Tomo o Alenthus 150 mg meu psiquiatra trocou pelo Pondera comecei tomar porém no segundo dia senti u

2 respostas
Tomo o Alenthus 150 mg meu psiquiatra trocou pelo Pondera comecei tomar porém no segundo dia senti uma dor de cabeça terrível e voltei a tomar o Alenthus pode trocar assim sem o desmame ?
Dra. Maria Raquel F. M. Vieira
Psiquiatra
Belo Horizonte
Quando a troca é feita de uma vez esses sintomas podem acontecer. A estratégia que mais usamos é a troca em X, vamos diminuindo a dose de um e subindo a do outro, mas não necessariamente tem que ser feito dessa maneira. Se você não tolerou a suspensão do Alenthus (e ele é um remédio mais chatinho pra tirar mesmo), marque um retorno com seu médico! Ele vai traçar uma estratégia pra conseguir fazer a troca de maneira mais confortável pra você.

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Quando se trata de mudanças em medicamentos antidepressivos, é geralmente recomendada uma abordagem cuidadosa e gradual para minimizar efeitos colaterais e sintomas de descontinuação. O "Alenthus" (provavelmente referindo-se à venlafaxina) e o "Pondera" (paroxetina) são ambos antidepressivos, mas pertencem a classes diferentes e possuem mecanismos de ação distintos.

Considerações Sobre a Mudança de Medicamento:

Desmame Gradual: Tipicamente, ao trocar de um antidepressivo como a venlafaxina para a paroxetina, um plano de desmame progressivo é implementado. Isso ajuda a reduzir o risco de sintomas de retirada, como a dor de cabeça que você experimentou.


Risco de Sintomas de Retirada: A descontinuação abrupta de antidepressivos, especialmente aqueles com meia-vida curta como a venlafaxina, pode levar a sintomas desconfortáveis.


Início Gradual do Novo Medicamento: Além do desmame, a introdução do novo medicamento pode ser feita gradualmente para permitir que o corpo se adapte ao novo tratamento.

Recomendações:

Consulte seu Psiquiatra: É vital discutir sua experiência e a recaída à automedicação com seu psiquiatra. Eles podem ajustar o plano de transição para minimizar os efeitos negativos.


Plano Personalizado de Transição: Pergunte sobre um plano personalizado que inclua possíveis etapas intermediárias ou um ajuste mais gradual do medicamento original.


Monitoramento e Ajuste: Feedback contínuo sobre sua experiência pode permitir ajustes oportunos, garantindo que a transição entre os medicamentos seja o mais suave e eficaz possível.


Gestão dos Sintomas de Retirada: Caso sintomas persistam, perguntar sobre estratégias ou medicamentos auxiliares para aliviar potenciais sintomas de retirada pode ajudar durante a transição.

Lembre-se de que alterar medicamentos psiquiátricos deve sempre ser feito sob supervisão médica rigorosa. Portanto, seu médico é o melhor recurso para ajudá-lo a gerenciar essa transição de maneira segura e eficaz.

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