Alexandra de Souza Sales Kyono

Psicóloga · Mais

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Número de registro: CRP SP 223462

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Experiência

Olá! Sou Alexandra Sales Kyono, psicóloga clínica e neuropsicóloga com formação sólida e experiência multicultural.

Iniciei minha trajetória na Argentina, onde me graduei em Línguas e Tradução pela UBA e atuei como professora corporativa de português em grandes empresas (YPF, Proani), desenvolvendo habilidades em comunicação intercultural e treinamento de adultos.

No Brasil, aprofundei meu trabalho em saúde mental, políticas públicas e cuidado em situações de vulnerabilidade. Atuei por mais de três anos na linha de frente da dependência química, com acolhimento, manejo e reinserção social, além de mentoria em serviços especializados.

Sou especialista em Saúde Mental e Psiquiatria (IPq/HCFMUSP) e em Neuropsicologia (Universidade São Camilo). Realizo avaliações neuropsicológicas completas para todas as idades, com foco em:

  • Transtornos do neurodesenvolvimento

  • Alterações cognitivas (memória, atenção, linguagem, funções executivas)

  • Impactos emocionais na cognição (ansiedade, depressão, burnout, estresse crônico)

No ambiente corporativo, atuo como consultora em NR-01, ajudando empresas a mapear e prevenir riscos psicossociais, elaborar inventários para o PGR, capacitar lideranças e reduzir absenteísmo por questões de saúde mental.

Minha abordagem combina Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) baseada em evidências científicas com escuta genuína, acolhimento respeitoso e atenção à singularidade de cada pessoa — seja no consultório ou em contextos organizacionais.

Se você busca compreensão profunda, clareza no funcionamento cognitivo e emocional, e um caminho prático para o bem-estar, estou aqui para caminhar junto com você.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Psicologia infantil
  • Psicologia do trabalho
  • Avaliação neuropsicológica

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Alexandra de Souza Sales Kyono

Praça Cívica, 94, São Paulo 05050-060

1 - O que é Avaliação Neuropsicológica e quando ela é indicada?
A avaliação neuropsicológica é um processo clínico especializado que investiga o funcionamento de habilidades cognitivas essenciais: atenção, memória, linguagem, raciocínio e funções executivas. Realizada por neuropsicólogo(a), ela combina entrevista detalhada, testes padronizados e análise do histórico de vida. É indicada em casos de dificuldades cognitivas ou de aprendizagem, mudanças de comportamento, suspeita de TDAH, transtornos do neurodesenvolvimento, queixas de memória, alterações neurológicas ou impactos após doenças/estresse. O foco é mapear o funcionamento cerebral de forma precisa para orientar intervenções seguras e personalizadas — seja na infância, adulthood ou envelhecimento.

2 - Nem toda dificuldade escolar (ou profissional) é falta de esforço
Baixo rendimento, desatenção, lentidão ou desorganização nem sempre vêm de “preguiça” ou desmotivação. Muitas vezes há fatores cognitivos, atencionais, emocionais ou de processamento interferindo. A avaliação neuropsicológica identifica as causas reais, diferencia quadros e direciona intervenções eficazes — evitando rótulos injustos e promovendo suporte adequado na escola, no trabalho ou na vida cotidiana.
3 - Quando investigar TDAH com avaliação neuropsicológica?
A indicação surge quando há desatenção, impulsividade, hiperatividade ou dificuldades de organização que persistem e causam prejuízo funcional em pelo menos dois contextos (casa/escola/trabalho). Vai além de questionários: integra entrevista clínica, testes cognitivos e análise global para diagnóstico diferencial (ex.: excluir ansiedade, TEA ou outras condições). Isso permite um planejamento de tratamento mais preciso e efetivo.

4 - Avaliação neuropsicológica no TEA: para que serve?
No Transtorno do Espectro Autista, ela mapeia o perfil cognitivo único de cada pessoa: pontos fortes, funções executivas, atenção, linguagem, processamento sensorial e habilidades adaptativas/sociais. Ajuda a entender potencialidades e desafios, orientando intervenções terapêuticas, educacionais e de inclusão — com foco em suporte individualizado para maior autonomia e qualidade de vida.

5 -Esquecimento é sempre sinal de demência?
Não! O envelhecimento normal pode trazer esquecimentos leves e pontuais. A avaliação neuropsicológica é indicada quando há esquecimentos frequentes, prejuízo no dia a dia, desorientação ou mudanças notadas pela família/paciente. Ela diferencia envelhecimento típico de comprometimento cognitivo leve ou demências iniciais, permitindo intervenção precoce e planejamento familiar.

6 - Como funciona uma avaliação neuropsicológica?
Inicia com entrevista clínica detalhada (com paciente e/ou familiares), seguida de aplicação de testes padronizados e tarefas cognitivas adaptadas à idade e ao contexto. Depois vem a análise integrada do histórico e dos resultados, culminando na devolutiva — um momento acolhedor de explicação clara dos achados, tradução para a vida real e orientações práticas sobre próximos passos (terapias, adaptações, reabilitação).

