Um antidepressivo pode levar mais de 3 meses para começar a fazer efeito por completo se foi começad
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Um antidepressivo pode levar mais de 3 meses para começar a fazer efeito por completo se foi começado a tomar em junho?
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Cada pessoa responde de forma única a cada tratamento.
Algumas pessoas melhoram rápido, outras demoram mais podendo ser necessário ajuste de dose medicamentosa.
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Sim, é possível que um antidepressivo leve mais de três meses para exercer seus efeitos terapêuticos completos, embora isso varie conforme o paciente e o tipo de transtorno tratado. Em termos acadêmicos, a literatura aponta que os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como a sertralina ou fluoxetina, costumam apresentar resposta clínica inicial entre 2 e 4 semanas, com efeito terapêutico mais consolidado entre 6 e 12 semanas. No entanto, em quadros depressivos mais graves, crônicos ou resistentes, a resposta pode ser mais lenta, podendo ultrapassar esse período. Isso se deve à neuroplasticidade cerebral e às adaptações nos receptores serotoninérgicos, processos que ocorrem de forma gradual.
Na prática, o paciente pode não perceber melhora imediata e, mesmo após algumas semanas, sentir apenas benefícios parciais. Nesses casos, é fundamental manter a adesão ao tratamento e o acompanhamento médico, pois o ajuste de dose ou até a associação com outras abordagens (psicoterapia, por exemplo) pode ser necessário. Além disso, fatores como comorbidades, metabolismo individual, estilo de vida e até questões psicossociais influenciam a resposta ao medicamento. Portanto, embora três meses seja um marco de avaliação comum, ultrapassá-lo não significa, por si só, que o tratamento falhou. A decisão clínica deve considerar a evolução individual do paciente, com base em parâmetros subjetivos (como a sensação de bem-estar) e objetivos (melhora funcional e redução dos sintomas).
Na prática, o paciente pode não perceber melhora imediata e, mesmo após algumas semanas, sentir apenas benefícios parciais. Nesses casos, é fundamental manter a adesão ao tratamento e o acompanhamento médico, pois o ajuste de dose ou até a associação com outras abordagens (psicoterapia, por exemplo) pode ser necessário. Além disso, fatores como comorbidades, metabolismo individual, estilo de vida e até questões psicossociais influenciam a resposta ao medicamento. Portanto, embora três meses seja um marco de avaliação comum, ultrapassá-lo não significa, por si só, que o tratamento falhou. A decisão clínica deve considerar a evolução individual do paciente, com base em parâmetros subjetivos (como a sensação de bem-estar) e objetivos (melhora funcional e redução dos sintomas).
Se for em idosos o tempo para apresentar melhora pode demorar isto mesmo, até 12 semanas. Se em jovens, consideramos entre 2 e 8 semanas.
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