Por que há uma sensação de vazio e autoimagem instável no Transtorno de Personalidade Borderline (TP
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Por que há uma sensação de vazio e autoimagem instável no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
No Transtorno de Personalidade Borderline, a sensação de vazio e a autoimagem instável se ligam a um núcleo frágil de identidade. Falta uma coesão interna: a pessoa oscila entre polos de idealização e desvalorização, tanto de si quanto dos outros.
Junguianamente, é como se o ego tivesse dificuldade em se firmar diante de conteúdos intensos do inconsciente — emoções não simbolizadas, experiências precoces de abandono ou rejeição que não foram integradas. O vazio aparece como eco dessa desconexão, e a autoimagem muda conforme a intensidade dos afetos que tomam o indivíduo.
É um terreno de sofrimento, mas também de possibilidade: o processo terapêutico ajuda a construir um centro mais sólido e uma narrativa de si mesma menos fragmentada.
Se quiser explorar esse caminho em profundidade, fico a disposição para iniciar sua psicoterapia online com comprometimento e profissionalismo.
Junguianamente, é como se o ego tivesse dificuldade em se firmar diante de conteúdos intensos do inconsciente — emoções não simbolizadas, experiências precoces de abandono ou rejeição que não foram integradas. O vazio aparece como eco dessa desconexão, e a autoimagem muda conforme a intensidade dos afetos que tomam o indivíduo.
É um terreno de sofrimento, mas também de possibilidade: o processo terapêutico ajuda a construir um centro mais sólido e uma narrativa de si mesma menos fragmentada.
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A sensação de vazio e a instabilidade na autoimagem são características centrais do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), e estão diretamente ligadas a dificuldades profundas no modo como a pessoa percebe a si mesma e se relaciona com os outros.
No TPB, a autoimagem — ou seja, a percepção que a pessoa tem de quem ela é — tende a ser instável e fragmentada. Isso ocorre porque há uma dificuldade em integrar diferentes aspectos da identidade de forma coesa e contínua ao longo do tempo. Em vez de uma noção consistente de si mesmo, o indivíduo pode sentir que muda de “quem é” dependendo do contexto, das emoções do momento ou das relações interpessoais. Essa falta de estabilidade pode gerar muita insegurança, confusão e angústia.
Já a sensação crônica de vazio costuma ser descrita como um sentimento interno de falta de propósito, sentido ou conexão. Muitas pessoas com TPB relatam que, mesmo quando estão cercadas por outras pessoas ou envolvidas em atividades, sentem como se algo essencial estivesse faltando dentro de si. Esse vazio pode estar relacionado a experiências precoces de negligência emocional, abandono ou vínculos instáveis, que dificultaram o desenvolvimento de uma base sólida de identidade e autoestima.
Além disso, o TPB está frequentemente associado a uma maior sensibilidade emocional e dificuldade em regular as emoções. Isso contribui para mudanças bruscas de humor, que, por sua vez, afetam a forma como a pessoa se vê e interpreta suas experiências.
É importante destacar que esses sentimentos não são “escolhas” da pessoa, mas sim manifestações de um padrão psicológico complexo e, muitas vezes, profundamente doloroso. Com o tratamento adequado — especialmente a psicoterapia, é possível desenvolver estratégias para lidar com essas sensações, construir uma identidade mais estável e alcançar uma vida com mais equilíbrio e bem-estar.
No TPB, a autoimagem — ou seja, a percepção que a pessoa tem de quem ela é — tende a ser instável e fragmentada. Isso ocorre porque há uma dificuldade em integrar diferentes aspectos da identidade de forma coesa e contínua ao longo do tempo. Em vez de uma noção consistente de si mesmo, o indivíduo pode sentir que muda de “quem é” dependendo do contexto, das emoções do momento ou das relações interpessoais. Essa falta de estabilidade pode gerar muita insegurança, confusão e angústia.
Já a sensação crônica de vazio costuma ser descrita como um sentimento interno de falta de propósito, sentido ou conexão. Muitas pessoas com TPB relatam que, mesmo quando estão cercadas por outras pessoas ou envolvidas em atividades, sentem como se algo essencial estivesse faltando dentro de si. Esse vazio pode estar relacionado a experiências precoces de negligência emocional, abandono ou vínculos instáveis, que dificultaram o desenvolvimento de uma base sólida de identidade e autoestima.
Além disso, o TPB está frequentemente associado a uma maior sensibilidade emocional e dificuldade em regular as emoções. Isso contribui para mudanças bruscas de humor, que, por sua vez, afetam a forma como a pessoa se vê e interpreta suas experiências.
É importante destacar que esses sentimentos não são “escolhas” da pessoa, mas sim manifestações de um padrão psicológico complexo e, muitas vezes, profundamente doloroso. Com o tratamento adequado — especialmente a psicoterapia, é possível desenvolver estratégias para lidar com essas sensações, construir uma identidade mais estável e alcançar uma vida com mais equilíbrio e bem-estar.
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