Cálculos na vesícula biliar - Informações, especialistas e perguntas frequentes

O que e onde está a vesícula biliar?

A vesícula biliar é um órgão em forma de saco localizado abaixo do fígado no abdome superior direito. Está ligado ao tubo que transporta a bile do fígado para o intestino. A bile é produzida no fígado e armazenada na vesícula biliar até ser necessária a digestão das gorduras.

Quais são os cálculos biliares?

Os cálculos biliares são pedras na vesícula formadas pela deposição de componentes da bile (colesterol, sais biliares e cálcio). Seu tamanho e consistência são variáveis, pode até ser "lama biliar".

Por que são os cálculos biliares?

Quando a bile contém muito colesterol engrossa e endurece para formar pequenos cristais e posteriormente pedras.

Quem está em risco de formação de cálculos biliares?

Embora possam ocorrer em qualquer idade, são mais comuns em pessoas mais velhas. São mais considerados grupos de risco:

  • Pessoas que têm parentes com cálculos biliares
  • Pessoas obesas
  • Pessoas com colesterol alto ou gorduras do sangue
  • Mulheres que tomam estrogênio contendo medicamentos (anticoncepcionais)
  • Pessoas com inflamação intestinal crônica (doença de Crohn e colite ulcerativa)

Quais são os sintomas de cálculos biliares?

Apenas um em cada três pessoas com cálculos biliares têm sintomas em algum momento de suas vidas. Os sintomas variam, mas podem ser divididos em quatro grupos:

Repita os cálculos biliares (colecistite crônica):

Eles são caracterizados por:

  • Dor abdominal (dor é profunda, permanente e intermitente que acompanha sintomas vegetativos como sudorese e náuseas), localizado no abdome superior direito, sob a borda das costelas. Você pode estender o ombro direito ou nas costas.
  • Ele geralmente ocorre após uma refeição gordurosa (ovos, chocolate, queijo).
  • A dor piora progressivamente ao longo de uma hora e se torna constante.
  • Pode ser acompanhada de náuseas e vômitos amargo.
  • Cólica pode durar de alguns minutos a várias horas.
  • A freqüência e a intensidade das cólicas varia, mas geralmente aumentam com o tempo.
  • A dor da cólica biliar pode ser difícil de distinguir de que é causada por outras doenças, como úlcera péptica, cólica renal, dor nas costas, pneumonia, angina de peito.
  • Colecistite aguda (infecção e inflamação aguda da vesícula biliar).

Os sintomas são:

  • Dor semelhante à cólica biliar, mas mais intensa e mais duradoura (mais de 12 horas).
  • O abdômen superior direito é bem macio e doloroso à pressão.
  • É acompanhada de febre e calafrios.
  • A dor piora com o movimento ou tosse.
  • Pacientes com colecistite aguda tem cálculos biliares muitas vezes, mas nem sempre.
  • O tratamento requer hospitalização e duas alternativas são aceitáveis: o tratamento inicial conservador (antibióticos e repouso do intestino) ou cirurgia imediata (remoção da vesícula biliar). A primeira opção é recomendada para remover a vesícula biliar, depois de superar a fase aguda, para prevenir a recorrência de problemas biliares

Icterícia (amarelamento da pele e conjuntiva dos olhos):

Ela ocorre quando um cálculo biliar bloqueia o tubo que transporta a bile do fígado para o intestino (coledocolitíase), e bile para o sangue. Icterícia nem sempre é causada por cálculos biliares. Caracteriza-se por:

  • Progressivo amarelecimento da pele e conjuntiva e urina escura (como o conhaque)
  • Comichão na pele que obriga coçar
  • Fezes descoloridas e esbranquiçadas
  • Dor semelhante à cólica biliar

O tratamento envolve a desobstrução do ducto biliar (por cirurgia ou endoscopia), e remoção da vesícula biliar para evitar a repetição dessas condições.

Acompanhada de febre e calafrios, indica a infecção biliar obstruída, na condição muito grave requer tratamento imediato com hospitalização (antibióticos e aliviar a obstrução do ducto biliar).

Pancreatite aguda:

O ducto pancreático com o ducto biliar esvazia no intestino. Quando um cálculo biliar bloqueia o duto, o pâncreas se torna inflamado (pancreatite biliar aguda). Seus sintomas são:

  • Dor intensa na metade superior do abdome, estendendo-se em ambos os lados das costas como "cinturão".
  • Náuseas e vômitos.
  • Inchaço ou inchaço do abdômen.
  • Acompanha icterícia as vezes.

