Olá, meu marido não faz sexo oral em mim, não toca nas minhas partes intimas, peço uma posição ele n
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Olá, meu marido não faz sexo oral em mim, não toca nas minhas partes intimas, peço uma posição ele não faz, diz q não gosta q peço. Tento dialogar ele nao quer, e isso vem ocorrendo ha bastante tempo já.
Seu marido parece que não gosta muito da fruta - caso goste, não gosta da arte...
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Na dinâmica do casal, o sexo costuma funcionar como uma linguagem. Quando um parceiro se fecha ao diálogo, evita determinadas práticas ou reage com incômodo ao pedido do outro, algo está sendo comunicado, mesmo que de forma inconsciente. Pode haver questões ligadas à história sexual dele, a tabus, fantasias, angústias, dificuldades com intimidade ou até conflitos com o próprio desejo. Nada disso, porém, anula o impacto que essa recusa contínua produz em você.
Do ponto de vista psicanalítico, é importante destacar que o desejo não se impõe, mas também não pode ser sistematicamente silenciado. Quando apenas um lado fala e o outro se fecha, instala-se uma assimetria que tende a gerar frustração, ressentimento e, muitas vezes, um afastamento emocional. O corpo que não é tocado passa a carregar significados: rejeição, desvalorização, solidão, vergonha ou dúvida sobre si mesma.
Cada relação tem sua singularidade, e não existe um modelo correto de sexualidade. O que existe é a necessidade de que ambos possam existir como sujeitos de desejo, com possibilidade de fala e escuta. Quando isso não acontece, vale cuidar do sofrimento que emerge, antes que ele se transforme em algo ainda mais silencioso e doloroso.
Se você desejar, estou à disposição para te auxiliar nesse processo como psicanalista, oferecendo um espaço de escuta ética e sem julgamentos, para que essas questões possam ser elaboradas com mais profundidade e clareza.
Do ponto de vista psicanalítico, é importante destacar que o desejo não se impõe, mas também não pode ser sistematicamente silenciado. Quando apenas um lado fala e o outro se fecha, instala-se uma assimetria que tende a gerar frustração, ressentimento e, muitas vezes, um afastamento emocional. O corpo que não é tocado passa a carregar significados: rejeição, desvalorização, solidão, vergonha ou dúvida sobre si mesma.
Cada relação tem sua singularidade, e não existe um modelo correto de sexualidade. O que existe é a necessidade de que ambos possam existir como sujeitos de desejo, com possibilidade de fala e escuta. Quando isso não acontece, vale cuidar do sofrimento que emerge, antes que ele se transforme em algo ainda mais silencioso e doloroso.
Se você desejar, estou à disposição para te auxiliar nesse processo como psicanalista, oferecendo um espaço de escuta ética e sem julgamentos, para que essas questões possam ser elaboradas com mais profundidade e clareza.
Sinto muito que você esteja atravessando esse deserto afetivo. Na psicanálise, entendemos que o corpo e a sexualidade são extensões da nossa subjetividade; quando o toque e o prazer compartilhado são negados sistematicamente, o que está em jogo raramente é apenas a técnica sexual, mas sim a dinâmica do desejo e do poder na relação.
O fato de ele se incomodar com o seu pedido sugere uma barreira onde o seu desejo é visto como uma demanda que o pressiona, e não como um convite. Quando o diálogo trava e o corpo se retrai, a relação começa a adoecer pelo silêncio.
Meu olhar para você: Mais do que tentar convencer o outro, é fundamental olhar para o seu próprio lugar nessa dinâmica. Como está a sua autoestima e o seu espaço de prazer individual diante dessas negativas? Às vezes, buscar um espaço de análise individual ou terapia de casal é o caminho para entender se esse silêncio é um sintoma passageiro ou um muro intransponível. Você merece um lugar onde seu desejo seja validado, e não silenciado.
O fato de ele se incomodar com o seu pedido sugere uma barreira onde o seu desejo é visto como uma demanda que o pressiona, e não como um convite. Quando o diálogo trava e o corpo se retrai, a relação começa a adoecer pelo silêncio.
Meu olhar para você: Mais do que tentar convencer o outro, é fundamental olhar para o seu próprio lugar nessa dinâmica. Como está a sua autoestima e o seu espaço de prazer individual diante dessas negativas? Às vezes, buscar um espaço de análise individual ou terapia de casal é o caminho para entender se esse silêncio é um sintoma passageiro ou um muro intransponível. Você merece um lugar onde seu desejo seja validado, e não silenciado.
