Tomo clonazepam a 5 quase 6 anos (comprimido 2,5 mg) conversei com meu psiquiatra e es
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Tomo clonazepam a 5 quase 6 anos (comprimido 2,5 mg) conversei com meu psiquiatra e estou fznd desmame com o clonazepam em gotas 15 gotas a noite,no entanto tenho sentido sintomas de abstinência falta de ar ,coração, acelerado aperto no peito,fisgadas no corpo,é normal? O desmame pode provocar alucinações ?pois tenho esquizofrenia paranoide. E o q fzr se por algum acaso minha pressão oscilar ou aumentar o q devo fzr não qr ter problema de pressão alta pois infelizmente já possuo esquizofrenia paranoide seria pior para mim, como proceder em relação ao desmame do clonazepam?
Sim, os sintomas que você está sentindo podem estar relacionados ao desmame do clonazepam, especialmente se ele estiver sendo feito de forma rápida ou se o seu organismo estiver mais sensível. Sintomas como falta de ar, taquicardia, aperto no peito, fisgadas e sensação de angústia são comuns em casos de retirada ou redução de benzodiazepínicos, mesmo que controlada.
Como você tem esquizofrenia paranoide, é fundamental que o desmame seja feito de forma muito lenta e acompanhada bem de perto pelo seu psiquiatra, pois a interrupção abrupta ou a redução acelerada pode sim causar instabilidade emocional, aumento da ansiedade e, em alguns casos, até intensificação de sintomas psicóticos, como alucinações ou pensamentos persecutórios.
Sobre a pressão arterial, estados de ansiedade intensa, abstinência ou estresse podem sim elevar a pressão, mas não significa que você desenvolverá hipertensão permanente. Se perceber os sintomas muito intensos ou persistentes, ou se a pressão subir de forma significativa (acima de 140/90 de forma constante), o ideal é comunicar ao seu médico, que poderá ajustar o plano terapêutico, desacelerar o desmame ou incluir alguma medida temporária de suporte.
O que fazer nesse momento:
– Não interrompa o clonazepam de forma brusca;
– Relate imediatamente esses sintomas ao seu psiquiatra;
– Se necessário, o médico pode voltar a uma dose um pouco mais alta e depois reduzir ainda mais devagar;
– Evite automedicação para pressão ou ansiedade sem orientação.
Essas informações são educativas e não substituem uma consulta médica. Em caso de dúvidas ou sintomas, procure um médico psiquiatra. Estou à disposição.
Como você tem esquizofrenia paranoide, é fundamental que o desmame seja feito de forma muito lenta e acompanhada bem de perto pelo seu psiquiatra, pois a interrupção abrupta ou a redução acelerada pode sim causar instabilidade emocional, aumento da ansiedade e, em alguns casos, até intensificação de sintomas psicóticos, como alucinações ou pensamentos persecutórios.
Sobre a pressão arterial, estados de ansiedade intensa, abstinência ou estresse podem sim elevar a pressão, mas não significa que você desenvolverá hipertensão permanente. Se perceber os sintomas muito intensos ou persistentes, ou se a pressão subir de forma significativa (acima de 140/90 de forma constante), o ideal é comunicar ao seu médico, que poderá ajustar o plano terapêutico, desacelerar o desmame ou incluir alguma medida temporária de suporte.
O que fazer nesse momento:
– Não interrompa o clonazepam de forma brusca;
– Relate imediatamente esses sintomas ao seu psiquiatra;
– Se necessário, o médico pode voltar a uma dose um pouco mais alta e depois reduzir ainda mais devagar;
– Evite automedicação para pressão ou ansiedade sem orientação.
Essas informações são educativas e não substituem uma consulta médica. Em caso de dúvidas ou sintomas, procure um médico psiquiatra. Estou à disposição.
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O desmame do clonazepam deve ser feito de maneira lenta e gradual. É normal sentir alguns sintomas de abstinência mas é importante que seja avaliado se esses sintomas estão muito fortes ou não. Sugiro que agende uma nova consulta para que seja feita essa avaliação e que seu psiquiatra explique melhor sobre os possíveis efeitos colaterais que o desmame pode trazer
Você está descrevendo sintomas típicos de abstinência de benzodiazepínico: falta de ar, coração acelerado, aperto no peito, “fisgadas”, ansiedade e piora do sono. Podem ocorrer também alterações perceptivas (hipersensibilidade a luz/sons, sensação de irrealidade) e, em quem tem esquizofrenia, isso pode mimetizar ou agravar sintomas psicóticos. Por isso, o desmame precisa ser mais lento e muito bem monitorado.
