Tenho tireóide de hashimoto, tomo syntroid de 50 mg, e tmb progesterona para meopausa, o médico me r
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Tenho tireóide de hashimoto, tomo syntroid de 50 mg, e tmb progesterona para meopausa, o médico me receitou Divalcon ER 250mg junto com Onaz 2,5mg mas esqueci de que tinha esse problema na tireóide e tomava ouros remédios, será q te,alguma contra indicação eu tomar esses medicamentos q ele passou?Fiquei com receio...
Não há contraindicação direta entre Syntroid, progesterona, Divalcon ER e Onaz, mas é muito importante avisar o endocrinologista e o psiquiatra que você tem Hashimoto e usa Syntroid, para que eles acompanhem seus níveis hormonais e o fígado.
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ola nao tem problema em associa los ,mas na proxima consulta fale sobre sua tireoidite,a qual inclusive pode aumentar sintomas psiquiatricos que possui e potencializar o quadro , o mesmo vale pra menopausa
Olá! Entendo sua preocupação — é importante checar interações. Pela sua descrição (tireoidite de Hashimoto em uso de levotiroxina/Synthroid 50 mcg, progesterona para menopausa, e prescrição de Divalcon ER 250 mg e “Onaz 2,5 mg”), segue uma orientação objetiva e segura.
Considero “Onaz 2,5 mg” como olanzapina 2,5 mg (dosagem e nome comercial sugerem isso). Se for outro medicamento, me avise, pois a orientação pode mudar.
Há contraindicação por causa da tireoide?
Não há contraindicação absoluta entre Hashimoto/levotiroxina e o uso de divalproato e olanzapina.
Porém, o divalproato pode elevar o TSH e reduzir T4 livre em algumas pessoas, agravando hipotireoidismo subclínico. Por isso, é prudente monitorar a função tireoidiana após iniciar.
Pontos de atenção (o que monitorar)
Tireoide
Dosar TSH e T4 livre: basal (agora) e em 6–8 semanas após iniciar divalproato; depois conforme clínica.
Se TSH subir ou sintomas de hipotireoidismo piorarem (cansaço, ganho de peso, frio), ajustar a levotiroxina com seu médico.
Metabólico (especialmente pela olanzapina e também pelo divalproato)
Acompanhar peso/IMC e circunferência abdominal, glicemia/A1c, perfil lipídico: basal, 3 meses e depois periódico.
Olanzapina e divalproato podem aumentar apetite e peso; atuar preventivamente com dieta e atividade física ajuda muito.
Fígado e sangue (divalproato)
Pedir TGO/TGP, bilirrubinas e plaquetas: basal e reavaliar nas primeiras 8–12 semanas.
Atenção a sinais de hepatite (icterícia, urina escura, dor em hipocôndrio direito) ou sangramentos incomuns.
Sedação e segurança
Olanzapina e progesterona podem dar sonolência; em associação com divalproato, isso pode somar. Evite dirigir nas primeiras semanas até saber como seu corpo reage.
Como organizar a tomada dos remédios (prática clínica)
Levotiroxina (Synthroid): em jejum, 30–60 min antes do café, com água, isolada de outros remédios e longe de ferro/cálcio/antiácidos (ideal: ≥4 horas de intervalo).
Divalcon ER 250 mg: preferir à noite com alimento (melhora tolerância gastrointestinal); manter horário fixo.
Olanzapina 2,5 mg: à noite, pelo potencial de sonolência.
Progesterona: também à noite (costuma melhorar o sono). Se a sonolência ficar excessiva, seu médico pode ajustar horários/doses.
Efeitos adversos a observar
Divalproato: náuseas, tremor fino, ganho de peso, queda de cabelo, sonolência; raros mas graves: hepatite, pancreatite, trombocitopenia.
Olanzapina: sonolência, aumento do apetite/peso, constipação, tontura ortostática.
Procure atendimento se houver: dor abdominal intensa, vômitos persistentes, amarelão nos olhos/pele, sangramentos anormais, confusão importante, erupção cutânea grave.
