Ola. Tive um aborto com 5 semanas. Optei por expelir naturalmente. Fiquei duas semanas sangrando e s
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Ola. Tive um aborto com 5 semanas. Optei por expelir naturalmente. Fiquei duas semanas sangrando e sentindo fortes cólicas, outras duas semanas o sangramento parou. Completando 28 dias, fiz nova ultrassom, que apresentou restos ovulares. Um medico disse para fazer amiu, outro disse para aguardar porque as chances de ser eliminado na menstruação eram grandes, visto que os restos tinham tamanho pequeno e que o saco e o embrião ja tinham sido eliminados. Dois dias depois, ou seja, com 30 dias comecei a sentir uma leve colicazinha, daquelas que vem para te avisar que a menstruação vai descer. Com 31 dias comecei a ter um leve sangramento. Será a menstruação ou será que estou eliminando os restos ovulares que ficaram? O que fazer? Aguardar o sangramento parar e fazer nova ultrassom? Ir na emergência? (OBS: Não tenho febre, nem odor fetido, nada, sigo normal).
Consideramos aborto retido quando, após o diagnóstico de perda gestacional, não ocorre esvaziamento uterino espontâneo em até cerca de 4 semanas. Isso significa ausência de eliminação efetiva do conteúdo gestacional, seja por sangramento clinicamente significativo, seja por ultrassonografia mostrando cavidade uterina limpa, com endométrio fino.
Quando, após esse período, o útero permanece com restos ovulares à ultrassonografia ou há sangramento irregular persistente, a conduta expectante deixa de ser a melhor opção, e passa a haver indicação de intervenção, que pode ser:
1. Internação para tratamento medicamentoso (misoprostol, conforme protocolo), ou
2. Procedimento de esvaziamento uterino, preferencialmente AMIU, quando disponível.
Essa conduta tem como objetivo: reduzir risco de infecção, evitar sangramento prolongado, permitir recuperação adequada do endométrio e do ciclo menstrual.
Portanto, se após aproximadamente 4 semanas do diagnóstico não houver evidência clara de esvaziamento uterino completo, a orientação correta é não prolongar indefinidamente a espera e indicar abordagem ativa, mesmo na ausência de febre ou dor importante.
Quando, após esse período, o útero permanece com restos ovulares à ultrassonografia ou há sangramento irregular persistente, a conduta expectante deixa de ser a melhor opção, e passa a haver indicação de intervenção, que pode ser:
1. Internação para tratamento medicamentoso (misoprostol, conforme protocolo), ou
2. Procedimento de esvaziamento uterino, preferencialmente AMIU, quando disponível.
Essa conduta tem como objetivo: reduzir risco de infecção, evitar sangramento prolongado, permitir recuperação adequada do endométrio e do ciclo menstrual.
Portanto, se após aproximadamente 4 semanas do diagnóstico não houver evidência clara de esvaziamento uterino completo, a orientação correta é não prolongar indefinidamente a espera e indicar abordagem ativa, mesmo na ausência de febre ou dor importante.
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