Ola tenho sindrome do panico e anciedade,pressao varia 13/11 11/9 14/10 fiz todos exames cardiacos
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Ola tenho sindrome do panico e anciedade,pressao varia 13/11
11/9
14/10 fiz todos exames cardiacos e nao da nada.o que pode ser?
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14/10 fiz todos exames cardiacos e nao da nada.o que pode ser?
Inicialmente fique atento aos seus sintomas, como tontura, sensação de desmaio e mal estar. Meça sua pressão e frequências cardíaca, mantenha-se hidratado e em caso de queda pressórica ou desconforto, procure um pronto atendimento para ser medicado.
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O que você sente é mais importante do que os resultados dos exames, porque exprime um sofrimento. Sugiro que além do acompanhamento médico, procure em sua cidade um Nutricionista Clinico Funcional, que poderá dar a você um bom suporte para superar essas dificuldades.
Olá, existe uma chance muito grande de que sua pressão se regularize assim que sua síndrome do pânico estiver controlada. Espero que esteja tendo a devida assistência para esta condição que traz muito sofrimento, mas é relativamente simples de ser tratada. Os tratamentos incluem medicamentos (principalmente os antidepressivos) e muitas medidas comportamentais.
Os níveis de pressão que você descreveu aqui são elevados, principalmente as custas de pressão diastólica. Inicialmente não parecem ser o caso de ser medicado.
A prioridade é o tratamento da síndrome do pânico, ok?
Um a
braço
Os níveis de pressão que você descreveu aqui são elevados, principalmente as custas de pressão diastólica. Inicialmente não parecem ser o caso de ser medicado.
A prioridade é o tratamento da síndrome do pânico, ok?
Um a
braço
Olá, espero que esteja tudo bem por aí!
A variação da pressão arterial que você está mencionando, aliada à síndrome do pânico e à ansiedade, pode ser resultado dessas condições emocionais e psicológicas. A ansiedade, especialmente em momentos de crise de pânico, pode causar picos na pressão arterial, levando a variações como as que você descreveu. Esses sintomas podem ser desconfortáveis, mas, como seus exames cardíacos não apresentaram alterações, é possível que a pressão alterada esteja sendo influenciada pelo seu estado emocional.
Se necessário, estou à disposição para uma teleconsulta para avaliar mais a fundo seu caso e discutir opções de manejo para a ansiedade e controle da pressão arterial.
Atenciosamente!
A variação da pressão arterial que você está mencionando, aliada à síndrome do pânico e à ansiedade, pode ser resultado dessas condições emocionais e psicológicas. A ansiedade, especialmente em momentos de crise de pânico, pode causar picos na pressão arterial, levando a variações como as que você descreveu. Esses sintomas podem ser desconfortáveis, mas, como seus exames cardíacos não apresentaram alterações, é possível que a pressão alterada esteja sendo influenciada pelo seu estado emocional.
Se necessário, estou à disposição para uma teleconsulta para avaliar mais a fundo seu caso e discutir opções de manejo para a ansiedade e controle da pressão arterial.
Atenciosamente!
Isso é compatível com ansiedade/síndrome do pânico.
A ansiedade causa picos transitórios de pressão, mesmo com exames cardíacos normais.
Se persistir, foque no controle da ansiedade; a pressão tende a estabilizar.
A ansiedade causa picos transitórios de pressão, mesmo com exames cardíacos normais.
Se persistir, foque no controle da ansiedade; a pressão tende a estabilizar.
Olá. Em muitas pessoas com transtorno de ansiedade e síndrome do pânico, é comum ocorrerem picos de sintomas físicos que se parecem com problemas cardíacos, como palpitações, aperto no peito, falta de ar, tremores, sudorese e sensação de “pressão alta”. Isso acontece porque, durante a crise, há ativação do sistema de alerta do corpo (liberação de adrenalina), o que pode aumentar temporariamente a frequência cardíaca e elevar a pressão arterial.
