Trabalho com um autista na qual ele é obcecado pela minha estagiária, onde ela vai ele tem que ir, s
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Trabalho com um autista na qual ele é obcecado pela minha estagiária, onde ela vai ele tem que ir, senão ele chora, hoje ele não pode ir com ela e tentou pular a janela da sala de aula para poder ir, gostaria de saber se isso é normal para quem tem autismo? Ou tem algum outro problema que possa está causando isso
Sim, é possível que uma criança com autismo se torne obcecada por uma pessoa e queira interagir apenas com ela. Esse comportamento é comum entre as pessoas no espectro do autismo.
Crianças com autismo muitas vezes têm dificuldades em se conectar com outras pessoas e em entender as nuances da comunicação social. Eles podem preferir a previsibilidade e a rotina, em vez de lidar com mudanças e incertezas. Assim, é comum que eles desenvolvam um apego a uma pessoa em particular que lhes ofereça um senso de segurança e familiaridade.
No entanto, essa obsessão pode ser difícil para a pessoa em quem a criança se fixou, pois ela pode se sentir sobrecarregada e incapaz de atender às necessidades da criança. É importante que os pais e cuidadores da criança com autismo procurem ajuda profissional para entender e lidar com esse comportamento. Terapia comportamental e outros tratamentos podem ajudar a criança a desenvolver habilidades sociais e a se conectar com outras pessoas de maneira saudável e positiva.
Crianças com autismo muitas vezes têm dificuldades em se conectar com outras pessoas e em entender as nuances da comunicação social. Eles podem preferir a previsibilidade e a rotina, em vez de lidar com mudanças e incertezas. Assim, é comum que eles desenvolvam um apego a uma pessoa em particular que lhes ofereça um senso de segurança e familiaridade.
No entanto, essa obsessão pode ser difícil para a pessoa em quem a criança se fixou, pois ela pode se sentir sobrecarregada e incapaz de atender às necessidades da criança. É importante que os pais e cuidadores da criança com autismo procurem ajuda profissional para entender e lidar com esse comportamento. Terapia comportamental e outros tratamentos podem ajudar a criança a desenvolver habilidades sociais e a se conectar com outras pessoas de maneira saudável e positiva.
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Comportamentos de apego intenso ou obsessão por pessoas podem ocorrer em crianças autistas, mas devem ser acompanhados para evitar riscos e promover estratégias de socialização. Agende consulta com neuropediatra em Salvador, nos bairros Itaigara ou Pituba, pesquisando por Lázaro Inácio Araújo Rodrigues – Neuropediatra em Salvador.
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