Olá, meu marido não faz sexo oral em mim, não toca nas minhas partes intimas, peço uma posição ele n
Olá, meu marido não faz sexo oral em mim, não toca nas minhas partes intimas, peço uma posição ele não faz, diz q não gosta q peço. Tento dialogar ele nao quer, e isso vem ocorrendo ha bastante tempo já.
31 respostas
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Na dinâmica do casal, o sexo costuma funcionar como uma linguagem. Quando um parceiro se fecha ao diálogo, evita determinadas práticas ou reage com incômodo ao pedido do outro, algo está sendo comunicado, mesmo que de forma inconsciente. Pode haver questões ligadas à história sexual dele, a tabus, fantasias, angústias, dificuldades com intimidade ou até conflitos com o próprio desejo. Nada disso, porém, anula o impacto que essa recusa contínua produz em você. Do ponto de vista psicanalítico, é importante destacar que o desejo não se impõe, mas também não pode ser sistematicamente silenciado. Quando apenas um lado fala e o outro se fecha, instala-se uma assimetria que tende a gerar frustração, ressentimento e, muitas vezes, um afastamento emocional. O corpo que não é tocado passa a carregar significados: rejeição, desvalorização, solidão, vergonha ou dúvida sobre si mesma. Cada relação tem sua singularidade, e não existe um modelo correto de sexualidade. O que existe é a necessidade de que ambos possam existir como sujeitos de desejo, com possibilidade de fala e escuta. Quando isso não acontece, vale cuidar do sofrimento que emerge, antes que ele se transforme em algo ainda mais silencioso e doloroso. Se você desejar, estou à disposição para te auxiliar nesse processo como psicanalista, oferecendo um espaço de escuta ética e sem julgamentos, para que essas questões possam ser elaboradas com mais profundidade e clareza.
Sinto muito que você esteja atravessando esse deserto afetivo. Na psicanálise, entendemos que o corpo e a sexualidade são extensões da nossa subjetividade; quando o toque e o prazer compartilhado são negados sistematicamente, o que está em jogo raramente é apenas a técnica sexual, mas sim a dinâmica do desejo e do poder na relação. O fato de ele se incomodar com o seu pedido sugere uma barreira onde o seu desejo é visto como uma demanda que o pressiona, e não como um convite. Quando o diálogo trava e o corpo se retrai, a relação começa a adoecer pelo silêncio. Meu olhar para você: Mais do que tentar convencer o outro, é fundamental olhar para o seu próprio lugar nessa dinâmica. Como está a sua autoestima e o seu espaço de prazer individual diante dessas negativas? Às vezes, buscar um espaço de análise individual ou terapia de casal é o caminho para entender se esse silêncio é um sintoma passageiro ou um muro intransponível. Você merece um lugar onde seu desejo seja validado, e não silenciado.
Temos uma questão que deve ser avaliada clinicamente que implica em uma resistência evidente em seu parceiro que perlabora rejeição a uma vida conjugal, que precede à vínculos afetivos, intimidade e vivencias que ora são rejeitadas. A clinica vai pontuar hipóteses das resistências a fatores que podem estar relacionados a vergonha, tabus ou situações recalcadas anteriores ou mesmos traumas sexuais. Assim tais atestações desse psique reflete esse estado de espelho oriundo desse passado que o impossibilita de ações e sinaliza para um presente que atenua sintomas descritos como: estresse, depressão, ansiedade, uso de pornografias e conflitos não mencionados.