Requer tratamento urgente com hospitalização, e na maioria dos casos sua evolução é benigna e desaparece dentro de alguns dias. Excepcionalmente evolui para uma pancreatite hemorrágica muito grave. Uma vez passada a fase aguda, será necessário agendar a remoção da vesícula biliar para evitar mais crises de pancreatites.

O que você pode fazer em casa?

A freqüência de cálculos biliares podem ser reduzidos com uma dieta baixa em gordura. Se a cólica biliar é de intensidade moderada, pode ser tratada em casa com medicação para dor e espasmolítica e descanso intestinal.

Como são os cálculos biliares diagnosticados?

  • Ultra-sonografia abdominal detecta com precisão pedras na vesícula biliar. Esta técnica é rápida e indolor.
  • Você precisa de exames de sangue para verificar o funcionamento do fígado e vias biliares (bilirrubina e enzimas hepáticas) e pâncreas (a amilase no sangue e urina).
  • Para diagnosticar a presença de pedras biliares são mais úteis ressonância cholangio pancreatografia e endoscopia retrógrada cholangio pancreatografia (CPRE). Colangiografia por ressonância magnética obtem uma imagem aceitável da árvore biliar, e é uma técnica com poucas complicações, o conforto do paciente. Cholangio pancreatografia retrógrada (CPRE) é canalizar a boca da bile e ductos pancreáticos no intestino através de um endoscópio introduzido pela boca, sob sedação, obtidos por contraste injetáveis ??e raios-x. Ao contrário do anterior, é um procedimento invasivo e pode ter complicações, mas é muito preciso e permite a extração dos cálculos dos dutos.

Como são os cálculos biliares?

Pedras na vesícula biliar que não causam sintomas não necessitam de tratamento. Caso contrário, o tratamento mais eficaz é a cirurgia. No entanto, existem alternativas para pacientes com alto risco para a cirurgia:

Dissolução de alguns tipos de cálculos usando drogas:

Ocasionalmente, é possível, mas exige tempo de tratamento longo e cálculos reaparecer para interromper a medicação.

Litotripsia biliar:

Ruptura dos cálculos usando ultra-som. As pedras precisam ser evacuados por colangiopancreatografia retrógrada endoscópica pancreatografia (CPRE) ou dissolvidas, e pode causar complicações por obstrução do ducto biliar ou pâncreas.

Tratamento cirúrgico de cálculos biliares

Remoção da vesícula biliar com pedras é chamado de colecistectomia. Ele requer anestesia geral. Atualmente mais de 90% dessas intervenções é feito por laparoscopia, deixando a cirurgia aberta convencional em casos de especial dificuldade (colecistite aguda avançados, a perfuração da vesícula biliar ou abcesso de pus, cirurgia prévia na parte superior do abdómen).

  • Colecistectomia aberta convencional: através de uma incisão 15-20 cm na linha média do abdome ou sob o rebordo costal direito. Internação varia de 5 a 7 dias, e retornar às atividades normais ocorre entre 6 e 8 semanas.
  • Colecistectomia laparoscópica:  4 incisões 0,5-1 cm cada na parte superior do abdómen, introduziu uma câmara de vídeo e instrumentos. Dor pós-operatória é muito menor do que na cirurgia aberta. A permanência hospitalar pós-operatória é de 24-48 horas, e retorno às atividades normais ocorre entre 2 e 4 semanas.

Quais são os efeitos da colecistectomia?

Uma vez removida, a cólica biliar desaparecem e as gorduras são geralmente bem tolerado. Colecistectomia tem uma baixa incidência de complicações, e se referem à existência de colecistite avançada. A ausência de vesícula biliar não tem efeitos indesejáveis ??sobre o sistema digestivo, embora alguns pacientes podem se queixar de inchaço da bexiga ou diarréia.

