Tenho uma sobrinha que tem crises convulsivas desde os 12 anos, o médico achava que poderia ser a fa
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Tenho uma sobrinha que tem crises convulsivas desde os 12 anos, o médico achava que poderia ser a fase pré - menstrual. Hoje ela está com 21 anos toma fenobarbital e continua com as crises , as vezes até mais que uma por dia, ela acabou de fazer eletroencefalograma e ressonância e os exames estão normais
Ol[a, existem epilepsias que não melhoram com a dose inicial de medicações e é necessário a associação de várias medicações para o tratamento adequado.
Muitas pessoas com epilepsia não tem alteração nem na ressonancia e nem no eletroencefalograma, mas diante de uma situação desta e que não há melhora é necessário avaliar se não pode ser alguma doença que se pareça com epilepsia mas não é. Uma dica: filme as crises convulsivas e mostre para seu médico, isto ajuda demais a definir o caso
Muitas pessoas com epilepsia não tem alteração nem na ressonancia e nem no eletroencefalograma, mas diante de uma situação desta e que não há melhora é necessário avaliar se não pode ser alguma doença que se pareça com epilepsia mas não é. Uma dica: filme as crises convulsivas e mostre para seu médico, isto ajuda demais a definir o caso
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Olá, tudo bem?
O fato de ela continuar apresentando crises mesmo em uso de medicação indica que o quadro precisa ser reavaliado.
É importante destacar que exames como eletroencefalograma e ressonância podem ser normais em muitos pacientes com epilepsia. Ou seja, resultados normais não excluem o diagnóstico.
Nesses casos, alguns pontos precisam ser revistos: confirmar se realmente se trata de epilepsia, caracterizar melhor o tipo de crise, avaliar se a dose da medicação está adequada e, provavelmente, considerar a troca ou associação com outros anticonvulsivantes.
Por fim, existem casos em que as crises têm relação com o ciclo menstrual (epilepsia catamenial), mas isso também precisa ser bem definido durante a avaliação.
O objetivo do tratamento é deixar o paciente sem crises e com boa tolerância às medicações. Quando isso não está acontecendo, é fundamental ajuste da estratégia terapêutica.
Sugiro, então, acompanhamento com neurologista para investigação e adequação do tratamento.
Um abraço.
O fato de ela continuar apresentando crises mesmo em uso de medicação indica que o quadro precisa ser reavaliado.
É importante destacar que exames como eletroencefalograma e ressonância podem ser normais em muitos pacientes com epilepsia. Ou seja, resultados normais não excluem o diagnóstico.
Nesses casos, alguns pontos precisam ser revistos: confirmar se realmente se trata de epilepsia, caracterizar melhor o tipo de crise, avaliar se a dose da medicação está adequada e, provavelmente, considerar a troca ou associação com outros anticonvulsivantes.
Por fim, existem casos em que as crises têm relação com o ciclo menstrual (epilepsia catamenial), mas isso também precisa ser bem definido durante a avaliação.
O objetivo do tratamento é deixar o paciente sem crises e com boa tolerância às medicações. Quando isso não está acontecendo, é fundamental ajuste da estratégia terapêutica.
Sugiro, então, acompanhamento com neurologista para investigação e adequação do tratamento.
Um abraço.
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