Posso beber cerveja tomando fluoxetina? Toma 20 mg pela manhã.

6 respostas
Posso beber cerveja tomando fluoxetina? Toma 20 mg pela manhã.
ESSA É UMA PERGUNTA CLÁSSICA. O IDEAL, SERIA QUE NÃO. ALGUNS, MESMO APÓS SEREM ORIENTADOS, RELATAM QUE FICAM MAIS SENSÍVEIS E APRESENTAM RESSACA. CONFORME SUPRACITEI, ENQUANTO ESTIVER EM TRATAMENTO, NÃO FAÇA USO .... DE TODAS AS FORMAS FICO À DISPOSIÇÃO ... ATT DR MARCIO

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Dra. Jucianny Sales
Psiquiatra
João Pessoa
Olá! A orientação é que não seja feito uso de álcool em vigência de tratamento farmacológico.
Não é recomendado beber álcool enquanto estiver tomando fluoxetina. O álcool pode interferir com o efeito do medicamento, tornando-o menos eficaz. Além disso, a combinação de fluoxetina e álcool pode aumentar o risco de efeitos colaterais, como sonolência, tontura, dificuldade de concentração e diminuição dos reflexos.

Além disso, a fluoxetina pode aumentar o efeito do álcool, o que pode levar a um aumento do risco de intoxicação alcoólica e de problemas de saúde relacionados ao consumo excessivo de álcool.

Por isso, é importante evitar o consumo de álcool enquanto estiver tomando fluoxetina. Se você tiver dúvidas ou preocupações, converse com o seu médico ou farmacêutico.
Dra. Lilian Muniz
Psiquiatra, Generalista
Rio de Janeiro
A fluoxetina (20 mg/dia) não causa uma reação grave e imediata se for misturada com álcool, como o Antietanol faz, por exemplo. Mas isso não significa que seja inofensivo.

O que pode acontecer ao misturar cerveja (ou qualquer bebida alcoólica) com fluoxetina:
– Aumentar os efeitos colaterais, como sonolência, tontura ou lentidão;
– Interferir na ação do remédio, especialmente se o consumo for frequente;
– Dificultar o cuidado com sintomas de depressão e ansiedade, pois o álcool pode oscilar o humor e impactar o sono.

Então, ocasionalmente, uma taça ou uma cerveja pode não trazer problema grave, especialmente se você estiver se sentindo bem e for algo pontual. Mas o mais importante é observar seu corpo, sua mente e conversar com quem te acompanha, para pensar o que faz sentido para você nesse momento do tratamento.
Dra. Fernanda Souza de Abreu Júdice
Psiquiatra, Médico perito, Médico clínico geral
Rio de Janeiro
Beber cerveja enquanto está tomando fluoxetina não é recomendado, mesmo que a dose seja de 20 mg e tomada pela manhã. Isso porque a fluoxetina age no sistema nervoso central, assim como o álcool — e quando os dois se misturam, podem aumentar o risco de efeitos colaterais, como:

– tontura
– sonolência
– alteração do julgamento e do reflexo
– piora da ansiedade ou da depressão no dia seguinte
– sobrecarga no fígado (que metaboliza os dois)

Além disso, mesmo que você tome a fluoxetina de manhã e a cerveja à noite, a medicação continua ativa no corpo por muitos dias, porque tem uma meia-vida longa. Então, o organismo sente essa sobreposição.

Beber eventualmente, em pequena quantidade e com muita moderação, pode não causar problema em todas as pessoas. Mas se você está em tratamento para depressão ou ansiedade, o ideal é evitar o álcool ao máximo, porque ele pode atrapalhar sua recuperação.

Esse conteúdo é apenas informativo e não substitui uma avaliação médica. Posso te ajudar com a psiquiatria e fico à disposição.
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
Não é recomendado misturar fluoxetina com bebidas alcoólicas, mesmo em pequenas quantidades como uma cerveja ocasional. A fluoxetina (um antidepressivo da classe dos ISRS) atua sobre a serotonina no cérebro, enquanto o álcool é um depressor do sistema nervoso central. A combinação pode potencializar efeitos colaterais e interferir na ação terapêutica do medicamento. Os principais riscos da mistura incluem: aumento de sonolência, tontura, náusea, confusão mental e lentidão motora; redução da eficácia antidepressiva, com piora da ansiedade, humor instável e chance maior de recaídas depressivas; irritação gástrica e hepática, já que tanto o álcool quanto a fluoxetina são metabolizados no fígado; e, em casos mais raros, síndrome serotoninérgica — um quadro potencialmente grave que pode causar febre, tremores e agitação extrema. Embora um pequeno consumo eventual não cause complicações graves em todas as pessoas, não há um nível seguro universal. O ideal é evitar o álcool enquanto estiver em tratamento, principalmente nas primeiras semanas, quando o organismo ainda está se adaptando à medicação. Se desejar retomar o consumo ocasional, converse com seu médico para avaliar se o tratamento está estável e se há condições clínicas que permitam essa flexibilização com segurança. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde mental e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental | CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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