Olá, tenho 21 anos estou na faculdade, não trabalho, e me lembro desde o primeiro ano do ensino médi
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Olá, tenho 21 anos estou na faculdade, não trabalho, e me lembro desde o primeiro ano do ensino médio uma preguiça forte de só querer ficar deitada, sempre me atraso para as coisas, falta de organização, toda tarefa de esforço eu não termino, até meus estudos da faculdade eu começo estudar e paro, e sou acumuladora não consigo jogar as coisas fora, guardo até papel de comprovante ,sempre uma indisposição pra levantar, pra escovar os dentes, pra lavar os pratos, muita preguiça para me arrumar pra dormir, pra me arrumar pra sair, sou muito irresponsável, sempre tive facilidade pra chorar tmb, as vezes choro pq n consigo mudar esses hábitos, tem coisas fáceis q falam comigo eu fico sem entender minha mãe acha absurdo, pq é algo q qualquer pessoa entenda e sinto essa dificuldade as vezes, minha concentração e ruim tmb, e alguns meses meu hábito de cutucar o canto das unhas piorou, e na preguiça tmb piorei, eu a muitos anos tenho costume de dormir tarde e acordar tarde, teve vezes de acordar cedo mas a maioria acordando tarde. Gostaria de saber se isso é uma preguiça normal ou se poderia ser alguma outra coisa. E qual especialista eu devo procurar?
Pelo que você descreve, parece que isso vai além de uma “preguiça normal”. Quando essas dificuldades aparecem há tanto tempo e começam a trazer prejuízos na sua rotina, nos estudos, no autocuidado e na sua qualidade de vida, é importante olhar para isso com mais atenção, sem se culpar. Podem existir diferentes fatores envolvidos, tanto físicos quanto emocionais. Por isso, seria interessante procurar um médico, como um endocrinologista, para avaliar se existe alguma questão física ou hormonal influenciando sua disposição. Ao mesmo tempo, iniciar um acompanhamento com um psicólogo pode te ajudar a compreender melhor o que está por trás dessas dificuldades, organizar esse sofrimento e encontrar estratégias para lidar com isso. Se for necessário, o próprio psicólogo poderá te encaminhar para um psiquiatra para uma avaliação complementar.
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Olá, obrigada por compartilhar tudo isso com tanta sinceridade. Dá para perceber o quanto esses comportamentos e dificuldades têm te causado sofrimento. E é importante dizer, desde já, que isso não é simplesmente “preguiça”.
Quando esses sinais aparecem de forma persistente ao longo dos anos, interferem nos estudos, na rotina, no autocuidado e vêm acompanhados de choro frequente, sensação de incapacidade, dificuldade de concentração, organização, iniciar e concluir tarefas, além de alterações importantes no sono, é um indicativo de que pode haver um funcionamento emocional e cognitivo que merece avaliação profissional, e não julgamento.
Quando esses padrões se mantêm por anos e impactam estudos, rotina e autocuidado, é importante realizar avaliação profissional. Esses sintomas podem estar relacionados a questões emocionais e/ou cognitivas, que precisam ser investigadas com cuidado.
O mais indicado é procurar:
• um(a) psicólogo(a) para avaliação e acompanhamento;
• e, se necessário, encaminhamento para avaliação neuropsicológica ou psiquiatra.
Quando esses sinais aparecem de forma persistente ao longo dos anos, interferem nos estudos, na rotina, no autocuidado e vêm acompanhados de choro frequente, sensação de incapacidade, dificuldade de concentração, organização, iniciar e concluir tarefas, além de alterações importantes no sono, é um indicativo de que pode haver um funcionamento emocional e cognitivo que merece avaliação profissional, e não julgamento.
Quando esses padrões se mantêm por anos e impactam estudos, rotina e autocuidado, é importante realizar avaliação profissional. Esses sintomas podem estar relacionados a questões emocionais e/ou cognitivas, que precisam ser investigadas com cuidado.
O mais indicado é procurar:
• um(a) psicólogo(a) para avaliação e acompanhamento;
• e, se necessário, encaminhamento para avaliação neuropsicológica ou psiquiatra.
