“Quais são as limitações do modelo categorial do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) diante
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“Quais são as limitações do modelo categorial do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) diante da variabilidade interindividual nos correlatos neurocognitivos de desregulação emocional e impulsividade?”
Oi, é um prazer te ter por aqui.
O modelo categorial do DSM enfrenta limitações importantes:
Heterogeneidade clínica: dois pacientes podem preencher critérios para TPB com perfis completamente diferentes.
Baixa especificidade neurocognitiva: déficits executivos variam amplamente entre indivíduos.
Desregulação emocional multifatorial: não há um único padrão neurobiológico.
Comorbidades elevadas: dificultam separar o que é TPB e o que é outro transtorno.
Por isso, modelos dimensionais (como o AMPD do DSM-5) oferecem maior precisão ao avaliar traços e funcionamento global.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line em Todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
O modelo categorial do DSM enfrenta limitações importantes:
Heterogeneidade clínica: dois pacientes podem preencher critérios para TPB com perfis completamente diferentes.
Baixa especificidade neurocognitiva: déficits executivos variam amplamente entre indivíduos.
Desregulação emocional multifatorial: não há um único padrão neurobiológico.
Comorbidades elevadas: dificultam separar o que é TPB e o que é outro transtorno.
Por isso, modelos dimensionais (como o AMPD do DSM-5) oferecem maior precisão ao avaliar traços e funcionamento global.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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O modelo categorial do TPB apresenta limitações ao tratar como uma entidade clínica relativamente homogênea um conjunto de fenômenos que, na prática, se expressam de forma altamente variável entre indivíduos, especialmente nos correlatos neurocognitivos de desregulação emocional e impulsividade. Estudos indicam que diferentes perfis de funcionamento executivo, sensibilidade ao estresse e processamento de recompensa podem produzir manifestações clínicas semelhantes, o que sugere múltiplas vias neuropsicológicas para um mesmo rótulo diagnóstico. Do ponto de vista psicanalítico, essa heterogeneidade também revela que o diagnóstico não esgota a compreensão da organização subjetiva, já que diferentes histórias de relação, modos de defesa e economias pulsionais podem convergir em comportamentos semelhantes. Assim, o modelo categorial tende a simplificar uma realidade dimensional e multifatorial, podendo obscurecer tanto subtipos clínicos relevantes quanto trajetórias singulares de sofrimento, o que reforça a importância de abordagens dimensionais e de uma escuta clínica que ultrapasse a mera classificação.
As limitações do Modelo Categorial Heterogeneidade Clínica classifica pacientes em categorias (ex: critérios do DSM-5) que exigem apenas 5 de 9 características, permitindo que dois indivíduos sem um único sintoma em comum recebam o mesmo diagnóstico.
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