Sinto muito que você esteja atravessando esse momento dentro da sua relação. É compreensível que a ausência de toque, a recusa em atender aos seus desejos e a dificuldade de diálogo tragam um sentimento de rejeição e frustração profunda. O corpo e a sexualidade são formas vitais de comunicação e, quando esse canal é interrompido, é natural que você se sinta desestimulada e até invisível. É importante que você saiba que seus desejos e a sua busca por prazer são legítimos e fundamentais para a sua autoestima e bem-estar. O fato de suas tentativas de conversa serem barradas torna tudo mais pesado, mas o silêncio dele não define o seu valor. Embora seja difícil saber exatamente o que está acontecendo com ele, podemos formular meras hipótese. Compreendo como o silêncio e a recusa dele deixam você sem respostas, mas é importante considerarmos que o comportamento dele pode estar sinalizando conflitos internos que talvez nem ele mesmo consiga nomear. Muitas vezes, quando um homem se esquiva do toque ou se irrita diante de um pedido da parceira, ele pode estar lidando com uma forte ansiedade de desempenho ou um medo inconsciente de falhar, transformando o seu desejo em uma pressão que ele não sabe manejar. Para alguns, o pedido da mulher é sentido como uma perda de controle sobre a situação, o que gera essa postura defensiva e até ríspida como forma de proteção. Também é possível que existam bloqueios profundos, onde ele sinta dificuldade em conciliar o afeto e o carinho que tem por você com uma entrega sexual mais livre e exploratória, como se o prazer mais explícito fosse algo proibido ou desconfortável. O fechamento dele para o diálogo costuma ser uma fuga para não encarar a própria vulnerabilidade ou a sensação de que não está correspondendo ao que se espera dele. Olhar para essas possibilidades não justifica a dor que ele está te causando, mas nos ajuda a entender que essa barreira pode ser muito mais sobre os limites e medos dele do que sobre qualquer falta em você. Fique bem! Qualquer coisa, estou por aqui.
Olá, abra o jogo com ele, é uma conversa necessária e inadiável. Seja direta e pergunte por que o motivo do desinteresse sexual dele , o que mudou dos sentimentos e desejo dele em relação a você. E, sim, você está certa em querer saber o que está havendo para não ficar em um casamento que não há desejo ou relações sexuais. Converse, fale dos seus sentimentos, que você sente falta dessa questão do sexo, que é importante na vida de duas pessoas que se amam. Caso ele não mude, chegou a hora de repensar esse casamento. Mas converse com ele antes e ponha as cartas na mesa. Caso isso continue, talvez esteja na hora de repensar essa relação!
Está tudo bem em desejar prazer, toque e reciprocidade. Sexo não é só ato físico, é troca, conexão e escuta. Quando um parceiro evita tocar, experimentar ou até conversar sobre isso, o problema deixa de ser apenas preferência e passa a ser dificuldade de diálogo. Ninguém é obrigado a gostar de tudo, mas em um relacionamento é importante existir abertura para conversar sobre desejos, limites e frustrações. O principal ponto que vejo no seu relato não é ele não gostar de determinada prática, mas a dificuldade em dialogar. Talvez seja importante tentar uma conversa fora do momento íntimo, explicando como você se sente. Não como cobrança, mas como necessidade emocional. Terapias de casais costumam ajudar.
Obrigada por compartilhar sua situação!!! Sinto muito que você esteja passando por isso. Quando a gente tenta se abrir e falar do que precisa na intimidade e o outro se fecha, a sensação é de rejeição e solidão mesmo. Você não está errada por querer toque, prazer e diálogo. O que mais pesa aí não é ele ter limites, e sim não haver espaço para conversar — e você acabar se sentindo calada dentro da própria relação. Se conseguir, tente falar fora do momento do sexo, com calma, focando em como você se sente (“eu me sinto distante, não desejada”), em vez de listar o que ele não faz. Mas lembre: suas necessidades também importam. Intimidade saudável é troca, não silêncio. Se isso já vem há muito tempo e ele não se abre para conversar, terapia de casal (ou sexual) pode ajudar bastante. E sua própria terapia é essencial para você entender até onde isso é suportável para você. Você merece uma relação onde possa falar do seu prazer sem se sentir errada por isso
Olá, Paciente anônimo Em psicanálise, nós, em geral, não falamos de ponto causal, ou seja, aquele ponto ou aquele momento que seriam os responsáveis pelos nossos sintomas Nós consideramos que sempre há uma rede, uma estrutura, que leva o sujeito (de maneira quase que forçada) a vincular-se nela. O sujeito tem seu próprio olhar sendo irrestivelmente cativado num ponto desta rede. Mas este ponto é apenas Simbólico Assim, quando o seu marido a vê intimamente nos detalhes, o olhar dele, imediatamente, é dirigido para a estrutura psíquica na qual o olhar dele foi capturado. E por que, então, ele não quer dialogar com a senhora nestes momentos de olhares íntimos ? Possivelmente, nestes exatos momentos, o olhar(inconsciente) dele seja capturado por uma estrutura psíquica que ele prevê que sentirá muita dor. Atenciosamente Emilson Garcia Psicanalista
Olá, algo está errado, convença-o a ir a um sexólogo com você, relação a dois não deve ter barreiras, principalmente na intimidade, sem dúvidas isto poderá colocar o relacionamento de vocês em risco.
