Tomo Clinazepam a mais de 20 anos e o médico pediu para trocar por Lorazep 2 mg e não estou consegui
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Tomo Clinazepam a mais de 20 anos e o médico pediu para trocar por Lorazep 2 mg e não estou conseguindo dormir. Que devo fazer? Sou idoso tenho 70 anos!
O uso de benzodiazepínicos, como o Clonazepam e o Lorazepam, exige atenção especial, principalmente em pessoas idosas. Elas podem aumentar o risco de quedas, fraturas, sonolência excessiva, alterações de memória, confusão mental e dependência, principalmente quando utilizadas por longos períodos.
Os Critérios de Beers, uma das principais referências internacionais sobre medicamentos potencialmente inadequados para idosos, orientam evitar o uso prolongado de benzodiazepínicos nessa faixa etária sempre que possível, justamente pelos riscos associados.
Além disso, esses medicamentos geralmente não são considerados a melhor opção para tratamento crônico da insônia. Com o passar do tempo, o organismo desenvolve tolerância, fazendo com que o efeito para dormir diminua e a retirada se torne mais difícil.
Quando uma pessoa usa um benzodiazepínico há muitos anos, qualquer ajuste — seja redução da dose, troca da medicação ou tentativa de retirada — pode provocar piora temporária do sono, ansiedade ou sintomas de abstinência. Por isso, essas mudanças precisam ser individualizadas e acompanhadas de perto pelo médico assistente.
Existem situações em que o profissional pode optar por estratégias diferentes durante esse processo, dependendo do histórico clínico, da dose utilizada, da tolerância do paciente e dos objetivos do tratamento. Por isso, sem conhecer todos os detalhes do caso, não é possível afirmar se a troca foi adequada ou inadequada. O mais importante é retornar para reavaliação com seu médico.
Hoje, as diretrizes costumam priorizar medidas não medicamentosas para insônia e, quando necessário, outras opções de medicação mais seguras para idosos.
Os Critérios de Beers, uma das principais referências internacionais sobre medicamentos potencialmente inadequados para idosos, orientam evitar o uso prolongado de benzodiazepínicos nessa faixa etária sempre que possível, justamente pelos riscos associados.
Além disso, esses medicamentos geralmente não são considerados a melhor opção para tratamento crônico da insônia. Com o passar do tempo, o organismo desenvolve tolerância, fazendo com que o efeito para dormir diminua e a retirada se torne mais difícil.
Quando uma pessoa usa um benzodiazepínico há muitos anos, qualquer ajuste — seja redução da dose, troca da medicação ou tentativa de retirada — pode provocar piora temporária do sono, ansiedade ou sintomas de abstinência. Por isso, essas mudanças precisam ser individualizadas e acompanhadas de perto pelo médico assistente.
Existem situações em que o profissional pode optar por estratégias diferentes durante esse processo, dependendo do histórico clínico, da dose utilizada, da tolerância do paciente e dos objetivos do tratamento. Por isso, sem conhecer todos os detalhes do caso, não é possível afirmar se a troca foi adequada ou inadequada. O mais importante é retornar para reavaliação com seu médico.
Hoje, as diretrizes costumam priorizar medidas não medicamentosas para insônia e, quando necessário, outras opções de medicação mais seguras para idosos.
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Boa noite. Segundo as evidencias cientificas os pacientes maiores de 60 anos não deveriam tomar benzodiazepinicos( diazepam,clonazepam,lorazepam) pelo risco de quedas e diminuição da memória.
Olá! O ideal é que essa troca seja feita gradualmente, com um "desmame" do clonazepam enquanto o substitui por outra medicação. Realmente o clonazepam não é a melhor opção para o senhor para induzir o sono, há opções melhores que podemos tentar!
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