Olá, gratidão por confiar e compartilhar sua experiência.
O que você descreve não deve ser reduzido apenas à “preguiça”, especialmente porque envolve dificuldades persistentes de organização, iniciativa, concentração, regulação emocional, rotina de sono e manutenção de hábitos básicos ao longo dos anos.
Esses sinais podem estar associados a diferentes condições — como alterações do humor, dificuldades atencionais, funcionamento executivo, padrões de sono ou outros fatores emocionais — e só uma avaliação cuidadosa pode esclarecer o que está acontecendo no seu caso específico.
O mais indicado é procurar um psicólogo para uma avaliação clínica inicial e, se necessário, um neuropsicólogo, que poderá investigar com mais profundidade aspectos como atenção, memória, planejamento, controle emocional e funcionamento cognitivo geral. Em alguns casos, também pode ser importante uma avaliação médica (como psiquiatra) para olhar sono, humor e energia.
Buscar ajuda é um passo importante e responsável. Com uma avaliação adequada, é possível compreender melhor suas dificuldades e construir estratégias eficazes para melhorar sua qualidade de vida.
Desejo melhoras e que você cuide de você com carinho.
O que você descreve não deve ser reduzido apenas à “preguiça”, especialmente porque envolve dificuldades persistentes de organização, iniciativa, concentração, regulação emocional, rotina de sono e manutenção de hábitos básicos ao longo dos anos.
Esses sinais podem estar associados a diferentes condições — como alterações do humor, dificuldades atencionais, funcionamento executivo, padrões de sono ou outros fatores emocionais — e só uma avaliação cuidadosa pode esclarecer o que está acontecendo no seu caso específico.
O mais indicado é procurar um psicólogo para uma avaliação clínica inicial e, se necessário, um neuropsicólogo, que poderá investigar com mais profundidade aspectos como atenção, memória, planejamento, controle emocional e funcionamento cognitivo geral. Em alguns casos, também pode ser importante uma avaliação médica (como psiquiatra) para olhar sono, humor e energia.
Buscar ajuda é um passo importante e responsável. Com uma avaliação adequada, é possível compreender melhor suas dificuldades e construir estratégias eficazes para melhorar sua qualidade de vida.
Desejo melhoras e que você cuide de você com carinho.
O que você descreve não parece “preguiça normal”. Quando há dificuldade persistente para iniciar tarefas, desorganização, atrasos frequentes, abandono de atividades, choro fácil, acúmulo de objetos, alterações de sono e prejuízo na concentração, é importante olhar isso como um padrão de funcionamento, não como falha pessoal ou falta de força de vontade.
Esse conjunto de sinais pode estar relacionado a dificuldades nas funções executivas, ansiedade, sintomas depressivos, TDAH em adultos, desregulação emocional ou à combinação desses fatores. O hábito de cutucar as unhas, por exemplo, costuma estar ligado a ansiedade e autorregulação, não a “vício” ou descontrole moral. Quando o corpo e a mente estão sobrecarregados, até tarefas simples exigem um esforço enorme.
O primeiro profissional a procurar é um(a) psicólogo(a), que poderá avaliar seu funcionamento emocional e cognitivo de forma integrada e, se necessário, encaminhar para avaliação médica. A psicoterapia ajuda a diferenciar o que é padrão de funcionamento, o que é sintoma tratável e como construir estratégias reais para organização, rotina, foco e autocuidado - sem culpa.
Se você se sente travada, exausta consigo mesma e sem conseguir mudar apesar do esforço, posso te acompanhar em psicoterapia para entender o que está acontecendo, organizar esse funcionamento e te ajudar a recuperar autonomia, clareza e qualidade de vida. Você não é preguiçosa -você está precisando de cuidado. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Esse conjunto de sinais pode estar relacionado a dificuldades nas funções executivas, ansiedade, sintomas depressivos, TDAH em adultos, desregulação emocional ou à combinação desses fatores. O hábito de cutucar as unhas, por exemplo, costuma estar ligado a ansiedade e autorregulação, não a “vício” ou descontrole moral. Quando o corpo e a mente estão sobrecarregados, até tarefas simples exigem um esforço enorme.