Percebo que isso não é apenas sobre uma prática sexual, mas sobre como você se sente desejada, escutada e considerada dentro da relação. Quando um pedido não pode ser falado ou acolhido, muitas vezes existem questões mais profundas envolvidas — sobre desejo, vergonha, poder, medo ou dificuldade de intimidade. A psicanálise pode ser um espaço seguro para você compreender o que isso desperta em você, como você tem se posicionado, o que deseja de fato e quais padrões podem estar se repetindo na relação. Antes de mudar o outro, é importante entender seus próprios sentimentos, faltas e expectativas. Esse processo pode te ajudar a ganhar mais clareza e autonomia para decidir como quer viver sua vida afetiva e sexual
O que você relata indica uma quebra importante na intimidade e na comunicação do casal, que costuma gerar frustração, insegurança e dor emocional. Quando o diálogo é evitado, o problema deixa de ser apenas sexual e passa a ser relacional. Isso pode envolver conflitos internos dele, dinâmicas do vínculo ou questões emocionais não elaboradas. Você tem direito ao desejo, à escuta e ao respeito dentro da relação. Se fizer sentido pra você a terapia pode te ajudar a compreender essa dinâmica e decidir caminhos com mais clareza.
Olá. Entendo sua frustração. Observe: Você quer mudar algo na sua vida ou a intenção é saber o que fazer para que o seu marido mude? Esse é um esclarecimento importante a ser feito para você mesma. E então, procurar ajuda. Abraço.
Olá, Dificuldades na vida sexual do casal raramente dizem respeito apenas à técnica ou ao gosto, mas a dinâmicas emocionais, conflitos, ressentimentos ou impasses no desejo e, quando o diálogo não é possível, o sofrimento tende a se intensificar. Um espaço terapêutico de casal pode ajudar a pensar o que está, de fato, acontecendo.
Sinto muito que você esteja passando por isso O que você descreve pode gerar frustração, insegurança e sensação de rejeição, e essas emoções são totalmente compreensíveis. Na psicanálise, olhamos para a intimidade sexual não apenas como prática física, mas como expressão de desejo, afeto, comunicação e confiança. Quando um dos parceiros não quer dialogar ou explorar a sexualidade do outro, isso pode gerar um desequilíbrio na relação e impacto emocional significativo. Alguns pontos importantes: Respeito aos limites: Cada pessoa tem suas preferências, mas também é legítimo que você tenha desejos e necessidades que merecem ser ouvidos. Comunicação aberta: É essencial tentar estabelecer um diálogo seguro sobre sexualidade, sem culpa ou pressão. Se ele se recusa, isso indica um ponto a ser explorado com suporte profissional. Exploração emocional: Muitas vezes, recusa sexual está ligada a questões emocionais, traumas, culpa, vergonha ou falta de desejo, e não apenas a desinteresse pela parceira. Se você quiser, podemos conversar em sessão sobre formas de lidar com esse conflito, entender o que ele significa para você e para a relação, e encontrar caminhos para expressar suas necessidades de forma segura e acolhedora Isso não resolve sozinho a situação, mas ajuda você a não carregar sozinha a frustração e o sofrimento.
