Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Pirassununga 3 endereços

Número de registro: 05/53797

78 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

Sou Aline de Macedo, Psicóloga Clínica, registrada no CRP 05/53797. Atuo com as abordagens da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Terapia dos Esquemas e com recursos da Psicologia Positiva, ciência que estuda o bem-estar e o desenvolvimento das potencialidades humanas.

A psicoterapia é um processo de autoconhecimento e transformação. Durante esse caminho, trabalhamos a identificação de padrões de pensamento que, muitas vezes, podem levar a interpretações distorcidas sobre acontecimentos da vida. A forma como pensamos influencia diretamente o que sentimos e como nos comportamos, formando um ciclo entre Pensamentos → Emoções → Comportamentos.

Meu trabalho tem como base uma escuta acolhedora, ética e respeitosa, auxiliando o paciente a compreender suas vivências, desenvolver novas formas de enfrentamento e fortalecer seus recursos emocionais.

A Psicologia Positiva complementa esse processo ao direcionar o olhar para as suas forças, habilidades e potencialidades, valorizando aquilo que promove saúde emocional e qualidade de vida, mesmo diante de desafios.

A terapia é um espaço seguro para expressão, reflexão e construção de novos caminhos. Você não precisa enfrentar suas dificuldades sozinho. A psicoterapia pode auxiliar na tomada de decisões, no desenvolvimento emocional, no fortalecimento da autoestima e na construção de uma vida com mais sentido e equilíbrio.

Buscar ajuda psicológica é um ato de cuidado consigo mesmo. Você merece esse espaço de escuta, crescimento e transformação.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Psicologia positiva
Terapia do esquema

Experiência em:

  • Psicoterapia para adolescentes

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)
Crianças (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (3)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 180

  • Orientação aos pais

    Consultar valores

  • Tratamento do transtorno de estresse pós-traumático

    Consultar valores

  • Tratamento de sofrimento psiquico

    Consultar valores

  • Tratamento da síndrome do pânico

    Consultar valores

Consultórios (4)

Ampliar o mapa abre num novo separador
Atendimento Online

Rua Francisco Molo, Jardim Pavesi, Pirassununga 13631-227

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 99443...
Ampliar o mapa abre num novo separador
Ampliar o mapa abre num novo separador
Atendimento Online

Avenida Santa Tecla, Centro, Bagé 96413000

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 99443...
Ampliar o mapa abre num novo separador

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 99443...
Ampliar o mapa abre num novo separador
ALINE DE MACEDO

Rua Ministro Edgar da Costa, Centro, Nova Iguaçu 26220-070

Disponibilidade

Número de telefone

(21) 99443...
Ampliar o mapa abre num novo separador

Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

78 opiniões

Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • A

    Gostei bastante , muito atenciosa. E me acolheu com bastante escuta.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Que bom que se sentiu acolhida! Conte comigo!


  • G

    Sempre maravilhosa! Cada consulta sessão uma descoberta.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Gratidão pela confiança. É um privilégio percorrer contigo, parte da tua jornada.


  • J

    Como foi minha primeira vez com uma psicóloga, minha experiência foi muito positiva, ainda mais sendo o assunto a saúde e bem estar de minha filha! Psicóloga com uma comunicação bastante agradável, com informações atualizadas sobre o tema o que me acrescentou em conhecimento pessoal, enfim, minha consulta foi muito agradável e construtiva, essa é minha humilde e pessoal opinião!

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Gratidão pela disponibilidade!


  • L

    Uma ótima psicóloga, atenciosa e bem direta
    Me ajudou bastante

     • Atendimento Online Consulta psicológica do adolescente  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Agradeço a confiança em me permitir caminhar contigo. Conte comigo!


  • A

    Foi minha primeira sessão e gostei muito. A Dra. Aline me deixou à vontade, demonstrou empatia e atenção durante toda a conversa. Pretendo fazer mais sessões.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Que bom que se sentiu à vontade. Conte comigo!


  • L

    Muito boa ela é muito anteciosa muito agradável, ótima profissional

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Obrigada, Luciana.
    Conte comigo!


  • A

    Profissional dedicada e atencios, sempre pronta para ajudar.

     • Telemedicina Outro  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Gratidão, Adriana!


  • G

    Excelente abordagem, escuta atenta e inteligência na comunicação.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Gratidão, Giovanna!
    Conte comigo.


  • G

    Excelente profissional, focada, extremamente simpática e acolhedora.

     • Telemedicina Outro  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Gratidão pela confiança!


  • C

    Uma excelente profissional ,atenciosa,suprindo todas as dúvidas.

     • Telemedicina Teleconsulta  • 

    Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

    Gratidão por me permitir caminhar contigo.


Ocorreu um erro, tente outra vez

Dúvidas respondidas

6 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Psicoterapia

Eu sinto vontade de esfaquear alguma pessoa do sexo masculino (sou mulher tenho 26 anos) não tem ninguém em específico.(a pesar de que quando sinto raiva de alguém, o foco vira ela.) Me imagino fazendo isso e olhando dentro dos olhos dela. (Não que eu vá fazer.) Mas eu posso ser uma sociopata? , ou será que de vez enquanto todo mundo pensa nisso?

Olá!
Não é ético afirmar qualquer transtorno sem a devida avaliação. Seu relato diz que o desejo de ferir é especificamente direcionado à figura masculina, e uma necessidade de olhar nos olhos. Parece que, há um sentimento de raiva muito intensa. É muito importante que você se permita ser ouvida, para junto a um profissional, buscarem a compreensão/origem desse desejo.