O primeiro profissional a procurar é um(a) psicólogo(a), que poderá avaliar seu funcionamento emocional e cognitivo de forma integrada e, se necessário, encaminhar para avaliação médica. A psicoterapia ajuda a diferenciar o que é padrão de funcionamento, o que é sintoma tratável e como construir estratégias reais para organização, rotina, foco e autocuidado - sem culpa.
Se você se sente travada, exausta consigo mesma e sem conseguir mudar apesar do esforço, posso te acompanhar em psicoterapia para entender o que está acontecendo, organizar esse funcionamento e te ajudar a recuperar autonomia, clareza e qualidade de vida. Você não é preguiçosa -você está precisando de cuidado. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Olá, tudo bem? Olha, sua indisposição parece muito intensa. Acredito que você pode se beneficiar muito em procurar tanto um psicólogo quanto um psiquiatra. Pode parecer trabalhoso, mas acredito que ambos acompanhamentos são indispensáveis para o seu caso.
Olá, obrigada por confiar e compartilhar tudo isso. Dá para sentir o quanto essa situação tem sido pesada para você, e é importante dizer, com cuidado e respeito: o que você descreve não parece “preguiça” no sentido comum da palavra. Há muito sofrimento envolvido, frustração por querer mudar e não conseguir, e isso merece atenção, não culpa.
Quando existe dificuldade constante para iniciar tarefas, manter a organização, concluir atividades, cuidar de si, junto com cansaço intenso, choro fácil, problemas de concentração, alterações no sono e comportamentos repetitivos que aumentam em momentos de tensão, geralmente estamos falando de algo emocional e psicológico, não de falta de vontade ou irresponsabilidade. Muitas pessoas passam anos se cobrando, achando que “não se esforçam o suficiente”, quando na verdade estão lidando com um funcionamento psíquico que precisa de cuidado.
O primeiro passo mais indicado é procurar um psicólogo, para uma avaliação clínica cuidadosa, onde você possa falar sobre sua história, seus hábitos, suas dificuldades e o que sente no dia a dia. A partir dessa escuta, pode ser avaliada também a necessidade de um psiquiatra, caso seja indicado algum acompanhamento médico. Esses profissionais podem ajudar a entender se há ansiedade, depressão, dificuldades atencionais ou outros fatores envolvidos — e, principalmente, pensar em formas de aliviar esse sofrimento.
Você não está falhando como pessoa. Você está tentando lidar com algo que sozinha tem sido difícil demais. Buscar ajuda é um ato de cuidado e coragem, e pode ser o início de uma mudança mais gentil e possível para você.
Quando existe dificuldade constante para iniciar tarefas, manter a organização, concluir atividades, cuidar de si, junto com cansaço intenso, choro fácil, problemas de concentração, alterações no sono e comportamentos repetitivos que aumentam em momentos de tensão, geralmente estamos falando de algo emocional e psicológico, não de falta de vontade ou irresponsabilidade. Muitas pessoas passam anos se cobrando, achando que “não se esforçam o suficiente”, quando na verdade estão lidando com um funcionamento psíquico que precisa de cuidado.
O primeiro passo mais indicado é procurar um psicólogo, para uma avaliação clínica cuidadosa, onde você possa falar sobre sua história, seus hábitos, suas dificuldades e o que sente no dia a dia. A partir dessa escuta, pode ser avaliada também a necessidade de um psiquiatra, caso seja indicado algum acompanhamento médico. Esses profissionais podem ajudar a entender se há ansiedade, depressão, dificuldades atencionais ou outros fatores envolvidos — e, principalmente, pensar em formas de aliviar esse sofrimento.
Você não está falhando como pessoa. Você está tentando lidar com algo que sozinha tem sido difícil demais. Buscar ajuda é um ato de cuidado e coragem, e pode ser o início de uma mudança mais gentil e possível para você.
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