Ola, assuntos sexuais as vezes são delicados, por exemplo se ele tem algum trauma nao trablhado ele nao vai conseguir. Minha sugestao é ele procura ajuda profissional. Conhceça nosso trabalho no insta
Seu sofrimento parece estar ligado à dificuldade de diálogo e à frustração de não se sentir desejada ou ouvida na intimidade do relacionamento. Quando um parceiro evita conversar sobre sexualidade ou reage com resistência aos pedidos do outro, é comum surgir sensação de rejeição, insegurança ou solidão dentro da relação. A sexualidade do casal envolve desejo, história pessoal, valores e também formas diferentes de lidar com o próprio corpo, por isso o silêncio dele pode estar ligado a questões internas que não estão sendo compartilhadas. Um espaço de escuta pode ajudar vocês a compreender melhor o que está acontecendo emocionalmente nessa dinâmica. Se sentir que precisa de um espaço online seguro, acolhedor e sem julgamentos para conversar sobre o que você está passando, aqui na plataforma você pode encontrar excelentes profissionais da área terapêutica, caso queira buscar apoio. Se tiver qualquer dúvida, fique à vontade para me enviar uma mensagem. Terei prazer em ajudar no que for possível. Fique bem.
Dificuldades na vida sexual do casal são mais comuns do que parece, e muitas vezes não estão relacionadas apenas ao desejo físico, mas também a fatores emocionais, crenças, inseguranças ou dificuldades de comunicação entre os parceiros. Quando um dos dois evita determinados tipos de intimidade, como toque nas partes íntimas, sexo oral ou mudanças de posição, isso pode ter diferentes causas, por exemplo: Insegurança com o próprio desempenho Crenças ou tabus sobre sexualidade Dificuldade em lidar com pedidos ou cobranças Problemas no relacionamento fora da área sexual Diferenças de desejo entre o casal O fato de você tentar dialogar e não conseguir também é um ponto importante, porque a qualidade da comunicação costuma ter grande impacto na vida sexual. A terapia individual ou de casal pode ajudar a compreender o que está acontecendo nessa dinâmica, sem a intenção de culpar alguém, mas buscando entender as dificuldades de cada um e encontrar formas mais saudáveis de lidar com a intimidade.
Quando um dos parceiros evita conversar sobre sexualidade, muitas vezes isso não está ligado apenas à prática em si, mas ao desconforto emocional que o tema pode despertar. Para algumas pessoas, falar sobre o próprio desejo, limites ou preferências pode gerar vergonha, insegurança ou até medo de se sentir exposto ou julgado. A sexualidade é algo profundamente atravessado pela história pessoal de cada um. A forma como fomos educados, as crenças familiares, religiosas, experiências anteriores e até tabus culturais podem influenciar muito na maneira como lidamos com o próprio corpo e com a intimidade dentro da relação. Por isso, quando o diálogo sobre o assunto é evitado, pode existir por trás disso não apenas falta de interesse, mas também dificuldade de entrar em contato com esse tema de forma aberta. Em alguns casos, um espaço terapêutico individual ou de casal, pode ajudar justamente a abrir esse tipo de diálogo de forma mais segura e compreensiva. Espero ter ajudado de alguma forma. Caso queira conhecer um pouco mais sobre meu trabalho, você também pode ler as avaliações no meu perfil aqui na plataforma e, se sentir que fizer sentido para você, fica a vontade para agendar uma sessão. Forte abraço!
Entendo o quanto essa situação pode gerar frustração e até um sentimento de rejeição, principalmente quando há tentativas de diálogo que não avançam. Quando mudanças assim acontecem ao longo do tempo na relação, geralmente não dizem respeito apenas ao comportamento em si, mas a questões mais profundas, talvez emocionais, relacionais ou até dificuldades individuais em lidar com a intimidade. Na perspectiva da psicanálise, como já apontava Freud, a sexualidade também é atravessada por aspectos inconscientes, que muitas vezes não são facilmente verbalizados. Quando o diálogo entre o casal não flui, pode ser importante contar com um espaço mediado, onde ambos consigam se expressar com mais segurança, compreendendo não apenas o que está acontecendo, mas o que está por trás dessa dinâmica. Cuidar da relação também é reconhecer quando o casal precisa de ajuda para se reencontrar, porque o silêncio prolongado, com o tempo, também se torna uma forma de distância.
Sou Maria Auxiliadora, psicanalista e posso ajudar vocês em terapia de casal . Fico a disposição para este caminho terapêutico.
Seu marido pode ter dificuldades em se abrir sobre suas próprias inseguranças ou medos relacionados à sexualidade, o que pode impactar sua disposição para explorar novas experiências.
