Rafaella Hoffmeister

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP RS 42952

Experiência

Sou psicóloga com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e pós-graduanda em Neuropsicologia. Atendo crianças, adolescentes e adultos, oferecendo um espaço acolhedor, ético e respeitoso para o cuidado da saúde mental. Meu trabalho é pautado na escuta ativa e no desenvolvimento de estratégias que promovam o bem-estar emocional, o autoconhecimento e a autonomia do paciente. 

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Dúvidas respondidas

20 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Estou me sentindo insegura em relação ao meu namorado ter muitas amigas. Principalmente uma em específico que ele já gostou e ficou com ela logo antes de ter começado a ficar comigo e mesmo depois de a gente ter começado a namorar entre nunca parou de falar com ela. Ele sempre me trata muito bem e faz muito por mim, mas eu tenho um trauma e me sinto insegura com isso.

Olá! Seus sentimentos são válidos e merecem atenção. É natural se sentir insegura quando há um histórico com essa pessoa e, ao mesmo tempo, é importante diferenciar o que é fruto de experiências passadas (traumas) do que realmente acontece no presente. Conversar com seu parceiro de forma aberta e respeitosa sobre como você se sente pode fortalecer o vínculo. E, se essa insegurança estiver te causando sofrimento, vale considerar apoio terapêutico para trabalhar sua autoestima e confiança.

 Rafaella Hoffmeister

Minha filha de 8 anos está com pensamentos muito negativos, tudo que ela vê de ruim na tv, rua ou internet ela diz que pensa que é ela ou a maioria das vezes eu, ela já até chegou a dizer que queria que eu morresse igual a avó dela.
Após a partida da vó esses pensamentos vieram.
Todas as vezes que ela vê um personagem feio ou uma pessoa (diferente) ela diz que sou eu, sempre coloca desfeitos em mim.
Não sei mais como fazer, já conversei muito com ela mais não resolveu, sou uma mãe muito presente e cuidadosa.
Me ajudem por favor ando muito triste com toda essa situação .

Olá, entendo sua dor e preocupação. O que você relata pode estar relacionado ao luto infantil e à dificuldade da sua filha em lidar com a perda da avó. Nessa idade, sentimentos intensos muitas vezes aparecem como comportamentos difíceis ou pensamentos negativos. Quando ela direciona isso a você, não significa rejeição — a mãe é, muitas vezes, a figura com quem ela mais se conecta e também a que mais teme perder. Esses pensamentos não são culpa dela, nem sua, mas indicam que ela precisa de apoio psicológico para entender e expressar o que sente. Buscar ajuda profissional é um passo importante e necessário. Você não está sozinha.

 Rafaella Hoffmeister
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