Quais perguntas uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer a si mesmo pa
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Quais perguntas uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode fazer a si mesmo para lidar com situações negativas ?
Primeiramente, observe o que está acontecendo de fato em dada situação: o que
presenciamos os outros dizerem ou fazerem que enriquece ou não nossa vida? O truque é ser
capaz de expressar essa observação sem julgar nem avaliar, mas simplesmente dizer o que agradaa nós ou não naquilo que as pessoas fazem.
Em seguida, identificamos como nos sentimos ao observar aquela ação: magoados, assustados, alegres, irritados etc. Em terceiro lugar, reconhecemos quais de nossas necessidades estão ligadas aos sentimentos que identificamos.
presenciamos os outros dizerem ou fazerem que enriquece ou não nossa vida? O truque é ser
capaz de expressar essa observação sem julgar nem avaliar, mas simplesmente dizer o que agradaa nós ou não naquilo que as pessoas fazem.
Em seguida, identificamos como nos sentimos ao observar aquela ação: magoados, assustados, alegres, irritados etc. Em terceiro lugar, reconhecemos quais de nossas necessidades estão ligadas aos sentimentos que identificamos.
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Diante de situações negativas, a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline pode se beneficiar de perguntas que favoreçam uma pausa psíquica e a passagem do afeto bruto para a palavra. Perguntar a si mesma “o que nessa situação me feriu de forma tão intensa” ajuda a localizar o ponto de dor que foi ativado. Questionar “isso que estou sentindo pertence apenas a este momento ou repete algo que já vivi antes” permite diferenciar o presente de experiências passadas que tendem a se atualizar. Também é importante perguntar “o que eu preciso agora para não me machucar ainda mais”, deslocando o foco da reação imediata para o cuidado de si. Outra pergunta fundamental é “o que eu gostaria de conseguir dizer, mas estou expressando em forma de raiva, silêncio ou afastamento”, pois ela abre espaço para a simbolização do conflito. Essas perguntas não eliminam o sofrimento, mas ajudam a conter a impulsividade e a criar condições internas para que a situação possa ser elaborada, especialmente com apoio psicoterapêutico.
O que exatamente aconteceu (fato) versus o que estou interpretando?
Essa reação é proporcional ao estímulo atual?
Que emoção primária estou sentindo agora?
Há evidências objetivas que confirmam ou contradizem esse pensamento?
Estou reagindo ao presente ou a experiências passadas (gatilho)?
Qual resposta reduzirá sofrimento a curto e longo prazo?
Que habilidade de regulação emocional posso aplicar agora (ex.: DBT)?
Essa reação é proporcional ao estímulo atual?
Que emoção primária estou sentindo agora?
Há evidências objetivas que confirmam ou contradizem esse pensamento?
Estou reagindo ao presente ou a experiências passadas (gatilho)?
Qual resposta reduzirá sofrimento a curto e longo prazo?
Que habilidade de regulação emocional posso aplicar agora (ex.: DBT)?
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