Especialistas em cálculos na vesícula biliar

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Rafael Pires Resende

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Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

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Gustavo Faria Ferro

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Perguntas sobre Cálculos na vesícula biliar

Nossos especialistas responderam a 352 perguntas sobre Cálculos na vesícula biliar

 Raphael Fernando Costa Gomes de Andrade
Raphael Fernando Costa Gomes de Andrade
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral
Niterói
Os sintomas clássicos referentes à colelitíase são dores tipo cólica no lado superior direito do abdome, associada à ingesta de alimentos gordurosos, além de náuseas e eventuais vômitos.
1 respostas

Dr. Diogo Stinguel Thomazini
Dr. Diogo Stinguel Thomazini
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral
Cariacica
Os pacientes que apresentam litíase biliar com sintomas, mesmo que sejam micro-cálculos, a priori, tem indicação de tratamento cirúrgico. Há risco além de ter cólicas biliares, de ter pancreatite…
5 respostas

Dr. Paulo Leandro Alves Bernardo
Dr. Paulo Leandro Alves Bernardo
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral
São José do Rio Preto
Normalmente pode sim, confira também com o seu ginecologista.
2 respostas

Especialistas falam sobre Cálculos na vesícula biliar

Para o tratamento de calculose da vesícula biliar , é necessário procedimento cirúrgico. Realizamos hoje em dia a cirurgia por videolaparoscopia que consiste na remoção da vesícula biliar , doente, por meio de pequenas incisões no abdome , a maior cerca de 1 cm. Este procedimento é feito sob anestesia geral, com pós operatório pouco doloroso, alta hospitalar precoce, apenas 1 dia de internação e retorno as suas atividades normais com 1 semana. Baixo Índice de infecção.

Marcelo Sette

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Recife

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A colelitíase (cálculos na vesícula) pode ser sintomática (dor em lado direito do abdome que vai para as costas, dor na região do estomago, náuseas, e vômitos) ou assintomática (sem nenhuma queixa). Os cálculos são formados dentre outros motivos por acumulo de substancias produzidas no figado e armazenadas na vesícula, por isso a necessidade de retirá la.

Henrique Phillips

Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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A colelitíase (ou cálculos na vesícula biliar) é uma afecção bastante comum, vista diariamente no consultório. Seu tratamento, especialmente para os casos sintomáticos, é eminentemente cirúrgico. Hoje em dia, a cirurgia por vídeo com remoção da vesícula biliar constitui-se no tratamento padrão-ouro e oferece baixos índices de complicação para os pacientes, bem como retorno precoce as suas atividades profissionais.

Daniel Mariano De Andrade

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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As "pedras na vesícula" podem causar transtornos graves. Apesar de a maioria dos pacientes portadores da doença, os cálculos biliares podem causar inflamação aguda (colecistite) até a migração para as vias biliares, causando doenças mais graves, como colangite ou pancreatite. Independente do tratamento proposto, um especialista deverá ser consultado para esclarecer dúvidas e explicar possíveis complicações.

Tiago Riuji Ijichi

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

São Paulo

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Cálculos de vesícula são pequenas pedras, como uma areia, que se formam e se alojam na vesícula biliar, localizada na parte inferior direita do fígado, onde a bile se concentra. A bile produzida no fígado consiste na mistura de várias substâncias, entre elas o colesterol, responsável por cerca de 75% dos casos de formação de cálculos, e o bilirrubinato de cálcio. Alguns cálculos não causam sintomas e podem ser tratados com mudanças na dieta e uso de medicamentos. Contudo, alguns podem ficar presos no duto biliar e bloquear o fluxo da bile para o intestino, provocando dor intensa do lado direito superior do abdome.

Felipe Guerrero Prieto

Cirurgião geral, Coloproctologista

São Paulo


O principal componente da bile é a água, mas vale a pena destacar também o colesterol, os sais biliares e os bilirrubinatos. Essa solução, como todas as outras, quando fica saturada, se precipita. Se colocarmos um pouquinho de açúcar num copo com água e misturarmos bem, ele se dissolve completamente. Porém, se adicionarmos mais açúcar, ele acabará se sedimentando no fundo do copo. A mesma coisa acontece com a bile hipersaturada com sais biliares e colesterol, cujos cristais se precipitam e vão compor os cálculos biliares. Dados indicam que aproximadamente 10% da população irá formar pedras na vesícula. Essa incidência, porém, é variável.

Daniel Cesar

Oncologista, Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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Os calculos na vesicula biliar chamados de colelitiase são uma das mais frequentes patologias cirurgicas da vesicula biliar, essas pequenas formações calculosas podem ser responsaveis por quadro de má digestão, dor abdominal inflamação , bem como complicações mais graves como inflamação no pancreas e obstrução das vias biliares. A cirurgia de videocolecistectomia trata a colelitiase com segurança e eficacia garantindo retorno rapido as suas atividades habituais e diminuindo o risco d ecomplicações dessa patologia.

