Paroxetina causa impotencia sexual e libido baixa e ausência de orgasmo no homem?

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Paroxetina causa impotencia sexual e libido baixa e ausência de orgasmo no homem?
Dificuldade de orgasmo ou anorgasmia são efeitos comuns da paroxetina. Diminuição da libido é mais rara e "impotência" (se está dando este nome a dificuldades de ereção) é ainda menos frequente, podendo resultar, indiretamente, da diminuição da libido ou da frustração de não conseguir atingir orgasmo.

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Dr. Rubens Mario Mazzini Rodrigues
Psiquiatra
Santo Antônio Da Patrulha
É comum a paroxetina causar diminuição da libido e retardo da ejaculação, que pode chegar ao ponto de não conseguir ejacular e, portanto, não chegar ao orgasmo, o que é diferente de impotência sexual propriamente dita, que é a dificuldade de obter ou manter a ereção. Quando isso ocorre várias estratégias que podem ser adotadas, desde a redução de dose, associação com outros fármacos que compensem esse efeito ou até mesmo substituição por outro antidepressivo, dependendo do caso. Converse com seu médico para saber qual a melhor a ser seguida no seu caso em particular.
Sim, a Paroxetina pode causar diminuição da libido, dificuldade de ereção, atraso ou ausência de orgasmo e redução da sensibilidade sexual em alguns homens. Esses efeitos são relativamente comuns nos antidepressivos da classe dos ISRS, e a paroxetina é uma das medicações dessa classe mais associadas a efeitos sexuais.

Alguns pacientes percebem:

diminuição do desejo sexual;
dificuldade para manter ereção;
orgasmo mais difícil;
ejaculação retardada;
sensação de “anestesia” emocional ou sexual.

A intensidade varia muito de pessoa para pessoa e também pode ser influenciada por ansiedade, depressão, estresse, burnout, insônia, transtorno de ansiedade, baixa testosterona, obesidade, álcool e outros medicamentos.

É importante não interromper a medicação por conta própria, porque a retirada abrupta da paroxetina pode causar tontura, ansiedade rebote, irritabilidade, insônia e mal-estar importante.

Se o impacto sexual estiver incomodando, vale conversar com o psiquiatra. Em alguns casos é possível ajustar dose, trocar a medicação ou associar estratégias para minimizar os efeitos.

O acompanhamento psiquiátrico e clínico é importante no tratamento de ansiedade, depressão, crise de ansiedade, ataques de pânico, transtornos de humor, transtorno depressivo, transtorno do pânico, TDAH em adultos e alterações da saúde sexual relacionadas aos medicamentos.

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