Uma pessoa que teve seu primeiro surto já adulta, casada e com filhos, já sendo medicada e fazendo
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Uma pessoa que teve seu primeiro surto já adulta, casada e com filhos, já sendo medicada e fazendo o tratamento corretamente, e aparentemente está cada dia melhor, por exemplo, sem delírios e alucinações, ainda assim pode ser perigoso para os familiares?
Mesmo o paciente estando bem medicado e aderente ao tratamento, novos surtos psicóticos não podem ser descartados. É, no entanto, pouco provável. Sinais de alerta costumam ocorrer, como por exemplo insônias repetidas. O regular acompanhamento psiquiátrico, com importante investimento em psicoeducaçoes do paciente e da família, costumam detectar indicios de surto, proporcionando intervenção precoce e controle da situação.
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O surto psicótico que seria um episódio perigoso tanto para família quanto ao próprio paciente, só ocorre se suspender o tratamento medicamentoso, caso suspenda é necessário identificar o porque?
Realizar o tratamento é ir além dos remédios, o paciente deve comparecer em todas as consultas psiquiátricas, buscar um psicólogo e também a terapia ocupacional, desta forma a garantia de estabilidade é maior.
Realizar o tratamento é ir além dos remédios, o paciente deve comparecer em todas as consultas psiquiátricas, buscar um psicólogo e também a terapia ocupacional, desta forma a garantia de estabilidade é maior.
Perigosa em que sentido? de entrar em novo surto e ficar agressiva?
Acho pouco provável levando em consideração que está tendo boa resposta ao tratamento a não ser que ela interrompa o tratamento.
Acho pouco provável levando em consideração que está tendo boa resposta ao tratamento a não ser que ela interrompa o tratamento.
Quanto ao quadro que você descreveu, o risco de surto é muito pequeno, sendo muito importante o acompanhamento psicológico, não só para a pessoa , mais também para os familiares.
O surto psicótico é desencadeado por um "gatilho", que poderia ser identificado e acompanhado em atendimento psicológico, além do acompanhamento medicamentoso realizado pelo psiquiatra.
Esta seria uma das maneiras de se trabalhar preventivamente, mas não há garantia 100% de que não poderá mais ocorrer um surto.
Esta seria uma das maneiras de se trabalhar preventivamente, mas não há garantia 100% de que não poderá mais ocorrer um surto.
Olá, boa tarde! Primeiramente, teria que entender como foi esse primeiro surto, avaliar as medicações que está tomando, os sinais e sintomas atuais, para identificar se hoje há esse risco. O ideal é que ela tenha um acompanhamento regular, para minimizar os riscos.
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