Temos uma questão que deve ser avaliada clinicamente que implica em uma resistência evidente em seu parceiro que perlabora rejeição a uma vida conjugal, que precede à vínculos afetivos, intimidade e vivencias que ora são rejeitadas. A clinica vai pontuar hipóteses das resistências a fatores que podem estar relacionados a vergonha, tabus ou situações recalcadas anteriores ou mesmos traumas sexuais. Assim tais atestações desse psique reflete esse estado de espelho oriundo desse passado que o impossibilita de ações e sinaliza para um presente que atenua sintomas descritos como: estresse, depressão, ansiedade, uso de pornografias e conflitos não mencionados.
Sinto muito que você esteja atravessando esse momento dentro da sua relação. É compreensível que a ausência de toque, a recusa em atender aos seus desejos e a dificuldade de diálogo tragam um sentimento de rejeição e frustração profunda. O corpo e a sexualidade são formas vitais de comunicação e, quando esse canal é interrompido, é natural que você se sinta desestimulada e até invisível. É importante que você saiba que seus desejos e a sua busca por prazer são legítimos e fundamentais para a sua autoestima e bem-estar. O fato de suas tentativas de conversa serem barradas torna tudo mais pesado, mas o silêncio dele não define o seu valor. Embora seja difícil saber exatamente o que está acontecendo com ele, podemos formular meras hipótese. Compreendo como o silêncio e a recusa dele deixam você sem respostas, mas é importante considerarmos que o comportamento dele pode estar sinalizando conflitos internos que talvez nem ele mesmo consiga nomear. Muitas vezes, quando um homem se esquiva do toque ou se irrita diante de um pedido da parceira, ele pode estar lidando com uma forte ansiedade de desempenho ou um medo inconsciente de falhar, transformando o seu desejo em uma pressão que ele não sabe manejar. Para alguns, o pedido da mulher é sentido como uma perda de controle sobre a situação, o que gera essa postura defensiva e até ríspida como forma de proteção. Também é possível que existam bloqueios profundos, onde ele sinta dificuldade em conciliar o afeto e o carinho que tem por você com uma entrega sexual mais livre e exploratória, como se o prazer mais explícito fosse algo proibido ou desconfortável. O fechamento dele para o diálogo costuma ser uma fuga para não encarar a própria vulnerabilidade ou a sensação de que não está correspondendo ao que se espera dele. Olhar para essas possibilidades não justifica a dor que ele está te causando, mas nos ajuda a entender que essa barreira pode ser muito mais sobre os limites e medos dele do que sobre qualquer falta em você. Fique bem! Qualquer coisa, estou por aqui.
Olá, abra o jogo com ele, é uma conversa necessária e inadiável.
Seja direta e pergunte por que o motivo do desinteresse sexual dele , o que mudou dos sentimentos e desejo dele em relação a você.
E, sim, você está certa em querer saber o que está havendo para não ficar em um casamento que não há desejo ou relações sexuais. Converse, fale dos seus sentimentos, que você sente falta dessa questão do sexo, que é importante na vida de duas pessoas que se amam.
Caso ele não mude, chegou a hora de repensar esse casamento. Mas converse com ele antes e ponha as cartas na mesa.
Caso isso continue, talvez esteja na hora de repensar essa relação!
Seja direta e pergunte por que o motivo do desinteresse sexual dele , o que mudou dos sentimentos e desejo dele em relação a você.
E, sim, você está certa em querer saber o que está havendo para não ficar em um casamento que não há desejo ou relações sexuais. Converse, fale dos seus sentimentos, que você sente falta dessa questão do sexo, que é importante na vida de duas pessoas que se amam.
Caso ele não mude, chegou a hora de repensar esse casamento. Mas converse com ele antes e ponha as cartas na mesa.
Caso isso continue, talvez esteja na hora de repensar essa relação!
Está tudo bem em desejar prazer, toque e reciprocidade. Sexo não é só ato físico, é troca, conexão e escuta. Quando um parceiro evita tocar, experimentar ou até conversar sobre isso, o problema deixa de ser apenas preferência e passa a ser dificuldade de diálogo.
Ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas em um relacionamento é importante existir abertura para conversar sobre desejos, limites e frustrações. O principal ponto que vejo no seu relato não é ele não gostar de determinada prática, mas a dificuldade em dialogar.