Renato Costa Sousa

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Brasília

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A colecistolitíase é a presença de cálculos (pedras) no interior da vesícula biliar. É uma afecção frequente e acomete mais comumente as mulheres com idade próxima a 40 anos e obesas. Na maioria assintomáticas e, quando os sintomas estão presentes, sente-se dor abdominal em epigástrio (região abdominal acima do umbigo) e porção direita do abdome, especialmente após a ingestão de alimentos gordurosos. sintomas digestivos, tais como peso pós-alimentar, saciedade precoce, náusea, dentre outros. O diagnóstico é realizado por meio dos sintomas associado a ultrassonografia abdominal. O tratamento, quando sintomática, é a cirurgia por videolaparoscopia para retirada da vesicula.

Luiz Gonzaga Torres Junior

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Belo Horizonte

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O termo técnico utilizado para cálculo ou pedra na vesícula é colelitíase. Seu diagnóstico é realizado preferencialmente pelo exame de Ultrassonografia e o tratamento na maioria dos casos é cirúrgico. A presença de cálculo na vesícula traz o risco de complicações, sendo as mais comuns: - Pancreatite aguda: Quando alguma pedra, geralmente um cálculo menor, passa pelo canal da vesícula e agride o canal do pâncreas. - Colecistite aguda: Quando um cálculo, geralmente de tamanho maior, obstrui o canal da vesícula, podendo levar à necrose, perfuração da vesícula e peritonite. O tratamento para o cálculo na vesícula é cirúrgico devido aos riscos de complicações da colelitíase.

Daniel Kruglensky

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

São Paulo


A formação de cálculos na vesícula biliar, ou Colelitíase, na maioria das vezes, está relacionada à uma dieta rica em gordura, fatores genéticos, gestação e pacientes do sexo feminino. A cólica biliar, é seu principal sintoma, gerando dor no lado superior direito do abdome geralmente após a ingestão de alimentos gordurosos. Outros sintomas como náuseas e vômitos também podem estar associados. A colelitíase pode evoluir com a inflamação da Vesícula (Colecistite) ou outras patologias como Coledocolitíase, Colangite ou Pancreatite Aguda. Quando apresenta sintomas, a cirurgia da vesícula, a Colecistectomia, está indicada de forma eletiva, sendo a técnica por Videolaparoscopia a mais indicada.

Raphael Fernando Costa Gomes De Andrade

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Niterói

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Os cálculos na vesícula biliar (ou "pedra na vesícula") podem não gerar nenhum sintoma ou complicação, sendo diagnosticados por acaso em exames de imagem (ultrassonografia, tomografia ou ressonância do abdome). Porém, em alguns pacientes, podem causar dor abdominal, muitas vezes acompanhada por náuseas e vômitos, inflamação da vesícula ("colecistite") e até mesmo obstrução do canal que drena a bile e o suco pancreático causando infecção ("colangite") e pancreatite aguda. O atendimento do paciente com cálculos na vesícula biliar é voltado para pesquisa de sintomas, estimativa do risco de complicações e decisão sobre necessidade de cirurgia de retirada da vesícula.

Rafael Oliveira Ximenes

Gastroenterologista

Goiânia


Quem possui Cálculos ou Pedras na Vesícula Biliar possui um risco cumulativo ao longo da vida de complicações desde simples cólicas até quadros mais sérios como pancreatites necroemorrágicas, perfurações e câncer. O procedimento cirúrgico realizado por videolaparoscopia, por alguns chamado de "laser", apresenta um risco/benefício favorável à retirada da vesícula juntamente com todos os cálculos.

Ricardo Da Silva Lourenço

Cirurgião do aparelho digestivo, Coloproctologista

São Paulo

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O nome Colelitíase é dado à presença de pedras na interior da vesícula biliar. Sua função é armazenar bile e esvaziar para o intestino, geralmente após uma refeição. Pesquisas mostram que elas são causadas por uma combinação de fatores, incluindo história de casos na família, peso corporal, mobilidade da vesícula biliar. A maioria dos pacientes com colelitíase (80-85%) não tem sintomas por vários anos. Dor no abdome é o sintoma mais comum. O tratamento consiste em retirada da vesícula biliar através de cirurgia videolaparoscópica (cirurgia dos "furinhos na barriga").

