Pode se usar paroxetina e clomipramina juntas, para depressão e TAG?
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Pode se usar paroxetina e clomipramina juntas, para depressão e TAG?
Geralmente, estas medicações não são associadas. Dependendo da dose, pode haver riscos. Entretanto, é impossível saber, sem conhecer seu caso pessoalmente, se especificamente no seu problema, o médico optou por uma conduta que não é habitual.
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Esta associação não é comum, há risco de tontura, sonolência e Síndrome serotoninergica. Fale com seu médico se não é possível investir em uma destas medicações isoladamente. Abraço e boa sorte.
Tanto a paroxítina como a clomipramina são medicações indicadas para depressão e TAG.
Somente seu médico poderá informar o motivo por ter optado por esta associação. Sugiro que você, na próxima consulta, leve este questionamento a ele. Boa sorte.
Somente seu médico poderá informar o motivo por ter optado por esta associação. Sugiro que você, na próxima consulta, leve este questionamento a ele. Boa sorte.
Olá tudo bem , sim pode usar clomipramina e paroxetina juntos, isso é feito para potencializar o efeito ou seja caso a pessoa não tenha melhorado usando apenas um desses remédios o Psiquiatra agrega o um novo Remédio para os sintomas desaparecerem e a pessoa voltar a vida normal. Espero ter ajudado e saúde na cabeça.
SIM. DESDE QUE VC NÃO TENHA NENHUMA CARDIOPATIA, GLAUCOMA DE ÂNGULO FECHADO, PROSTATISMO, ENTRE OUTROS. CONVERSE COM SEU PSIQUIATRA, COMO ELE CONHECE SEU HISTÓRICO, SABERÁ PONDERAR SE É VÁLIDO OU NÃO, SEGUIR COM OS REMÉDIOS... DE TODAS AS FORMAS, FICO À DISPOSIÇÃO .... ATT DR MARCIO
Usar paroxetina e clomipramina juntas não é uma combinação comum e deve ser feita com muito cuidado, sempre sob rigorosa supervisão médica. Ambas são antidepressivos, mas pertencem a classes diferentes: a paroxetina é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), enquanto a clomipramina é um antidepressivo tricíclico que também afeta a serotonina e a noradrenalina.
Quando usadas juntas, há um risco aumentado de efeitos colaterais, principalmente a síndrome serotoninérgica — uma condição potencialmente grave causada pelo excesso de serotonina no organismo. Além disso, podem ocorrer outros efeitos adversos como aumento da pressão arterial, taquicardia, tremores e alterações no ritmo cardíaco.
Por isso, essa associação só deve ser feita quando absolutamente necessária e com monitoramento cuidadoso. Em muitos casos, os médicos preferem ajustar a dose de um único antidepressivo ou associar outras classes de medicamentos com menor risco de interação.
Se você está pensando nessa combinação ou já foi orientado a usar os dois, é fundamental que faça um acompanhamento próximo, com exames regulares e observação dos sintomas.
Posso ajudar a esclarecer melhor essas questões e orientar para um tratamento seguro e eficaz. Estou à disposição.
Quando usadas juntas, há um risco aumentado de efeitos colaterais, principalmente a síndrome serotoninérgica — uma condição potencialmente grave causada pelo excesso de serotonina no organismo. Além disso, podem ocorrer outros efeitos adversos como aumento da pressão arterial, taquicardia, tremores e alterações no ritmo cardíaco.
Por isso, essa associação só deve ser feita quando absolutamente necessária e com monitoramento cuidadoso. Em muitos casos, os médicos preferem ajustar a dose de um único antidepressivo ou associar outras classes de medicamentos com menor risco de interação.
Se você está pensando nessa combinação ou já foi orientado a usar os dois, é fundamental que faça um acompanhamento próximo, com exames regulares e observação dos sintomas.
Posso ajudar a esclarecer melhor essas questões e orientar para um tratamento seguro e eficaz. Estou à disposição.
O uso associado de paroxetina e clomipramina deve ser feito com extremo cuidado e apenas sob acompanhamento médico especializado, pois ambas são antidepressivos que atuam sobre a serotonina, e sua combinação aumenta o risco de efeitos adversos importantes, incluindo o síndrome serotoninérgico. A paroxetina é um inibidor seletivo da recaptação de serotonina (ISRS), enquanto a clomipramina é um antidepressivo tricíclico com potente efeito serotoninérgico. Quando usados juntos, há uma potencialização excessiva da serotonina no sistema nervoso central, o que pode causar sintomas como agitação, tremores, suor excessivo, diarreia, febre, rigidez muscular, confusão mental e taquicardia. Por esse motivo, a associação não é recomendada de forma rotineira, e só pode ser considerada em casos muito específicos, geralmente quando há resistência ao tratamento isolado e o médico opta por doses cuidadosamente ajustadas e monitorização rigorosa. No tratamento de depressão e transtorno de ansiedade generalizada (TAG), normalmente se utiliza apenas um antidepressivo de base, podendo ser: • Paroxetina – eficaz para ansiedade generalizada, pânico e fobia social; • Clomipramina – mais indicada para TOC, mas também útil em depressão resistente; • Outros ISRS ou IRSN (como escitalopram, venlafaxina, duloxetina), que costumam ter melhor tolerabilidade e menor risco de interação. Em casos em que os sintomas ansiosos persistem mesmo com antidepressivo, é preferível associar um ansiolítico de uso temporário (como buspirona ou propranolol), ou ajustar a dose do antidepressivo, em vez de combinar dois medicamentos serotoninérgicos potentes. Em resumo: a combinação de paroxetina e clomipramina não é segura nem indicada de rotina, pois aumenta o risco de síndrome serotoninérgica e efeitos colaterais graves. O ideal é utilizar apenas um antidepressivo, escolhido conforme o perfil clínico, e ajustar a dose ou associar terapias complementares sob orientação médica. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, transtornos do humor e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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