Por que está acontecendo?
Você usou clonazepam por ~6 anos e fez uma redução grande (ex.: 2,5 mg em comprimido → “15 gotas” à noite; em geral, 1 gota ≈ 0,1 mg, então 15 gotas ≈ 1,5 mg). Isso é ~40% de corte, alto para quem usa há anos — tende a causar abstinência.
Como proceder (seguro e prático)
1. Voltar um passo: converse com seu psiquiatra para retornar à última dose bem tolerada (por poucos dias/1–2 semanas) e reiniciar o desmame mais devagar.
2. Ritmo do desmame: regra geral é reduzir 5–10% da dose a cada 2–4 semanas (às vezes mais lento). Use as gotas para fazer micro-reduções (ex.: -1 a -2 gotas por vez), mantendo a mesma dose diária, sem “pular dias”.
3. Se os sintomas apertarem: segure na mesma dose por mais tempo até estabilizar, depois volte a reduzir.
4. Apoios que ajudam (avaliar com seu médico): higiene do sono, psicoterapia breve focada em desmame, evitar cafeína/álcool, hidratação regular; em alguns casos, o médico considera propranolol para palpitação, ou ajustes no antipsicótico para proteger de recaída.
5. Pressão arterial: medir sentado, em repouso. Se subir, faça respiração lenta (4–4–6) por 5 minutos e repita a medida. Procure urgência se ≥180/120 ou se vier com dor no peito, falta de ar importante, fraqueza em um lado, confusão intensa.
6. Sinais de alerta (ir agora ao pronto-atendimento): ideias de se machucar, alucinações/ideias persecutórias em escalada, agitação incontrolável, desmaio, dor torácica forte.
Sobre “alucinações” no desmame
Sim, podem acontecer em abstinência, mas como você tem esquizofrenia paranoide, é essencial diferenciar abstinência de recaída. Isso reforça a necessidade de desmame mais lento e acompanhamento muito próximo do seu psiquiatra/CAPS.
Se quiser, organizo um passo-a-passo de desmame personalizado (calendário de gotas, metas semanais, técnicas para crise, quando “segurar” e quando reduzir), para você levar à próxima consulta e alinhar com sua médica.
Por que está acontecendo?
Você usou clonazepam por ~6 anos e fez uma redução grande (ex.: 2,5 mg em comprimido → “15 gotas” à noite; em geral, 1 gota ≈ 0,1 mg, então 15 gotas ≈ 1,5 mg). Isso é ~40% de corte, alto para quem usa há anos — tende a causar abstinência.
Como proceder (seguro e prático)
1. Voltar um passo: converse com seu psiquiatra para retornar à última dose bem tolerada (por poucos dias/1–2 semanas) e reiniciar o desmame mais devagar.
2. Ritmo do desmame: regra geral é reduzir 5–10% da dose a cada 2–4 semanas (às vezes mais lento). Use as gotas para fazer micro-reduções (ex.: -1 a -2 gotas por vez), mantendo a mesma dose diária, sem “pular dias”.
3. Se os sintomas apertarem: segure na mesma dose por mais tempo até estabilizar, depois volte a reduzir.
4. Apoios que ajudam (avaliar com seu médico): higiene do sono, psicoterapia breve focada em desmame, evitar cafeína/álcool, hidratação regular; em alguns casos, o médico considera propranolol para palpitação, ou ajustes no antipsicótico para proteger de recaída.
5. Pressão arterial: medir sentado, em repouso. Se subir, faça respiração lenta (4–4–6) por 5 minutos e repita a medida. Procure urgência se ≥180/120 ou se vier com dor no peito, falta de ar importante, fraqueza em um lado, confusão intensa.
6. Sinais de alerta (ir agora ao pronto-atendimento): ideias de se machucar, alucinações/ideias persecutórias em escalada, agitação incontrolável, desmaio, dor torácica forte.
Sobre “alucinações” no desmame
Sim, podem acontecer em abstinência, mas como você tem esquizofrenia paranoide, é essencial diferenciar abstinência de recaída. Isso reforça a necessidade de desmame mais lento e acompanhamento muito próximo do seu psiquiatra/CAPS.
Se quiser, organizo um passo-a-passo de desmame personalizado (calendário de gotas, metas semanais, técnicas para crise, quando “segurar” e quando reduzir), para você levar à próxima consulta e alinhar com sua médica.
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