Transtorno conversível tem cura?pois fui diagnosticado não sei por onde começar quem eu devo procura
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Transtorno conversível tem cura? pois fui diagnosticado e não sei por onde começar, quem eu devo procurar, neurologista psicólogo ou psiquiatra?
Acredito que "conversível" possa ser algum erro de digitação. Talvez esteja se referindo a "transtorno de conversão". Se for um caso de transtorno de conversão, psiquiatras ou psicólogos ou uma equipe constituída por ambos são os profissionais mais indicados para o tratamento.
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Bom dia! O indicado é o tratamento "casado" de psicoterapia e psiquiatria. Ele pode ou não ter cura, dependendo do grau, tempo de sintomas, entre outros fatores. Mas o paciente pode ter uma vida normal e com controle da sintomatologia.
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Sim, o transtorno conversivo tem tratamento e, em muitos casos, há melhora importante e até remissão dos sintomas ao longo do tempo.
Hoje chamamos de Transtorno de Conversão. Ele não é “frescura” nem algo que a pessoa controla. São sintomas reais do corpo, como fraqueza, tremores, crises, alterações de fala ou sensibilidade, que acontecem por um funcionamento alterado do sistema nervoso, geralmente relacionado a fatores emocionais e de estresse. Sobre por onde começar, o ideal costuma ser um cuidado integrado. O neurologista é importante no início para avaliar e afastar outras causas orgânicas, principalmente se isso ainda não foi feito de forma completa. Depois disso, o acompanhamento principal geralmente fica com psiquiatra e psicólogo. O psiquiatra ajuda a organizar o diagnóstico, tratar sintomas associados como ansiedade ou depressão e, quando necessário, ajustar medicações. O psicólogo trabalha a base do problema, ajudando você a entender gatilhos, padrões emocionais e desenvolver formas de regulação. Um ponto muito importante é que o tratamento não é só “conversar”. Muitas vezes envolve técnicas específicas, como terapia cognitivo-comportamental, e em alguns casos até fisioterapia direcionada quando há sintomas motores.Quanto mais cedo iniciar um acompanhamento estruturado, melhor tende a ser a evolução.
Se você quiser, posso te ajudar a organizar um plano inicial baseado no seu caso e te orientar exatamente por onde começar, de forma prática e sem ficar perdido nesse processo.
Hoje chamamos de Transtorno de Conversão. Ele não é “frescura” nem algo que a pessoa controla. São sintomas reais do corpo, como fraqueza, tremores, crises, alterações de fala ou sensibilidade, que acontecem por um funcionamento alterado do sistema nervoso, geralmente relacionado a fatores emocionais e de estresse. Sobre por onde começar, o ideal costuma ser um cuidado integrado. O neurologista é importante no início para avaliar e afastar outras causas orgânicas, principalmente se isso ainda não foi feito de forma completa. Depois disso, o acompanhamento principal geralmente fica com psiquiatra e psicólogo. O psiquiatra ajuda a organizar o diagnóstico, tratar sintomas associados como ansiedade ou depressão e, quando necessário, ajustar medicações. O psicólogo trabalha a base do problema, ajudando você a entender gatilhos, padrões emocionais e desenvolver formas de regulação. Um ponto muito importante é que o tratamento não é só “conversar”. Muitas vezes envolve técnicas específicas, como terapia cognitivo-comportamental, e em alguns casos até fisioterapia direcionada quando há sintomas motores.Quanto mais cedo iniciar um acompanhamento estruturado, melhor tende a ser a evolução.
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