7 - O que são funções executivas e por que são tão importantes?
São as “comandantes” do cérebro: planejar, organizar, iniciar tarefas, controlar impulsos, regular emoções, alternar atenção e resolver problemas. Quando prejudicadas (por TDAH, TEA, estresse crônico, lesões ou sobrecarga), surgem dificuldades na rotina, estudos, trabalho e relacionamentos. A avaliação neuropsicológica investiga essas habilidades de forma específica, ajudando a desenvolver estratégias de compensação e prevenção de riscos psicossociais no ambiente laboral.

8 - Queda de desempenho cognitivo após doença, trauma ou estresse prolongado
Eventos como AVC, traumatismo craniano, Covid longa, burnout ou estresse crônico podem alterar atenção, memória e raciocínio. A avaliação neuropsicológica mapeia os impactos, diferencia sequelas orgânicas de fatores emocionais e orienta reabilitação cognitiva — essencial para recuperação funcional e retorno seguro ao trabalho ou estudos.

9 - A devolutiva neuropsicológica é para a família (e para o paciente) também
Não é só entrega de laudo: é um espaço de acolhimento, esclarecimento e empoderamento. Explico os resultados de forma acessível, destaco forças e desafios, e entrego orientações práticas para o dia a dia — escola, casa, trabalho. Família e paciente saem com direcionamento claro, reduzindo ansiedade e promovendo ações conjuntas para bem-estar.

10 - Avaliação neuropsicológica não é só para crianças — adultos e idosos também se beneficiam
Queixas de memória, atenção, organização, queda de desempenho profissional, estresse ocupacional ou suspeita de alterações neurológicas são comuns em todas as fases da vida. O processo é adaptado à idade e ao contexto (incluindo riscos psicossociais no trabalho, conforme NR-01 ). Atuo na identificação precoce, prevenção de agravos mentais, elaboração de planos de intervenção e capacitação de equipes/organizações para ambientes mais saudáveis e conformes.

07/03/2026

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 250

  • Avaliação neuropsicológica

    A partir de R$ 2.500

  • Avaliação psicológica

    R$ 2.500

  • Avaliações para diagnostico TEA (autismo) crianças; adolescentes e adultos

    A partir de R$ 3.000

  • Palestrante

    A partir de R$ 2.500

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(11) 95063...
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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Canhotos têm mais "déficits" de aprendizagem? .

Não, canhotos NÃO têm mais déficits de aprendizagem.

Essa ideia é um mito que já foi esclarecido pela ciência.

O que acontece de verdade?

Canhotos consistentes (quem tem a mão esquerda bem definida para escrever, desenhar, comer) têm o mesmo risco que destros. Não há diferença.

Quem tem risco ligeiramente maior são as pessoas que não têm uma mão claramente dominante — aquelas que ora usam a esquerda, ora a direita, mesmo depois dos 5 ou 6 anos. Isso se chama lateralidade indefinida ou mista.

 Alexandra de Souza Sales Kyono

Como o cérebro do canhoto difere do destro? .

Olá! Obrigado pela pergunta. Esta é uma dúvida muito comum e a ciência já tem uma resposta bem clara sobre o assunto. A ideia de que o cérebro do canhoto é simplesmente o "espelho" do cérebro do destro é um mito — não é assim que funciona. Vamos aos fatos: estudos com ressonância magnética funcional, como o publicado por Johnstone e colaboradores em 2021, mostram que cerca de 70% dos canhotos têm a linguagem localizada no hemisfério esquerdo do cérebro, exatamente como os destros. Apenas uma minoria, cerca de 30%, tem a linguagem no lado direito. Ou seja, na maioria dos canhotos, as principais funções cognitivas estão nos mesmos lugares que nos destros. Então qual é a diferença? A diferença está no grau de especialização de cada hemisfério. No destro, cada hemisfério é muito especializado: o esquerdo faz quase tudo sozinho na fala, e o direito faz quase tudo sozinho no reconhecimento de rostos e espaços. As funções são bem separadas e concentradas. No canhoto, mesmo quando a função está no mesmo lado, ela é menos concentrada. O hemisfério esquerdo ainda lidera a fala, mas o direito participa mais; o direito ainda lidera o reconhecimento de rostos, mas o esquerdo ajuda mais. Os pesquisadores chamam isso de menor lateralização ou cérebro mais bilateral. Em outras palavras: no canhoto, os dois lados do cérebro trabalham mais em equipe. Isso é algum problema? Não. O cérebro do canhoto não é melhor nem pior — é apenas diferente. Não há diferença de inteligência ou de capacidade cognitiva entre destros e canhotos. Inclusive, essa organização mais equilibrada pode trazer uma vantagem: se um lado do cérebro sofrer uma lesão, o outro lado já está mais acostumado a ajudar, o que pode facilitar a recuperação. Em resumo: no destro as funções são bem separadas e o lado dominante faz quase tudo sozinho; no canhoto as funções são mais divididas e há mais colaboração entre os dois hemisférios. Concluindo: se você é canhoto, seu cérebro não é o avesso do cérebro do destro. Ele é, na verdade, um cérebro que aprendeu a trabalhar mais em equipe. Espero ter esclarecido.

Fico à disposição para outras dúvidas.

 Alexandra de Souza Sales Kyono
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Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

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