Psiquiatra trocou fluoxetina genérica por Daforin. Há diferença?
Psiquiatra trocou fluoxetina genérica por Daforin. Há diferença?
2 respostas
Em muitos casos, a troca de um medicamento genérico por um medicamento de referência ou de marca não provoca uma diferença perceptível, já que ambos precisam demonstrar equivalência em qualidade, segurança e eficácia. Ainda assim, algumas pessoas relatam sentir mudanças na resposta ao tratamento após essa substituição, seja por diferenças entre fabricantes, pelos componentes da formulação ou até pelo momento clínico em que a troca ocorreu. Se a mudança foi feita pelo seu psiquiatra, provavelmente houve um motivo para essa escolha. Observe como você se sente nas próximas semanas e, caso perceba melhora ou piora dos sintomas, converse com o profissional que acompanha o seu tratamento antes de fazer qualquer alteração por conta própria.
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Essa troca costuma gerar insegurança porque parece que você recebeu outro antidepressivo, mas o Daforin também é fluoxetina. Mantidas a dose e a apresentação prescritas, espera-se um efeito semelhante. O que muda é o fabricante e alguns componentes da formulação. Algumas pessoas percebem diferença na tolerabilidade, mas isso não significa que uma versão seja necessariamente mais forte ou melhor. Observe se houve alguma mudança clara e persistente no sono, na ansiedade ou em desconfortos físicos depois da troca. Uma avaliação comparando como você estava antes e depois costuma dizer muito mais do que o nome escrito na caixa. Evite fazer uma nova troca por conta própria.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