Diogo Stinguel Thomazini

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Cariacica

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A formação de cálculos na vesícula biliar é uma doença com grande prevalencia na população em geral. O seu tratamento é a retirada da vesícula por videocirurgia ou videolaparoscopia O procedimento é realizado em hospitais e/ou hospitais dia com internação média de 24h e retorno às atividades em 1 a 2 semanas.

Joao Paulo Maciel

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

São Paulo


Cálculo na vesícula necessita avaliação para ver se há necessidade de cirurgia ou não já que nem toda a pedra se opera. Há risco de cólica abdominal frequente, náuseas e vômitos, dor que vai para as costas, risco de inflamação na vesícula com pancreatite, inflamação com obstrução do ducto hepático, entre outros. A lama biliar significa microcálculos. Tipo sais de cálcio e colesterol. A conduta tanto nas pedras como na lama é a mesma. A cirurgia de escolha é a colecistectomia laparoscópica onde são feitos pequenos furos no abdome. O interessante é que café, nozes, estatinas e vitamina C diminuem o risco de formação de pedras na vesícula. Consulte cirurgião experiente isso faz a diferença.

Clarissa Alster Vicente

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

São Paulo

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A colelitíase sintomática é uma patologia que diminui a qualidade de vida do paciente levando a quadros de dores, após ingestão de dieta gordurosa, muitas vezes necessitando medicações venosas para alívio do espisódio. Pode complicar com infecção da vesícula biliar ou até mesmo migração dos cálculos.

Nimer Ratib Medrei

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Brasília

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A vesícula biliar é um pequeno órgão localizado junto ao fígado e responsável pelo armazenamento da bile. Esta secreção, auxilia na digestão dos alimentos ricos em gorduras. Quando há um “desequilíbrio” nos componentes da bile as pedras se formam, podendo provocar sintomas como: - Enjoos, vômitos e mal-estar; - Dores abdominais - Empachamento e intolerância a alimentos gordurosos; - Sensação de aumento dos gases (distensão abdominal) O tratamento é cirúrgico na maioria dos casos. A retirada da vesícula biliar (colecistectomia) é realizada preferencialmente por videolaparoscopia, permitindo recuperação mais rápida e retorno precoce às atividades habituais.

Jorge Vasquez Del Aguila

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Belo Horizonte

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O diagnóstico é geralmente feito através da história clínica (os sintomas relatados e os sinais evidenciados no exame físico) e da Ultrassonografia de abdome, a qual confirma a presença do cálculo na vesícula. Os principais sintomas são: - Cólica biliar (dor abdominal do lado direito) - Náuseas e vômitos - Icterícia (amarelão), com escurecimento da urina (colúria) e fezes claras (acolia) O tratamento de escolha para colelítiase é a colecistectomia, que pode ser realizada pela técnica aberta e pela vídeolaparoscopia. Hoje a cirurgia por vídeo é a técnica padrão – ouro, pois reduz a chance de complicações pós – operatórias (incluindo a dor pós cirurgia).

Ivan Matavelli Santos

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Vitória


Colelitíase (Pedra na Vesícula) geralmente é assintomática, podendo causar dor por obstrução do ducto cístico (saída da vesícula) ou por trauma mecânico da vesícula biliar. Podem evoluir com colecistite aguda, coledocolitíase, pancreatite biliar, íleo biliar ou até câncer da vesícula biliar. Colelítiase sintomática normalmente cursa com dor, sendo mais comum em hipocôndrio direito, podendo ou não ser desencadeada ou agravada pela ingestão de alimentos. Alguns pacientes experimentam náuseas e vômitos associados aos episódios de dor. Sintomas mais inespecíficos como plenitude e eructação podem estar associados. O tratamento definitivo padrão é a colecistectomia videolaparoscópica.

Lucas Demétrio

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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A colecistectomia é um procedimento cirúrgico, onde ocorre a remoção da vesícula biliar, a colecistectomia pode ser realizada por via convencional e por videolaparoscopia. A videolaparoscopia é uma técnica de acesso à cavidade abdominal através de mini-incisões. Objetivou-se com esta investigação reconhecer as vantagens e desvantagens da colecistectomia por videolaparoscopia através da literatura científica nacional produzida nos últimos 10 anos. A colecistectomia videolaparoscópica possui suas vantagens como a redução no tempo de cirurgia e de internação, na incidência e na intensidade da dor no pós-operatório, menor trauma cirúrgico.

