Comer envolve corpo, cérebro, emoções, hábitos, memórias, contexto social e a história de cada pessoa. Por isso, meu olhar clínico busca compreender o indivíduo antes de propor mudanças na alimentação.
Minha abordagem é baseada em evidências e, ao mesmo tempo, individualizada e acolhedora. Considero aspectos metabólicos, clínicos e comportamentais, além da rotina, do sono, do estresse, das preferências alimentares e da relação que cada pessoa construiu com a comida ao longo da vida.
O planejamento nutricional é construído em conjunto, respeitando possibilidades reais e buscando mudanças que façam sentido para aquela pessoa — não apenas para o papel.
Em condições como obesidade, alterações metabólicas, doenças neurológicas e psiquiátricas, TEA, dificuldades relacionadas ao comportamento alimentar e nas diferentes fases da saúde da mulher, o acompanhamento é adaptado às necessidades e objetivos individuais.
Mais do que prescrever uma alimentação, meu propósito é ajudar o paciente a compreender seu próprio comportamento alimentar, desenvolver autonomia e construir uma relação mais consciente e possível com a comida.
Porque cuidar da alimentação também é cuidar da forma como vivemos.