma doença.
Vitaminas como Memoriol B6 só ajudam se houver deficiência; não fazem milagre.
Priorize sono adequado e, se persistir, avalie com clínico (ferro, B12, tireoide).
Vitaminas como Memoriol B6 só ajudam se houver deficiência; não fazem milagre.
Priorize sono adequado e, se persistir, avalie com clínico (ferro, B12, tireoide).
Olá. Esquecer parte do conteúdo apesar de estudar é uma queixa muito comum em pessoas com rotina intensa, sono reduzido e alto nível de estresse. Na maioria das vezes, isso não significa “uma doença neurológica”, e sim uma combinação de fatores que prejudicam atenção, consolidação da memória e capacidade de recuperação mental ao longo do dia.
Em termos gerais, a memória depende de três etapas: conseguir prestar atenção (entrada da informação), conseguir organizar e compreender (processamento) e conseguir fixar, principalmente durante o sono (consolidação). Quando há privação de sono, cansaço crônico, alimentação irregular, ansiedade, sobrecarga de tarefas, uso excessivo de cafeína/energéticos ou até uso de telas até tarde, a etapa mais afetada costuma ser a atenção e a consolidação. Nesses cenários a pessoa até “estuda”, mas o cérebro não registra e não fixa tão bem, e isso aparece como esquecimento e dificuldade em provas.
Dito isso, existem situações clínicas que podem contribuir para piora de memória e concentração e merecem avaliação, como: anemia (incluindo deficiência de ferro), deficiência de vitamina B12 e folato, hipotireoidismo, distúrbios do sono (por exemplo, ronco com apneia), sintomas de ansiedade ou depressão, efeitos de medicamentos, e uso de álcool ou outras substâncias. Também é comum que quadros de desatenção importantes desde a infância/adolescência (como no transtorno de déficit de atenção) só fiquem mais evidentes na vida adulta quando a demanda aumenta, mas isso não pode ser concluído apenas por relato em canal público.
Sobre “vitaminas” e produtos como Memoriol B6: a vitamina B6 e o complexo B só tendem a ajudar de forma clara quando existe deficiência nutricional comprovada ou risco aumentado de carência. Em pessoas sem deficiência, não há garantia de melhora de memória, e o uso indiscriminado pode dar uma falsa sensação de tratamento e atrasar a correção do fator principal (frequentemente sono e rotina). Além disso, doses altas e uso prolongado de vitamina B6 podem causar efeitos adversos, inclusive sintomas neurológicos (como formigamentos), por isso não é ideal usar por conta própria de forma contínua.
O mais prudente é procurar um clínico geral ou médico de família para uma avaliação global e, se necessário, solicitar exames básicos conforme a história (por exemplo hemograma, ferritina/ferro, vitamina B12, TSH, glicemia, entre outros), além de conversar sobre sono, saúde mental e hábitos. Vale buscar avaliação mais cedo se houver sinais de alerta como piora progressiva rápida, desorientação, confusão, dificuldade importante para tarefas simples do dia a dia, desmaios, cefaleia intensa nova, alterações neurológicas (fraqueza, fala enrolada), ou se a queixa vier acompanhada de sofrimento emocional importante.
Enquanto você organiza essa avaliação, costuma ajudar revisar alguns pontos gerais: quantidade e qualidade de sono na maioria das noites, regularidade alimentar e hidratação, reduzir estudo “maratona” e preferir revisões espaçadas, testar-se com questões/resumos ativos (em vez de apenas reler), e observar se ansiedade antes de prova está interferindo na atenção.
Em termos gerais, a memória depende de três etapas: conseguir prestar atenção (entrada da informação), conseguir organizar e compreender (processamento) e conseguir fixar, principalmente durante o sono (consolidação). Quando há privação de sono, cansaço crônico, alimentação irregular, ansiedade, sobrecarga de tarefas, uso excessivo de cafeína/energéticos ou até uso de telas até tarde, a etapa mais afetada costuma ser a atenção e a consolidação. Nesses cenários a pessoa até “estuda”, mas o cérebro não registra e não fixa tão bem, e isso aparece como esquecimento e dificuldade em provas.
Dito isso, existem situações clínicas que podem contribuir para piora de memória e concentração e merecem avaliação, como: anemia (incluindo deficiência de ferro), deficiência de vitamina B12 e folato, hipotireoidismo, distúrbios do sono (por exemplo, ronco com apneia), sintomas de ansiedade ou depressão, efeitos de medicamentos, e uso de álcool ou outras substâncias. Também é comum que quadros de desatenção importantes desde a infância/adolescência (como no transtorno de déficit de atenção) só fiquem mais evidentes na vida adulta quando a demanda aumenta, mas isso não pode ser concluído apenas por relato em canal público.
Sobre “vitaminas” e produtos como Memoriol B6: a vitamina B6 e o complexo B só tendem a ajudar de forma clara quando existe deficiência nutricional comprovada ou risco aumentado de carência. Em pessoas sem deficiência, não há garantia de melhora de memória, e o uso indiscriminado pode dar uma falsa sensação de tratamento e atrasar a correção do fator principal (frequentemente sono e rotina). Além disso, doses altas e uso prolongado de vitamina B6 podem causar efeitos adversos, inclusive sintomas neurológicos (como formigamentos), por isso não é ideal usar por conta própria de forma contínua.
O mais prudente é procurar um clínico geral ou médico de família para uma avaliação global e, se necessário, solicitar exames básicos conforme a história (por exemplo hemograma, ferritina/ferro, vitamina B12, TSH, glicemia, entre outros), além de conversar sobre sono, saúde mental e hábitos. Vale buscar avaliação mais cedo se houver sinais de alerta como piora progressiva rápida, desorientação, confusão, dificuldade importante para tarefas simples do dia a dia, desmaios, cefaleia intensa nova, alterações neurológicas (fraqueza, fala enrolada), ou se a queixa vier acompanhada de sofrimento emocional importante.
Enquanto você organiza essa avaliação, costuma ajudar revisar alguns pontos gerais: quantidade e qualidade de sono na maioria das noites, regularidade alimentar e hidratação, reduzir estudo “maratona” e preferir revisões espaçadas, testar-se com questões/resumos ativos (em vez de apenas reler), e observar se ansiedade antes de prova está interferindo na atenção.
É necessário avaliar uma série de fatores: há quanto tempo sente isso, sempre foi assim, se a dificuldade de assimilação está relacionada ao método de ensino, que talvez seja inadequado a sua expectativa ou condição clínica, se há déficit de atenção, memória, cansaço ou outro problema.
O ideal é fazer uma consulta com um profissional de saúde qualificado para ter uma diagnóstico mais preciso antes de partir para alguma intervenção.
O ideal é fazer uma consulta com um profissional de saúde qualificado para ter uma diagnóstico mais preciso antes de partir para alguma intervenção.
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