A vesícula é um pequeno órgão que fica abaixo fígado. Sua função é armazenar a bile produzida pelo fígado, e ela ajuda na digestão da gordura. Dentro da vesícula podem se formar pedras. Comer poucas fibra, abusar de frituras e gorduras, não fazer nenhuma atividade física, estar com o colesterol fora de controle, fumar, tomar pílulas anticoncepcionais (para mulheres), obesidade e a própria genética favorecem o aparecimento das pedras. O tratamento é cirúrgico. Não existe remédio eficaz para dissolver as pedras. A cirurgia é a laparoscopia (“cirurgia dos furinhos") em que remove-se a vesícula (e não somente as pedras). Os cortes são pequenos e a recuperação mais rápida.

Maria Carolina Storte

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Santos

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As pessoas que possuem cálculos na vesícula biliar (as pedras da vesícula) costumam sofrer de intolerância à alimentos gordurosos, sensação de empanzinamento, náuseas, dor abdominal e até mesmo vômitos. O tratamento é cirúrgico e utilizamos a técnica minimamente invasiva (videolaparoscopia). Com essa técnica, a recuperação é mais rápida, há muito menos dor pós-operatória e é esteticamente melhor.

Fabio Faleiro Vieira

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Goiânia

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A vesicular biliar é uma bolsa em forma de pera localizada abaixo do fígado com a função de armazenar a bile e liberá-la após a ingesta de alimentos. A alteração na composição da bile provoca a formação de lama biliar que dará origem ao cálculo biliar (também chamado de colelitíase ou, simplesmente, pedra na vesícula). Quando uma pedra obstrui a saída da vesícula ocorre a dor tipo cólica no lado direito do abdome, abaixo das costelas e que pode irradiar para as costas e o estômago. Nesses casos, e em alguns outros sem esses sintomas típicos, é necessário fazer a cirurgia de retirada da vesícula para retornar às atividades e alimentação do dia a dia e evitar complicações futuras.

Douglas Bastos

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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Colelitíase( pedra na vesícula ) é uma afecção muito comum na populacão geral, predominando em mulheres. O melhor exame para diagnosticar os cálculos na vesícula biliar é a ultrassonografia abdominal. O tratamento, nos casos sintomáticos(dor no abdomen superior associado a náuseas) é a retirada da vesícula(colecistectomia) por videolaparoscopia.

Eduardo Costa

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Fortaleza

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A cirurgia para tratamento de cálculos na vesícula biliar é realizada por meio de videolaparoscopia e constitui-se da remoção da vesícula biliar que contém os cálculos. É eficaz no controle da dor abdominal e previne complicações graves, como a pancreatite. A recuperação pós-operatória é breve e o retorno às atividades rotineiras ocorre em poucos dias.

Marcelo De Abreu Pinto

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Porto Alegre

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A doença calculosa de vesícula biliar é doença comum principalmente entre as mulheres na faixa etária de 40 a 50 anos mas pode acometer ambos os sexos em qualquer idade. Geralmente manifesta-se com dor na parte superior do abdome , mais comumente a direita e pode vir associada a náuseas e vômitos. Geralmente são episódios dolorosos como crises que vem e passam. O diagnóstico pode ser feito com um ultrassom do abdome. O tratamento cirúrgico padrão ouro atualmente é a cirurgia por videolaparoscopia (Furinhos ou laser como a população costuma chamar). A recuperação geralmente é completa e ocorre rapidamente.

André Medeiros

Cirurgião do aparelho digestivo, Gastroenterologista, Cirurgião geral

Maringá

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Trata-se de uma patologia benigna, cirúrgica, sendo o paciente sintomático ou não. O diagnóstico é realizado pelo exame chamado Ultrassonografia do abdome total. Acrescentados exame de sangue,exame de urina, rx de tórax e eletrocardiograma. Após a realização dos exames acima chamado pré-operatório é necessário a avaliação de um Cardiologista para a liberação do paciente que será submetido à cirurgia. O procedimento é realizado por Videolaparoscopia( quatro orificios são realizados no abdome, sendo introduzida uma câmera dentro do abdome para visualizar todo seu interior). A cirurgia consiste na retirada da vesicula biliar. Não esquecer a clinica é soberana, exame físico é fundamental.

