Uma pessoa que teve seu primeiro surto já adulta, casada e com filhos, já sendo medicada e fazendo

6 respostas
Uma pessoa que teve seu primeiro surto já adulta, casada e com filhos, já sendo medicada e fazendo o tratamento corretamente, e aparentemente está cada dia melhor, por exemplo, sem delírios e alucinações, ainda assim pode ser perigoso para os familiares?
Mesmo o paciente estando bem medicado e aderente ao tratamento, novos surtos psicóticos não podem ser descartados. É, no entanto, pouco provável. Sinais de alerta costumam ocorrer, como por exemplo insônias repetidas. O regular acompanhamento psiquiátrico, com importante investimento em psicoeducaçoes do paciente e da família, costumam detectar indicios de surto, proporcionando intervenção precoce e controle da situação.

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 Naiara Fernandes De Souza
Psicólogo
Londrina
O surto psicótico que seria um episódio perigoso tanto para família quanto ao próprio paciente, só ocorre se suspender o tratamento medicamentoso, caso suspenda é necessário identificar o porque?
Realizar o tratamento é ir além dos remédios, o paciente deve comparecer em todas as consultas psiquiátricas, buscar um psicólogo e também a terapia ocupacional, desta forma a garantia de estabilidade é maior.
Perigosa em que sentido? de entrar em novo surto e ficar agressiva?

Acho pouco provável levando em consideração que está tendo boa resposta ao tratamento a não ser que ela interrompa o tratamento.
 Daniel Gil Gomes
Psicólogo
Guarulhos
Quanto ao quadro que você descreveu, o risco de surto é muito pequeno, sendo muito importante o acompanhamento psicológico, não só para a pessoa , mais também para os familiares.
 Bárbara Adele de Moraes
Psicanalista, Psicólogo
Sorocaba
O surto psicótico é desencadeado por um "gatilho", que poderia ser identificado e acompanhado em atendimento psicológico, além do acompanhamento medicamentoso realizado pelo psiquiatra.
Esta seria uma das maneiras de se trabalhar preventivamente, mas não há garantia 100% de que não poderá mais ocorrer um surto.
Dr. Pádua Freire
Médico clínico geral
Fortaleza
Olá, boa tarde! Primeiramente, teria que entender como foi esse primeiro surto, avaliar as medicações que está tomando, os sinais e sintomas atuais, para identificar se hoje há esse risco. O ideal é que ela tenha um acompanhamento regular, para minimizar os riscos.

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