Sobre os valores que você mencionou, é importante entender que a pressão pode variar ao longo do dia e também conforme estresse, dor, cafeína, falta de sono, atividade física, uso de descongestionantes/estimulantes, além da própria ansiedade. Em geral, medidas isoladas mais altas, especialmente durante momentos de tensão, não significam necessariamente hipertensão crônica. Por outro lado, diastólicas mais elevadas (o “número de baixo”) merecem ser acompanhadas com método correto, porque a ansiedade pode piorar leituras, mas não explica tudo em todas as pessoas.
Quando exames cardíacos estão normais, algumas causas frequentes para sintomas e variações de pressão incluem: ansiedade e pânico; má qualidade do sono e ronco/apneia; consumo de cafeína, energéticos, nicotina ou álcool; uso de alguns medicamentos (como descongestionantes nasais) e suplementos estimulantes; sedentarismo e ganho de peso; dor e tensão muscular; e, em menor número de casos, alterações hormonais ou metabólicas (por exemplo, tireoide), que costumam ser investigadas pelo clínico quando há suspeita.
O que costuma ajudar a esclarecer é medir a pressão de forma padronizada e fora do momento de crise: sentado, após 5 minutos de repouso, sem falar, com o braço apoiado na altura do coração, evitando café, cigarro e exercício nos 30 minutos anteriores. Muitas vezes o médico solicita um monitoramento como MAPA (24 horas) ou MRPA (medidas em casa por alguns dias), porque isso diferencia “picos por estresse” de hipertensão mantida.
Procure avaliação com clínico geral ou cardiologista para organizar esse acompanhamento e, em paralelo, é essencial tratar ansiedade/pânico com acompanhamento de saúde mental (psicoterapia, como terapia cognitivo-comportamental, e, quando indicado, tratamento medicamentoso prescrito em consulta). Tratar a ansiedade costuma reduzir bastante os sintomas físicos e as oscilações de pressão.
Sinais de alerta que justificam atendimento imediato são: dor no peito forte ou prolongada, falta de ar importante, desmaio, fraqueza em um lado do corpo, confusão, alteração súbita da fala/visão, ou pressão muito elevada de forma persistente acompanhada de mal-estar intenso.
Sobre os valores que você mencionou, é importante entender que a pressão pode variar ao longo do dia e também conforme estresse, dor, cafeína, falta de sono, atividade física, uso de descongestionantes/estimulantes, além da própria ansiedade. Em geral, medidas isoladas mais altas, especialmente durante momentos de tensão, não significam necessariamente hipertensão crônica. Por outro lado, diastólicas mais elevadas (o “número de baixo”) merecem ser acompanhadas com método correto, porque a ansiedade pode piorar leituras, mas não explica tudo em todas as pessoas.
Quando exames cardíacos estão normais, algumas causas frequentes para sintomas e variações de pressão incluem: ansiedade e pânico; má qualidade do sono e ronco/apneia; consumo de cafeína, energéticos, nicotina ou álcool; uso de alguns medicamentos (como descongestionantes nasais) e suplementos estimulantes; sedentarismo e ganho de peso; dor e tensão muscular; e, em menor número de casos, alterações hormonais ou metabólicas (por exemplo, tireoide), que costumam ser investigadas pelo clínico quando há suspeita.
O que costuma ajudar a esclarecer é medir a pressão de forma padronizada e fora do momento de crise: sentado, após 5 minutos de repouso, sem falar, com o braço apoiado na altura do coração, evitando café, cigarro e exercício nos 30 minutos anteriores. Muitas vezes o médico solicita um monitoramento como MAPA (24 horas) ou MRPA (medidas em casa por alguns dias), porque isso diferencia “picos por estresse” de hipertensão mantida.
Procure avaliação com clínico geral ou cardiologista para organizar esse acompanhamento e, em paralelo, é essencial tratar ansiedade/pânico com acompanhamento de saúde mental (psicoterapia, como terapia cognitivo-comportamental, e, quando indicado, tratamento medicamentoso prescrito em consulta). Tratar a ansiedade costuma reduzir bastante os sintomas físicos e as oscilações de pressão.
Sinais de alerta que justificam atendimento imediato são: dor no peito forte ou prolongada, falta de ar importante, desmaio, fraqueza em um lado do corpo, confusão, alteração súbita da fala/visão, ou pressão muito elevada de forma persistente acompanhada de mal-estar intenso.
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