Fátima Mohamed

Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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Pedra na vesícula: Sintomas e tratamento!!! A pedra na vesícula são substâncias que se depositam na vesícula biliar sob o aspeto de pedras ou cálculos. Estes cálculos variam de tamanho, coloração e número. Podem ser assintomáticos ou causar alguns sintomas, sendo os mais comuns : dor na parte superior e do lado direito do abdômen , perda do apetite, inchaço abdominal, má digestão, náuseas e vômitos. O tratamento dos cálculos biliares consiste na maioria das vezes em uma cirurgia para retirada da vesícula. Na maioria das vezes indicamos a cirurgia por vídeolaparoscopia, que é um procedimento muito seguro, com rápida recuperação do paciente.

Henry Taia

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Goiânia

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Vesícula biliar: é uma saculação, localizada na parte inferior do fígado. Sua função é armazenar bile, substância que participa do processo de digestão A bile é composta por 3 substâncias: colesterol, sais biliares e lecitina. Juntos e em equilíbrio, mantêm a bile em estado líquido. Quando o colesterol ou os sais biliares são produzidos em excesso, há precipitação e formação de pequenos grânulos (Pedra). Os principais sintomas são: dor no lado direito da barriga (abaixo da costela), náuseas, e vômitos. As complicações são: olho amarelo (icterícia), urina escura, fezes claras e febre. O diagnóstico é feito pelo ultrassom de badome. O tratamento é a cirurgia (colecistectomia videolaparoscópica).

Tarick De Oliveira Leite

Cirurgião do aparelho digestivo, Endoscopista

Manaus

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A vesícula é um órgão que armazena a bile produzida pelo fígado. A bile atua na digestão das gorduras, ao nos alimentar a vesícula tem um estimulo de contração liberando a bile no intestino delgado. Os cálculos podem causar inflamação aguda na vesícula, podem migrar causando obstrução dos canais do fígado (codedocolitiase), inflamação aguda do pâncreas (pancreatite) e colangite (caracterizada por febre e coloração amarelada na pele- icterícia). A cirurgia é feita por Laparoscopia, pequenos cortes que permitem uma recuperação mais rápida e retorno ao trabalho mais precoce do que a cirurgia convencional (aberta). O melhor momento de operar é quando ainda não iniciaram as complicações acima.

Danielle Menezes Cesconetto

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião oncológico

São Paulo

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Tratamento cirúrgico por videolaparoscopia. Cirurgia minimamente invasiva com pouca dor pós-operatória e retorno precoce as atividades.

Marlon Rangel

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

Curitiba

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A Colelitíase, popularmente conhecida como pedra na vesícula, é uma doença causada pela formação de cálculos no interior da vesícula biliar. Isto ocorre devido a um distúrbio do metabolismo da bile e dos sais biliares. O diagnóstico de colelitíase é feito, na maioria das vezes, com um ultrassom simples do abdome. Os principais fatores de risco são: . Idade avançada (acima dos 40); . Mais comum em mulheres; . Mais comum em pessoas caucasianas; . Mulheres grávidas ou que tiveram filhos; . Histórico familiar; . Obesidade; . Perda de peso brusca; . Diabetes . Doenças hemolíticas (anemia falciforme).

Diego Yuji Ito

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral

São Paulo


Doença familiar onde a bile cristaliza formando cálculos (pedras) na vesícula biliar "preguiçosa". Esses cálculos causam doenças perigosas como a pancreatite aguda, doença grave que pode causar a morte. O tratamento consiste na retirada da vesícula biliar por video laparoscopia, cirurgia simples com retorno as atividades em 3 dias aproximadamente.

Roberto Rizzi

Cirurgião geral

São Paulo

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O diagnóstico de cálculos na vesícula biliar ao realizar um exame de Ultrassom é um achado muito comum, muitas vezes levando aos sintomas de dor abdominal, sensação de gases e inchaço no abdome (distensão abdominal), náuseas, vômitos e má tolerância à digestão de alguns alimentos. Nós realizamos a cirurgia da vesícula (colecistectomia) por videolaparoscopia nos Hospitais Lifecenter e Mater Dei, de forma agendada e de urgência.