Precisa continuar buscando o dialogo para entender o porque da rejeição. O dialogo nesse exato momento e melhor caminho para o casal antes de procurar outro tipo de intervenção.
Boa tarde! Em um relacionammneto de casal e fundamental 4 conceitos iimportantes para que exista uma harmonia tais como verdade , respeito, dialogo e intimidae sexual .Na terapia psicanalitica integrativa podemos avaliar com mais profundidade como vc esta atuando como mulher nesta relação.
É natural que, em um relacionamento, os desejos sexuais dos parceiros nem sempre se alinhem perfeitamente. A psicanálise reconhece que a diferença de libido entre parceiros é comum e pode gerar frustração se não houver diálogo. A recusa do parceiro em atender a certas vontades sexuais pode ser percebida como uma falta, ativando sentimentos de tristeza, rejeição ou inadequação na pessoa que deseja. Essa frustração não é apenas pela ausência do ato sexual em si, mas também pelo que essa recusa pode significar em termos de reconhecimento e valorização do seu desejo pelo outro. Abordar essa questão com abertura, buscando compreender as dinâmicas inconscientes e, se necessário, com o apoio de um profissional, pode ser um caminho para aprofundar a intimidade e encontrar novas formas de lidar com as diferenças no desejo sexual.
Cada pessoa tem limites e preferências sexuais, mas a dificuldade aqui parece estar também na recusa ao diálogo. Quando as necessidades de um não podem ser conversadas, podem surgir frustração, rejeição e afastamento. A análise pode ajudar a compreender essa dinâmica, melhorar a comunicação e avaliar se existe disposição de ambos para construir uma vida sexual satisfatória e respeitosa.
Entendo. E pelo que você descreve, parece que o problema não é apenas a prática sexual que ele não quer realizar, mas a dificuldade de vocês conseguirem conversar sobre as necessidades e desejos dentro da relação. Seu marido tem direito de não querer determinadas práticas sexuais. Da mesma forma, você tem direito de desejar, pedir e falar sobre aquilo que gostaria de viver sexualmente. O ponto central é encontrar uma forma de negociar isso sem que nenhum dos dois seja pressionado. O fato de ele dizer que “não gosta que você peça” merece atenção. Talvez seja importante entender o que exatamente o incomoda quando você pede: ele se sente cobrado? Tem vergonha? Não gosta dessas práticas? Tem alguma dificuldade com o próprio desejo? Ou simplesmente não considera importante para a vida sexual do casal? Você pode tentar uma conversa fora do momento sexual, sem começar pela cobrança: “Não quero te obrigar a fazer nada que você não queira. Mas nossa vida sexual tem me deixado frustrada e eu preciso que consigamos conversar sobre isso. Quero entender o que você sente e também quero que minhas necessidades sejam consideradas. Não quero discutir quem está certo; quero saber se conseguimos encontrar uma forma de os dois se sentirem satisfeitos.” Se ele recusa sistematicamente qualquer conversa, aí existe uma questão maior do que a prática sexual em si: como o casal lida com diferenças, necessidades e limites. E vale se perguntar também: “Se nada mudar nessa área, consigo aceitar essa vida sexual a longo prazo?” Não como uma ameaça, mas como uma reflexão honesta sobre suas próprias necessidades. Uma terapia de casal/sexoterapia pode ser especialmente útil quando existe desejo de preservar a relação, mas o casal não consegue conversar sobre sexualidade sem entrar em conflito ou encerrar a conversa.
Te aconselho a procurar uma terapeuta de casal, ou se seu marido se recusar a ir na terapia de casal, você fazer um tratamento com psicóloga especializada em terapia sexual.
Uma relação sexual saudável envolve diálogo, respeito aos limites e consideração pelas necessidades de ambos. Ninguém deve ser obrigado a realizar algo que não deseja, mas também é importante que as necessidades de um dos parceiros não sejam simplesmente ignoradas. Se o diálogo não está sendo possível e isso vem causando sofrimento ou afetando a relação, a psicoterapia individual ou de casal pode ajudar a compreender essa dinâmica e buscar formas mais satisfatórias de comunicação.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.