Talvez seja importante tentar uma conversa fora do momento íntimo, explicando como você se sente. Não como cobrança, mas como necessidade emocional. Terapias de casais costumam ajudar.
Ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas em um relacionamento é importante existir abertura para conversar sobre desejos, limites e frustrações. O principal ponto que vejo no seu relato não é ele não gostar de determinada prática, mas a dificuldade em dialogar.
Talvez seja importante tentar uma conversa fora do momento íntimo, explicando como você se sente. Não como cobrança, mas como necessidade emocional. Terapias de casais costumam ajudar.
Obrigada por compartilhar sua situação!!!
Sinto muito que você esteja passando por isso. Quando a gente tenta se abrir e falar do que precisa na intimidade e o outro se fecha, a sensação é de rejeição e solidão mesmo.
Você não está errada por querer toque, prazer e diálogo. O que mais pesa aí não é ele ter limites, e sim não haver espaço para conversar — e você acabar se sentindo calada dentro da própria relação.
Se conseguir, tente falar fora do momento do sexo, com calma, focando em como você se sente (“eu me sinto distante, não desejada”), em vez de listar o que ele não faz. Mas lembre: suas necessidades também importam. Intimidade saudável é troca, não silêncio.
Se isso já vem há muito tempo e ele não se abre para conversar, terapia de casal (ou sexual) pode ajudar bastante. E sua própria terapia é essencial para você entender até onde isso é suportável para você.
Você merece uma relação onde possa falar do seu prazer sem se sentir errada por isso
Sinto muito que você esteja passando por isso. Quando a gente tenta se abrir e falar do que precisa na intimidade e o outro se fecha, a sensação é de rejeição e solidão mesmo.
Você não está errada por querer toque, prazer e diálogo. O que mais pesa aí não é ele ter limites, e sim não haver espaço para conversar — e você acabar se sentindo calada dentro da própria relação.
Se conseguir, tente falar fora do momento do sexo, com calma, focando em como você se sente (“eu me sinto distante, não desejada”), em vez de listar o que ele não faz. Mas lembre: suas necessidades também importam. Intimidade saudável é troca, não silêncio.
Se isso já vem há muito tempo e ele não se abre para conversar, terapia de casal (ou sexual) pode ajudar bastante. E sua própria terapia é essencial para você entender até onde isso é suportável para você.
Você merece uma relação onde possa falar do seu prazer sem se sentir errada por isso
Olá, Paciente anônimo
Em psicanálise, nós, em geral, não falamos de ponto causal, ou seja, aquele ponto ou aquele momento que seriam os responsáveis pelos nossos sintomas
Nós consideramos que sempre há uma rede, uma estrutura, que leva o sujeito (de maneira quase que forçada) a vincular-se nela.
O sujeito tem seu próprio olhar sendo irrestivelmente cativado num ponto desta rede. Mas este ponto é apenas Simbólico
Assim, quando o seu marido a vê intimamente nos detalhes, o olhar dele, imediatamente, é dirigido para a estrutura psíquica na qual o olhar dele foi capturado.
E por que, então, ele não quer dialogar com a senhora nestes momentos de olhares íntimos ?
Possivelmente, nestes exatos momentos, o olhar(inconsciente) dele seja capturado por uma estrutura psíquica que ele prevê que sentirá muita dor.
Atenciosamente
Emilson Garcia Psicanalista
Em psicanálise, nós, em geral, não falamos de ponto causal, ou seja, aquele ponto ou aquele momento que seriam os responsáveis pelos nossos sintomas
Nós consideramos que sempre há uma rede, uma estrutura, que leva o sujeito (de maneira quase que forçada) a vincular-se nela.
O sujeito tem seu próprio olhar sendo irrestivelmente cativado num ponto desta rede. Mas este ponto é apenas Simbólico
Assim, quando o seu marido a vê intimamente nos detalhes, o olhar dele, imediatamente, é dirigido para a estrutura psíquica na qual o olhar dele foi capturado.
E por que, então, ele não quer dialogar com a senhora nestes momentos de olhares íntimos ?
Possivelmente, nestes exatos momentos, o olhar(inconsciente) dele seja capturado por uma estrutura psíquica que ele prevê que sentirá muita dor.
Atenciosamente
Emilson Garcia Psicanalista
Procure terapia para refazer sua rota e entender como lidar ou reformular
Olá, algo está errado, convença-o a ir a um sexólogo com você, relação a dois não deve ter barreiras, principalmente na intimidade, sem dúvidas isto poderá colocar o relacionamento de vocês em risco.
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