Tive herpes zoster a cinco anos e surgiu algumas algumas marcas manchas idênticas nomeu abdômen. Pod

3 respostas
Tive herpes zoster a cinco anos e surgiu algumas algumas marcas manchas idênticas nomeu abdômen. Pode havido outra outra vez?
Olá. A Herpes Zoster pode ser recorrente sim. Sugiro que procure um médico para que possa ser melhor avaliado.

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Dra. Patricia Gomes Damasceno
Neurologista, Médico do sono, Neurofisiologista
São Paulo
Excelente pergunta — e muito pertinente, pois sim, é possível ter um novo episódio de herpes zoster, embora isso seja relativamente raro em pessoas com imunidade preservada. O herpes zoster é causado pela reativação do vírus varicela-zóster, o mesmo que provoca a catapora, e que permanece “adormecido” nos gânglios nervosos após a infecção inicial. Em algumas situações — como queda da imunidade, estresse intenso, doenças crônicas, uso de corticoides, imunossupressores ou envelhecimento natural do sistema imunológico — o vírus pode reativar-se, causando um novo surto. O fato de as manchas estarem localizadas no mesmo abdômen pode indicar uma reativação parcial ou residual do nervo afetado anteriormente, o que é chamado de recidiva segmentar, mais comum em pessoas que já tiveram dor neuropática prolongada (neuralgia pós-herpética). Porém, também é possível que essas marcas sejam apenas manchas residuais da infecção anterior, já que o herpes zoster pode deixar hiperpigmentação ou pequenas cicatrizes mesmo anos depois, especialmente se houve lesões profundas ou coceira intensa na época. A principal diferença é que, no novo surto, as manchas costumam ser acompanhadas de dor, ardor, coceira, formigamento ou pequenas bolhas no trajeto de um nervo — geralmente de um lado só do corpo. Se as manchas atuais são apenas escurecidas, sem dor, sem bolhas e sem ardência, podem representar alterações cicatriciais e não uma nova infecção. Mas, se houver ardência, sensibilidade ou vesículas novas, é essencial procurar o médico rapidamente, pois o tratamento antiviral é mais eficaz nas primeiras 72 horas após o início dos sintomas. Em casos recorrentes, recomenda-se também investigar o sistema imunológico, avaliar níveis de vitamina D, B12 e glicemia, e considerar a vacina contra o herpes zoster (Zostavax ou Shingrix), indicada para adultos acima de 50 anos ou imunossuprimidos. Em resumo: as manchas no abdômen podem ser resquícios antigos ou um novo surto de herpes zoster; se houver dor, ardor ou surgimento de bolhas, é importante procurar atendimento médico para confirmar e tratar precocemente. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com o neurologista ou dermatologista é essencial para confirmar o diagnóstico e prevenir complicações. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, dor neuropática e medicina do sono, sempre com uma abordagem técnica e humanizada. Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono | CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
Dra. Camila Cirino Pereira
Neurologista, Médico do sono, Psiquiatra
São Paulo
Sua preocupação é muito válida — o uso correto da bolsa coletora de cistostomia é essencial para evitar infecções urinárias, refluxo de urina para a bexiga e obstruções do cateter. O cano (tubo de drenagem) não deve ser enrolado na cintura, pois isso pode causar dobras ou compressões no tubo, dificultando a passagem da urina e aumentando o risco de vazamentos, refluxo, infecção ou deslocamento do cateter. O ideal é que o sistema de drenagem fique livre, sem dobras, e que a bolsa permaneça posicionada abaixo do nível da bexiga (geralmente presa na perna ou pendurada discretamente ao lado da perna), para que a urina flua por gravidade. Veja as recomendações mais seguras para o uso diário: 1⃣ Durante o dia: o mais indicado é usar bolsa coletora de perna, presa com tiras elásticas e mantida abaixo da linha da bexiga, fixada na parte interna ou externa da coxa. O tubo deve estar livre, sem estar apertado nem enrolado, para que o fluxo da urina seja contínuo. 2⃣ Durante a noite: deve-se conectar uma bolsa coletora de drenagem maior, pendurada em um suporte ao lado da cama, também abaixo do nível da bexiga, para evitar refluxo noturno. O tubo da cistostomia deve permanecer reto e livre de dobras. 3⃣ Fixação do tubo: o cano pode ser preso com fita adesiva médica ou suporte de cateter na pele, próximo ao abdome, apenas para impedir tração ou movimentos bruscos — mas nunca apertado ou enrolado ao corpo. 4⃣ Cuidados com a bolsa e o cateter: • Esvazie a bolsa sempre que estiver 2/3 cheia, sem encostar na saída de drenagem; • Lave as mãos antes e depois de manusear; • Faça higiene do local da cistostomia diariamente, apenas com água e sabão neutro; • Nunca desconecte o sistema desnecessariamente; • Troque a bolsa conforme orientação médica (geralmente a cada 7 dias ou antes, se houver odor, vazamento ou resíduo). 5⃣ Sinais de alerta: urina turva, com odor forte, sangue, febre, dor abdominal ou inchaço indicam infecção urinária e exigem avaliação médica imediata. Em resumo: não é seguro enrolar o tubo da bolsa de cistostomia na cintura, pois isso pode obstruir o fluxo urinário e causar complicações. A forma correta é manter o tubo livre, a bolsa sempre abaixo da bexiga e fixada na perna, com higienização e trocas regulares conforme orientação médica ou de enfermagem. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui a orientação do médico ou enfermeiro responsável pelo cuidado da cistostomia. O acompanhamento regular com o urologista e equipe de enfermagem especializada é fundamental para prevenir complicações e garantir segurança no uso do sistema coletor. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde do idoso e cuidados integrados, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728

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