Uma criança de 9 anos, autista severo, não verbal, começou a tomar cloridrato de fluoxetina ( já tom
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Uma criança de 9 anos, autista severo, não verbal, começou a tomar cloridrato de fluoxetina ( já tomava risperidona). Por duas semanas, as estereotipias reduziram quase a zero, ficou mais concentrado e calmo. Após esse período, o efeito passou: estereotipias voltaram mais fortes, mais agitação, risos inapropriados e compulsão por comer flores. O que pode ter causado essa mudança de comportamento em tão pouco tempo?
Entendo sua preocupação e confusão com a mudança súbita no comportamento de seu filho. Você notou uma melhora significativa com o uso do cloridrato de fluoxetina, seguida por um retorno dos sintomas, até mais intensos. Permita-me tentar esclarecer essa situação de uma maneira simples e direta.
A medicação que seu filho está tomando, incluindo a fluoxetina, tem como objetivo auxiliar no controle dos sintomas associados ao autismo, como as estereotipias e a agitação. No entanto, a resposta a esses medicamentos pode ser bastante variável, principalmente em crianças com autismo severo e não verbais.
O que parece ter ocorrido, após um período de melhora, é uma adaptação do organismo à medicação. É algo que pode acontecer, principalmente quando estamos lidando com o delicado equilíbrio do cérebro. Às vezes, a resposta inicial ao medicamento é positiva, mas com o tempo, o corpo se ajusta, e os sintomas podem retornar. Também é possível que haja fatores externos, como mudanças na rotina ou no ambiente, que estejam contribuindo para essa mudança de comportamento.
É fundamental, nesse momento, manter a calma e não tomar decisões apressadas sobre a medicação sem conversar com o médico responsável. O acompanhamento contínuo e uma avaliação detalhada são essenciais para entender o que realmente está acontecendo e ajustar o tratamento, se necessário.
Sei que esta é uma situação angustiante, mas quero tranquilizá-la: com paciência, observação e colaboração com os profissionais de saúde, é possível encontrar uma abordagem que ajude seu filho a se sentir mais confortável e equilibrado novamente.
Caso queira, podemos agendar uma teleconsulta para acompanhar de perto a situação e tirar quaisquer dúvidas adicionais. Estarei à disposição para ajudar você e seu filho no que for necessário. A proximidade, mesmo que virtual, pode ser de grande valia nesse momento.
A medicação que seu filho está tomando, incluindo a fluoxetina, tem como objetivo auxiliar no controle dos sintomas associados ao autismo, como as estereotipias e a agitação. No entanto, a resposta a esses medicamentos pode ser bastante variável, principalmente em crianças com autismo severo e não verbais.
O que parece ter ocorrido, após um período de melhora, é uma adaptação do organismo à medicação. É algo que pode acontecer, principalmente quando estamos lidando com o delicado equilíbrio do cérebro. Às vezes, a resposta inicial ao medicamento é positiva, mas com o tempo, o corpo se ajusta, e os sintomas podem retornar. Também é possível que haja fatores externos, como mudanças na rotina ou no ambiente, que estejam contribuindo para essa mudança de comportamento.
É fundamental, nesse momento, manter a calma e não tomar decisões apressadas sobre a medicação sem conversar com o médico responsável. O acompanhamento contínuo e uma avaliação detalhada são essenciais para entender o que realmente está acontecendo e ajustar o tratamento, se necessário.
Sei que esta é uma situação angustiante, mas quero tranquilizá-la: com paciência, observação e colaboração com os profissionais de saúde, é possível encontrar uma abordagem que ajude seu filho a se sentir mais confortável e equilibrado novamente.
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Olá. Considera-se possível reação paradoxal ou desorganização neuroquímica induzida pela fluoxetina, além da hipótese de interação com a risperidona, alterando o perfil comportamental do seu filho. Sugiro reavaliação da medicação, com possível ajuste ou suspensão gradual da fluoxetina, e monitoramento clínico próximo. À disposição!
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