Ressonância torácica

A ressonância torácica é um exame de imagem avançado que utiliza campos magnéticos e ondas de rádio para produzir imagens detalhadas da região do tórax, incluindo pulmões, coração, vasos sanguíneos e estruturas adjacentes. Este procedimento é fundamental para o diagnóstico e monitoramento de diversas condições médicas, como doenças pulmonares, cardíacas e anomalias vasculares. A precisão e a clareza das imagens fornecidas pela ressonância torácica permitem uma avaliação mais aprofundada e um planejamento terapêutico mais eficaz, contribuindo significativamente para a saúde e bem-estar dos pacientes.

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Para que serve a ressonância torácica?

A ressonância torácica é utilizada para diagnosticar e avaliar diversas condições que afetam o tórax, incluindo pulmões, coração, vasos sanguíneos e estruturas adjacentes. Este exame é essencial na identificação de tumores, infecções, doenças inflamatórias e anomalias congênitas. Além disso, a ressonância torácica auxilia na avaliação de doenças cardíacas, como cardiomiopatias e pericardites, e na investigação de problemas vasculares, como aneurismas e tromboses. A precisão das imagens obtidas permite um diagnóstico detalhado e um planejamento terapêutico mais eficaz.

Como funciona?

A ressonância torácica utiliza um campo magnético forte e ondas de rádio para gerar imagens detalhadas das estruturas internas do tórax. Durante o exame, o paciente é posicionado em uma mesa que desliza para dentro de um tubo, onde as imagens são capturadas. Não há uso de radiação ionizante, tornando o procedimento seguro. Em alguns casos, um contraste pode ser administrado para melhorar a visualização de certas áreas.

Quanto tempo dura?

A ressonância torácica geralmente dura entre 30 a 60 minutos. Durante esse período, o paciente permanecerá deitado em uma maca que se move para dentro do aparelho de ressonância magnética. É importante manter-se imóvel para garantir a qualidade das imagens. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de contraste, o que pode adicionar alguns minutos ao procedimento. Após a conclusão, o paciente pode retomar suas atividades normais, salvo orientação médica em contrário.

Como se preparar para a ressonância torácica?

Para se preparar, recomenda-se seguir algumas orientações importantes. Primeiramente, jejum de quatro a seis horas pode ser necessário, dependendo das instruções do médico. Objetos metálicos, como joias e relógios, devem ser removidos para evitar interferências no exame. Informar ao médico sobre a presença de implantes metálicos ou dispositivos médicos é crucial. Roupas confortáveis e sem metais são preferíveis. Em alguns casos, um contraste pode ser administrado, e alergias a substâncias específicas devem ser comunicadas previamente.

Preços do serviço por cidade

  • Curitiba A partir de R$ 858

    13 clínicas, 0 especialistas


  • Brasília A partir de R$ 1.300

    7 clínicas, 0 especialistas


  • Manaus A partir de R$ 800

    3 clínicas, 0 especialistas


  • Salvador A partir de R$ 950

    2 clínicas, 0 especialistas


  • Carapicuíba A partir de R$ 930

    1 clinica, 0 especialistas


  • 6 clínicas, 6 especialistas


Perguntas frequentes

  • Quais são os benefícios da ressonância torácica?

    A ressonância torácica oferece diversos benefícios, incluindo a capacidade de fornecer imagens detalhadas e precisas dos órgãos e estruturas dentro do tórax, como pulmões, coração e vasos sanguíneos. Este exame é não invasivo e não utiliza radiação ionizante, tornando-o uma opção segura para muitos pacientes. Além disso, permite a detecção precoce de doenças e condições, auxiliando no diagnóstico e no planejamento do tratamento de diversas patologias torácicas, como tumores, infecções e doenças cardiovasculares.

  • Existem poucos riscos ou efeitos colaterais. O procedimento é considerado seguro, pois não utiliza radiação ionizante. No entanto, pessoas com implantes metálicos, marcapassos ou outros dispositivos eletrônicos devem informar o médico, pois o campo magnético pode interferir nesses aparelhos. Alguns pacientes podem sentir desconforto devido ao tempo prolongado em que precisam permanecer imóveis ou por causa do ambiente fechado do aparelho. Em casos raros, pode ocorrer uma reação alérgica ao contraste utilizado.

  • Pessoas com dispositivos metálicos implantados, como marcapassos, clipes de aneurisma cerebral ou implantes cocleares, geralmente não devem realizar este exame devido ao risco de interferência com o campo magnético. Além disso, pacientes com claustrofobia severa podem encontrar dificuldades durante o procedimento, embora sedativos possam ser administrados em alguns casos. Gestantes no primeiro trimestre também devem evitar a ressonância, a menos que seja absolutamente necessário e recomendado pelo médico.

  • A ressonância torácica pode detectar uma variedade de condições e anomalias no tórax, incluindo tumores, infecções, doenças pulmonares, problemas cardíacos e anomalias nos vasos sanguíneos. Além disso, é possível identificar inflamações, fibroses e malformações congênitas. Este exame oferece imagens detalhadas dos órgãos e tecidos do tórax, permitindo um diagnóstico preciso e auxiliando na escolha do tratamento mais adequado.

  • A ressonância torácica utiliza campos magnéticos e ondas de rádio para criar imagens detalhadas do tórax, enquanto a tomografia computadorizada (TC) usa raios-X para gerar imagens em cortes transversais. A ressonância magnética é especialmente útil para avaliar tecidos moles, como músculos, vasos sanguíneos e órgãos internos, sem exposição à radiação ionizante. Já a tomografia é frequentemente utilizada para detectar fraturas ósseas, infecções e tumores, oferecendo imagens mais rápidas e detalhadas de estruturas ósseas e pulmonares. Cada exame tem suas indicações específicas, dependendo da condição clínica a ser investigada.

  • A ressonância magnética do tórax geralmente não é dolorosa. Durante o exame, o paciente deve permanecer imóvel, o que pode causar algum desconforto para algumas pessoas. O aparelho emite sons altos, mas protetores auriculares são fornecidos para minimizar o ruído. Em alguns casos, pode ser administrado um contraste intravenoso, o que pode causar uma leve sensação de calor. É importante seguir as instruções da equipe médica para garantir a melhor qualidade das imagens e o conforto durante o procedimento.

  • A utilização de contraste depende do objetivo específico do exame e das orientações do médico responsável. O contraste pode ser necessário para melhorar a visualização de certas estruturas e identificar anomalias com maior precisão. Em alguns casos, o contraste ajuda a diferenciar entre tecidos normais e patológicos. No entanto, nem todos os exames requerem o uso de contraste. A decisão será tomada com base na avaliação clínica e nas necessidades diagnósticas de cada paciente.

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