Sou divorciada há 22 anos, tenho um filho com 26 anos, que não saí de casa pra nada, faz 10 anos ficou
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Sou divorciada há 22 anos, tenho um filho com 26 anos, que não saí de casa pra nada, faz 10 anos ficou assim, fala que a vida não faz sentido e vai se matar, recusa ajuda e fica muito nervoso, quando tento conversar. Estou esgotada, desesperada, sem saída, ele recusa ir ao medico. Eu sempre trabalhei.
Me ajuda. Que me aconselham fazer?
Me ajuda. Que me aconselham fazer?
Parece ser um caso bastante difícil e certamente há muito mais a considerar além do que você relatou. Acredito que o seu filho precise de ajuda profissional. Como ele se recusa a sair, uma sugestão é conversar com ele a respeito de um profissional avalia-lo em casa mesmo, através de um atendimento domiciliar. Tanto psiquiatras quanto psicólogos oferecem esse tipo de serviço, sendo uma opção que pode ajuda-lo a melhorar e, posteriormente, seguir o tratamento em consultório. Considero que, pela situação delicada, você também possa procurar um profissional da saúde mental para auxilia-la nos desafios que o quadro do seu filho apresenta. Espero ter ajudado. Um abraço.
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Olá!
O caso de recusa do paciente em relação ao tratamento do seu sofrimento é muito complicado. Imagino o quanto esteja sendo difícil para você como mãe. Mas ressalto o que os colegas já falaram acima. Atualmente existem muitos profissionais(psiquiatras e psicólogos)que atendem em domicílio e poderão auxiliar no processo do seu filho, bem como, para você também. Além disso, sugiro que inicie psicoterapia para aprender a lidar com essa relação de uma maneira equilibrada.
O caso de recusa do paciente em relação ao tratamento do seu sofrimento é muito complicado. Imagino o quanto esteja sendo difícil para você como mãe. Mas ressalto o que os colegas já falaram acima. Atualmente existem muitos profissionais(psiquiatras e psicólogos)que atendem em domicílio e poderão auxiliar no processo do seu filho, bem como, para você também. Além disso, sugiro que inicie psicoterapia para aprender a lidar com essa relação de uma maneira equilibrada.
É uma questão bastante delicada. É comum pessoas com desejos suicidas negarem qualquer tipo de tratamento ou ajuda, são aversos a isso. Seria conveniente a Sra. buscar tratamento terapêutico para ajudá-la no manejo com seu filho e dessa forma conseguir "chegar" até ele de uma maneira que ele "se permita" ajuda de um profissional, que pode ser, num primeiro momento, on line.
Acredito que buscar ajuda profissional pode te mostrar caminhos para ajudar você e seu filho. Você também pode procurar ajuda psicológica para você entender melhor a situação e ter uma orientação para lidar com seu filho. Alguns psicólogos e terapeutas de família atendem a domicilio, pode ser uma forma inicial de terapia.
Realmente deve estar passando por uma fase difícil, seria importante que você procurasse ajuda terapêutica, já que ele se recusa. Saber lidar com a situação por uma outra via, pode modificar o contexto. Há sempre contextos sociometricos a considerar. Para ele há também além da possibilidade de atendimento a domicilio, a terapia online, que funciona bem, e abre caminhos para outras soluções.
Olá! Apenas reforço o que foi dito acima pelo Arthur. Muitos profissionais oferecem serviços domiciliares, assim há uma opção de seu filho ser atendido, além disso também acredito que você poderia se consultar um psicólogo, não apenas em relação às questões do seu filho, mas principalmente para um cuidado consigo mesma.
Olá, tente conversar com ele sobre ir a um psicólogo. Seria muito bom e importante para ele. Explica que ele vai poder conversar e se abrir com uma pessoa neutra, que vai ajudar a superar essa fase difícil e voltar a ter alegria em viver, descobrindo o sentido da sua vida. Se ele não quiser ir até o psicólogo, ele pode fazer psicoterapia online ou um psicólogo ir até a sua casa. Também é importante que você busque terapia para te ajudar a lidar com tudo isso, já que você falou que está esgotada. Boa sorte! Qualquer coisa, estou à disposição.
Pense na possibilidade de você fazer psicoterapia nesse momento, para que consiga ter mais segurança para tomar alguma decisão em relação a seu filho. Espero ter ajudado.
Procure um especialista psicólogo para uma avaliação. Vá com ele, acompanhe as entrevistas para um psicodiagnóstico onde você mãe poderá entender as motivações de tal comportamento do seu filho. A partir disso, recomendações serão feitas e indicação de especialistas para tratá-lo e quem sabe você também seja incluída no tratamento, haja visto ele ter dez anos, uma criança ainda.
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