Que tipo de problemas interpessoais as doenças autoimunes podem gerar?
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Que tipo de problemas interpessoais as doenças autoimunes podem gerar?
1. Mudanças na dinâmica familiar e conjugal
O convívio com uma doença crônica pode exigir adaptações: maior necessidade de cuidados, mudanças de rotina e, às vezes, limitações físicas.
Isso pode gerar sobrecarga emocional em familiares e parceiros, que podem se sentir cansados ou sem compreender totalmente as demandas do paciente.
2. Isolamento social
O cansaço frequente, as crises de dor e os tratamentos podem levar a pessoa a evitar encontros sociais.
Amigos e colegas podem interpretar como “falta de interesse”, quando na verdade é limitação física ou emocional.
3. Estigma e incompreensão
Como muitas doenças autoimunes não têm sintomas visíveis, o sofrimento pode ser minimizado ou desacreditado por pessoas próximas (“mas você nem parece doente”).
Isso gera sentimentos de frustração, solidão e incompreensão.
4. Impacto no trabalho e nas relações profissionais
Dificuldades para manter o ritmo de trabalho ou faltas frequentes podem afetar relações com colegas e chefias.
Pode surgir medo de ser visto como “menos produtivo” ou até de perder o emprego.
5. Questões de autoestima e intimidade
Alterações físicas (como manchas, queda de cabelo, limitações motoras) podem mexer com a autoestima.
Isso pode refletir na vida afetiva, sexual e no modo como a pessoa se posiciona nos vínculos.
6. Conflitos relacionados à dependência
A necessidade de apoio constante pode gerar sentimentos de culpa em quem tem a doença e de exaustão em quem cuida.
Muitas vezes, o paciente se sente “um peso”, o que fragiliza os vínculos.
O convívio com uma doença crônica pode exigir adaptações: maior necessidade de cuidados, mudanças de rotina e, às vezes, limitações físicas.
Isso pode gerar sobrecarga emocional em familiares e parceiros, que podem se sentir cansados ou sem compreender totalmente as demandas do paciente.
2. Isolamento social
O cansaço frequente, as crises de dor e os tratamentos podem levar a pessoa a evitar encontros sociais.
Amigos e colegas podem interpretar como “falta de interesse”, quando na verdade é limitação física ou emocional.
3. Estigma e incompreensão
Como muitas doenças autoimunes não têm sintomas visíveis, o sofrimento pode ser minimizado ou desacreditado por pessoas próximas (“mas você nem parece doente”).
Isso gera sentimentos de frustração, solidão e incompreensão.
4. Impacto no trabalho e nas relações profissionais
Dificuldades para manter o ritmo de trabalho ou faltas frequentes podem afetar relações com colegas e chefias.
Pode surgir medo de ser visto como “menos produtivo” ou até de perder o emprego.
5. Questões de autoestima e intimidade
Alterações físicas (como manchas, queda de cabelo, limitações motoras) podem mexer com a autoestima.
Isso pode refletir na vida afetiva, sexual e no modo como a pessoa se posiciona nos vínculos.
6. Conflitos relacionados à dependência
A necessidade de apoio constante pode gerar sentimentos de culpa em quem tem a doença e de exaustão em quem cuida.
Muitas vezes, o paciente se sente “um peso”, o que fragiliza os vínculos.
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Pode acontecer que pessoas acometidas de doenças autoimunes sofram conflitos e desgaste em suas relações, pela dificuldade de compreensão de seus sintomas, em alguns casos pelas limitações, e pelas oscilações emocionais, levando a um possível isolamento, gerando tensão e falhas de comunicação.
O acompanhamento psicológico auxilia na expressão emocional, no fortalecimento das relações e no manejo mais saudável desses desafios.
O acompanhamento psicológico auxilia na expressão emocional, no fortalecimento das relações e no manejo mais saudável desses desafios.
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