Por que a adesão ao tratamento pode ser um desafio para pacientes com Transtorno de Personalidade Bo
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Por que a adesão ao tratamento pode ser um desafio para pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
A adesão ao tratamento pode ser mais difícil devido à intensidade emocional, impulsividade e oscilações na motivação. Por isso, um vínculo terapêutico seguro e acolhedor é fundamental.
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A adesão é difícil porque o TPB envolve impulsividade, instabilidade emocional e medo de abandono. Crises podem gerar rupturas com profissionais, idealização seguida de desvalorização e desistência precoce. Além disso, o paciente pode sentir vergonha, desconfiança ou desesperança. Por isso, vínculos consistentes, validação e limites claros são fundamentais para manter continuidade terapêutica e reduzir abandonos.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços
A adesão é difícil porque o TPB envolve impulsividade, instabilidade emocional e medo de abandono. Crises podem gerar rupturas com profissionais, idealização seguida de desvalorização e desistência precoce. Além disso, o paciente pode sentir vergonha, desconfiança ou desesperança. Por isso, vínculos consistentes, validação e limites claros são fundamentais para manter continuidade terapêutica e reduzir abandonos.
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A adesão ao tratamento no Transtorno de Personalidade Borderline pode ser um desafio porque o próprio padrão de funcionamento psíquico envolve instabilidade afetiva, medo de abandono, oscilação na percepção do outro e relações intensas e ambivalentes, o que pode levar a rupturas terapêuticas, idealização seguida de desvalorização do terapeuta e dificuldade em sustentar continuidade diante de frustrações no processo; sob um viés psicanalítico, isso também se relaciona à atualização de experiências precoces de vínculo na transferência, nas quais o setting terapêutico pode ser vivido ora como seguro, ora como ameaçador, ativando defesas primitivas como clivagem e atuação que interferem na permanência, e quando esse funcionamento é reconhecido e trabalhado com consistência e estabilidade do enquadre, torna-se possível fortalecer a capacidade de simbolização e de manutenção do vínculo, sendo a psicoterapia um espaço importante para sustentar essa adesão ao longo do tempo.
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