Paula Haass Scheffer

Cirurgião geral

Belo Horizonte

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Também conhecida como litíase biliar, essa doença decorre do acúmulo de cálculos no interior da vesícula biliar (orgão situado na parte superior direita do abdomen). Os cálculos se acumulam pois a vesícula tem capacidade de armazenar e concentrar a bile (substância produzida pelo fígado para ajudar na digestão de gordura). A bile é formada por diversas substâncias (sais biliares, colesterol, etc) e a precipitação dessas substâncias no interior da vesícula causam os cálculos. Existem múltiplos fatores quem pode ajudar na formação dos cálculos, porém o principal é a alimentação rica em gordura animal. O único tratamento desta doença é cirurgia, que na maioria dos casos pode ser eletiva.

Victor Hugo Ribeiro Vieira

Oncologista, Cirurgião geral

Rio de Janeiro

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Os cálculos na vesícula biliar, são as famosas "pedras na vesícula", elas a depender do tamanho, localização, presença de sintomas podem ter indicação cirúrgica. O procedimento cirúrgico realizado atualmente é por videolaparoscopia, colocando uma câmera pelo umbigo e mais 2 ou 3 pinças a traves de incisões de 5- 10 mm, oferecendo assim a possibilidade de uma recuperação muito mais rápida. Em uma cirurgia eletiva de cálculos na vesícula, o paciente pode ser dado de alta no mesmo dia no fina do dia (se a cirurgia foi pela manha cedo) ou no dia seguinte.

Ronald Delgado

Cirurgião geral, Cirurgião oncológico

Salvador

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Pedra na Vesícula Biliar é uma condição muito comum, estima-se 20% da população. A principal manifestação é cólica no abdome superior com irradiação para o dorso, porém a maioria não tem sintomas. A vesícula tem como função armazenamento de bile e liberação em quantidade adequada para facilitar a digestão de gorduras. O problema pode causar: inflamação aguda da vesícula, entupimento do ducto principal de drenagem da bile, infecção do fígado, inflamação do pâncreas. O diagnóstico é feito através de ultrassonografia. O tratamento indicado é a cirurgia de retirada da vesícula por videolaparoscopia. Esta cirurgia é considerada uma das mais seguras que são realizadas no aparelho digestivo.

David Lopes Luvizoto

Cirurgião do aparelho digestivo, Gastroenterologista

Piracicaba


A "pedra" ou Cálculo da vesícula aparece por uma alteração na dissolução do conteúdo da bile. Estes sais biliares existentes na bile se depositam no fundo da vesícula e se agregam formando cálculos. O tratamento visa evitar as complicações da presença dos cálculos como Colecistite, após obstrução da saída da vesícula, pancreatites e coledocolitiase (pedras no canal que leva a bile ao intestino) por passagem dos cálculos para as vias biliares. Para evitar estes quadros se realiza a retirada da vesícula, dando preferencia á cirurgia Videolaparoscópica que tem menos dor no pós-operatório e retorno mais rápido para suas atividades diárias.

Fernando Furlan Nunes

Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião oncológico

São Paulo

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É conhecida a associação de cálculos biliares com perda ou ganho rápidos de peso, níveis de colesterol e histórico familiar, com predominância em mulheres. O quadro clínico inclui dor abdominal que pode estar associada a náuseas e até mesmo vômitos. A ingestão de alimentos gordurosos para muitos pacientes funciona como um disparador das crises. Na consulta, é possível explorar essas queixas, realizar o exame físico, encaminhar a investigação e propor o tratamento. Em pacientes com boa condição de saúde, o tratamento é cirúrgico, através da retirada da vesícula por via laparoscópica (colecistectomia). Pancreatite aguda e inflamação da vesícula (colecistite) são riscos da colelitíase.

Daniel Weiss Vilhordo

Cirurgião do aparelho digestivo, Endoscopista

Porto Alegre

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Pedra na vesícula é uma das principais doenças do aparelho digestivo. O tratamento é cirúrgico geralmente por via videolaparoscópica. Os famosos furinhos na barriga, sem grandes cortes e com a recuperação mais rápida.

Pedras na vesícula são depósitos de fluidos digestivos. Os cálculos biliares podem variar em tamanho e número e podem ou não provocar sintomas. Em geral, pessoas que apresentam sintomas precisam de cirurgia de remoção da vesícula biliar. Os cálculos biliares que não causam sintomas geralmente não precisam de tratamento.

Fábio Oliveira Neves

Cirurgião geral, Cirurgião oncológico

Salvador

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Quais profissionais tratam Cálculos na vesícula biliar?


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