Rua da Glória, 116, Juiz de Fora 36035-150
Especialista com ênfase em Transtorno obsessivo compulsivo, perfeccionismo, ansiedade generalizada e depressão.
Ler mais01/04/2025
Juiz de Fora 1 endereço
Número de registro: CRP 04/41043
31 opiniõesSou psicólogo clínico e Gestalt-terapeuta, com atendimento presencial em Juiz de Fora e online para adultos.
Meu trabalho tem especial atenção às pessoas que vivem sob forte exigência interna: perfeccionismo, autocrítica intensa, medo de errar ou decepcionar, dificuldade para descansar, ansiedade e sensação persistente de nunca fazer o suficiente.
Na Gestalt-terapia, buscamos compreender como essas experiências se organizam na vida atual, nas relações e na maneira como a pessoa responde às próprias necessidades. A psicoterapia não procura impor um modelo ideal de funcionamento, mas ampliar a consciência sobre escolhas, limites e possibilidades de mudança.
Ofereço uma escuta ética, cuidadosa e comprometida com a singularidade de cada pessoa. Também acompanho questões relacionadas à autoestima, aos relacionamentos, à ansiedade, às alterações do humor e ao desenvolvimento pessoal.
Atendimentos particulares para adultos, presencialmente em Juiz de Fora e online.
Rua da Glória, 116, Juiz de Fora 36035-150
Especialista com ênfase em Transtorno obsessivo compulsivo, perfeccionismo, ansiedade generalizada e depressão.
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31 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
O Sandro tem sido meu aliado meu aliado em desbravar os problemas que tem atrapalhado o meu desenvolvimento.
Um excelente profissional, atencioso e dedicado.
Estou profundamente grato por ter a chance se ser atendido por ele
Ótimo profissional tem me ajudado muito
Um ser humano maravilhoso
Super indico
Muito bom profissional!! Estou gostando muito da terapia.
Gostaria de elogiar o tratamento atencioso e eficaz do Dr. Sandro! Excelente na linha Gestalt, recomendo!
Sandro Mesquita
Obrigado! Seu comentário é um grande incentivo! Sempre às ordens!
Profissionalismo e atenção ao processo do paciente.
Sandro Mesquita
Muito obrigado! É um prazer ajudar!
Comecei tem pouco tempo o tratamento, mas tem me ajudado bastante
Muito bom, excelente profissional, tem me ajudado !
Na primeira sessão, ele foi bem atencioso e tranquilizador. Gostei também de bom humor durante a consulta.
Sandro é excelente profissional, além de muito empático e humano.
Ainda muito cedo pra deixar um feedback mais aprofundado, porém achei o Sandro um ótimo profissional, me senti a muito a vontade durante toda a nossa consulta e tenho ótimas expectativas daqui pro futuro :)
291 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
A identidade borderline pode ser considerada “emergente” em vez de estável?
A identidade borderline pode ser considerada “emergente” em vez de estável?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Respondendo diretamente; Sim, hoje, muitos profissionais compreendem o funcionamento borderline menos como uma identidade fixa e mais como um modo de organização emocional emergente, que aparece especialmente em contextos de sofrimento intenso, medo de abandono, instabilidade afetiva e dificuldade de sustentar uma sensação contínua de si. Isso significa que os padrões podem se intensificar, diminuir ou se reorganizar ao longo da vida e das relações. Na Gestalt-terapia, por exemplo, o foco costuma ser menos o rótulo e mais a forma como a pessoa estabelece contato consigo, com os outros e com suas emoções no aqui-e-agora. A pergunta deixa de ser “quem a pessoa é” e passa a ser: “o que esse funcionamento está tentando sustentar ou proteger?”
Como lidar com o medo de abandono, que é comum em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderli
Como lidar com o medo de abandono, que é comum em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), dentro do vínculo terapêutico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo de abandono no Transtorno de Personalidade Borderline não é “drama”. É uma experiência emocional real, intensa, física. O primeiro passo não é “eliminar” o medo, mas ajudar o paciente a perceber, tornar o medo consciente, o que em Gestalt-terapia chamamos de awareness. O segundo passo é explorar, através do vínculo terapêutico, a experiência real (aqui e agora) do medo. O medo de abandono não é combatido diretamente. Ele é vivido, compreendido e transformado dentro da relação terapêutica. Para isso, o terapeuta precisa ser consistente, claro e confiável, principalmente nos momentos de desorganização emocional. Precisa estar apto a desenvolver um "plano de crise", com estratégias para o enfrentamento tanto pré, durante e pós crises. Espero ter esclarecido. Desejo sucesso. Sempre às ordens.
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