Conclusão objetiva
Com Hashimoto controlada em levotiroxina, é possível usar divalproato e olanzapina com monitorização laboratorial e clínica. O benefício pode superar riscos, desde que você e seu médico acompanhem os marcadores (tireoide, fígado, metabolismo) e sintomas.
Próximo passo (recomendado)
Solicitar: TSH, T4 livre, TGO/TGP, plaquetas, glicemia/A1c, perfil lipídico (basal).
Repetir TSH/T4 livre em 6–8 semanas e painel metabólico em 3 meses.
Ajustar a levotiroxina se TSH mudar ou surgirem sintomas de hipo/hiper.
Se “Onaz” não for olanzapina 2,5 mg, me informe o princípio ativo correto para eu reavaliar interações.
Considero “Onaz 2,5 mg” como olanzapina 2,5 mg (dosagem e nome comercial sugerem isso). Se for outro medicamento, me avise, pois a orientação pode mudar.
Há contraindicação por causa da tireoide?
Não há contraindicação absoluta entre Hashimoto/levotiroxina e o uso de divalproato e olanzapina.
Porém, o divalproato pode elevar o TSH e reduzir T4 livre em algumas pessoas, agravando hipotireoidismo subclínico. Por isso, é prudente monitorar a função tireoidiana após iniciar.
Pontos de atenção (o que monitorar)
Tireoide
Dosar TSH e T4 livre: basal (agora) e em 6–8 semanas após iniciar divalproato; depois conforme clínica.
Se TSH subir ou sintomas de hipotireoidismo piorarem (cansaço, ganho de peso, frio), ajustar a levotiroxina com seu médico.
Metabólico (especialmente pela olanzapina e também pelo divalproato)
Acompanhar peso/IMC e circunferência abdominal, glicemia/A1c, perfil lipídico: basal, 3 meses e depois periódico.
Olanzapina e divalproato podem aumentar apetite e peso; atuar preventivamente com dieta e atividade física ajuda muito.
Fígado e sangue (divalproato)
Pedir TGO/TGP, bilirrubinas e plaquetas: basal e reavaliar nas primeiras 8–12 semanas.
Atenção a sinais de hepatite (icterícia, urina escura, dor em hipocôndrio direito) ou sangramentos incomuns.
Sedação e segurança
Olanzapina e progesterona podem dar sonolência; em associação com divalproato, isso pode somar. Evite dirigir nas primeiras semanas até saber como seu corpo reage.
Como organizar a tomada dos remédios (prática clínica)
Levotiroxina (Synthroid): em jejum, 30–60 min antes do café, com água, isolada de outros remédios e longe de ferro/cálcio/antiácidos (ideal: ≥4 horas de intervalo).
Divalcon ER 250 mg: preferir à noite com alimento (melhora tolerância gastrointestinal); manter horário fixo.
Olanzapina 2,5 mg: à noite, pelo potencial de sonolência.
Progesterona: também à noite (costuma melhorar o sono). Se a sonolência ficar excessiva, seu médico pode ajustar horários/doses.
Efeitos adversos a observar
Divalproato: náuseas, tremor fino, ganho de peso, queda de cabelo, sonolência; raros mas graves: hepatite, pancreatite, trombocitopenia.
Olanzapina: sonolência, aumento do apetite/peso, constipação, tontura ortostática.
Procure atendimento se houver: dor abdominal intensa, vômitos persistentes, amarelão nos olhos/pele, sangramentos anormais, confusão importante, erupção cutânea grave.
Conclusão objetiva
Com Hashimoto controlada em levotiroxina, é possível usar divalproato e olanzapina com monitorização laboratorial e clínica. O benefício pode superar riscos, desde que você e seu médico acompanhem os marcadores (tireoide, fígado, metabolismo) e sintomas.
Próximo passo (recomendado)
Solicitar: TSH, T4 livre, TGO/TGP, plaquetas, glicemia/A1c, perfil lipídico (basal).
Repetir TSH/T4 livre em 6–8 semanas e painel metabólico em 3 meses.
Ajustar a levotiroxina se TSH mudar ou surgirem sintomas de hipo/hiper.
Se “Onaz” não for olanzapina 2,5 mg, me informe o princípio ativo correto para eu reavaliar interações.
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