Tenho 2 pedra na vesícula 0,8 milimetro não sinto dor, sou obrigada operar?
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Tenho 2 pedra na vesícula 0,8 milimetro não sinto dor, sou obrigada operar?
Olá.
A presença de pedra (ou cálculos) na vesícula na ausência de sintomas se chama colelitíase assintomática. Na maioria das vezes, não é necessária cirurgia para esses casos; é importante, porém, realizar uma consulta com cirurgião para avaliar o caso detalhadamente, decidir a melhor opção de tratamento e dar orientações específicas à situação.
A presença de pedra (ou cálculos) na vesícula na ausência de sintomas se chama colelitíase assintomática. Na maioria das vezes, não é necessária cirurgia para esses casos; é importante, porém, realizar uma consulta com cirurgião para avaliar o caso detalhadamente, decidir a melhor opção de tratamento e dar orientações específicas à situação.
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A descoberta de cálculos na vesícula sem sintomas associados não necessariamente é indicação de cirurgia. Alguns fatores devem ser levados em consideração, como idade do paciente, doenças associadas, tamanho dos cálculos, entre outros. O melhor é se consultar com um cirurgião com experiência para receber as devidas orientações de tratamento. Fico à sua disposição!
A descoberta de Cálculos na vesícula biliar sem presença de sintomas é chamada de colelitíase assintomática. Esta condição não tem obrigatoriedade de cirurgia, mas requer avaliação médica a respeito de tamanho de cálculos, espessamento da parede da vesícula abdominal, faixa etária, antecedentes de doenças, comorbidades associadas e estado de saúde atual. Os dilemas sobre a indicação de cirurgia ocorrem pela possibilidade de complicações e evolução de sintomas não completamente definidos pela literatura médica. Outros estudos acreditam que a indicação de cirurgia teria mais riscos em casos assintomáticos mesmo com a justificativa de prevenir complicações.Atualmente a literatura internacional estima entre 10 a 20% de cálculos na vesícula até idade de 50 anos e estimativa de até 40% de cálculos na vesícula em faixa etária de 70 anos em países ocidentais. A recomendação é buscar seguimento médico, tratamento do fígado e adoção de dieta saudável.
Especialistas
Fabio Vizeu Medaglia Filho
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral, Médico clínico geral
Brusque
Pedro Luiz Bertevello
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião oncológico, Cirurgião geral
São Paulo
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