Abraços

Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo

Acredito que estou saindo de um relacionamento com traços narcisistas/abusivos, mas ainda me sinto culpada por ter ficado “fria” emocionalmente, e isso tem dificultado minha firmeza para encerrar de vez.
Foi um relacionamento de pouco mais de um ano marcado por agressões emocionais frequentes: xingamentos, humilhações, silêncio punitivo quando eu expressava dor, inversão de culpa constante, uso de traumas pessoais contra mim (problemas psicológicos da minha mãe e uma perda gestacional que sofri durante o relacionamento), destruição de objetos, tentativas de isolamento social, controle, chantagens e pressão psicológica.

Eu comecei a me sentir sem voz dentro da relação. Quando eu falava que estava mal, ele se justificava em vez de acolher. Quando eu pedia espaço, ele pressionava mais. Quando eu tentava conversar, ele dizia que eu estava “escavando o passado” para fazer ele se sentir culpado ou sendo dramática.

Com o tempo, não fiquei com raiva explosiva, mas exausta.

Nas últimas semanas, passei a ficar quieta, monossilábica, sem energia afetiva. Também comecei a ter sintomas físicos de estresse (dermatite piorando, tensão constante, sensação de alerta o tempo todo).

Essa semana ele disse que iria embora de vez, após tantas ameaças de ir embora, porque disse que não queria mais ser tratado com essa frieza. Na noite anterior ao dia marcado, ele veio tentar conversar quando eu já estava deitada tentando dormir. Eu não queria falar, porque toda conversa virava justificativa ou manipulação emocional. Ele disse que eu estava sendo infantil por não conversar. Acabei cedendo. Foram horas dele se defendendo, dizendo que já tinha pedido desculpas, que eu precisava perdoar, que eu era rancorosa. Depois disso, simplesmente deitou na minha cama, me abraçou e disse que não ia embora, que me amava, que era “obcecado” por mim, que não ia me deixar para outro homem e não iria me deixar nunca. Começou a fazer carinho e falar "que sempre sonhou da gente viajando junto de carro por aí". Eu pedi várias vezes para ele ir. Empurrei da cama. Disse que não queria ele ali. Ele se recusou e continuou dizendo que ficaria ali.
Chegou a dizer que eu tinha bipolaridade e precisava ficar para cuidar de mim. Até mandou mensagem para meu pai dizendo que a gente tinha se acertado (não era verdade). Ficou forçando carinho físico, beijo, abraço, dizendo que eu era “mulher dele”. Eu me senti invadida e congelada. De tão exausta, em um momento eu fingi dormir só para ele parar de falar comigo. Minutos depois ouvi ele chorando baixinho.

E é aí que minha cabeça trava. Porque eu começo a pensar: “eu fui cruel” “eu fiz ele chorar” “eu sou fria” “eu estou abandonando alguém ferido”

Ele tem histórico de abandono materno na infância, então isso pesa ainda mais em mim. Mas, ao mesmo tempo, eu me pergunto: Depois de meses sendo desrespeitada, humilhada, pressionada, invadida, culpabilizada… ficar em silêncio é crueldade? ou é exaustão emocional? ou é apenas uma resposta de defesa? Eu não estava tentando machucar. Eu só estava tentando me manter emocionalmente. Após tantos meses tolerando coisas que eu considerava intoleráveis.
E nessas últimas semanas parece que senti tudo de uma vez o que não senti lá atrás e, logo depois, não senti mais nada (isso faz sentido?) Mesmo assim, acabo me sentindo a vilã por não conseguir mais oferecer afeto. (Não faz sentido para mim também, eu não deveria...)

Ele afirmou diversas vezes que eu estava punindo emocionalmente ele com esse afastamento, como vingança, apenas para machucá-lo. Mas verbalizei para ele que precisava do meu tempo e do meu espaço, coisa que ele não respeitou, e até me perguntou até quando duraria isso, e eu disse que não sabia, e ele acha que estou me fazendo.

Eu já faço acompanhamento com uma psicóloga que tem me ajudado a entender esse processo, mas gostaria da opinião de outros especialistas (e também minha próxima sessão é só semana que vem e estou com isso entalado). Então fica a dúvida:

Essa “frieza” pode ser entendida como mecanismo de autoproteção, esgotamento psíquico ou resposta traumática, ou estou sendo cruel inconscientemente e o punindo pelas coisas que aconteceram sem perceber?
Como diferenciar o distanciamento defensivo de um comportamento abusivo quando se é a parte que já estava adoecendo dentro da relação?

Olá. Obrigada por compartilhar um relato tão sensível e detalhado. Situações relacionais marcadas por invalidação emocional, desrespeito de limites e pressão psicológica costumam gerar confusão interna, culpa e grande desgaste emocional.

A “frieza” que você descreve pode, sim, estar relacionada a esgotamento emocional e mecanismos de autoproteção. Quando alguém permanece por muito tempo em um contexto de sofrimento relacional, é comum que surjam respostas como distanciamento emocional, redução do afeto ou sensação de anestesia, que geralmente funcionam como tentativa de preservação psíquica, e não necessariamente como forma de punição ao outro.

Na prática clínica, costumamos diferenciar comportamentos defensivos de comportamentos abusivos observando aspectos como intenção de ferir ou controlar, respeito aos limites do outro e o nível de sofrimento envolvido. Pelo seu relato, você demonstra reflexão, consciência emocional e busca por ajuda, o que costuma indicar um movimento saudável de cuidado consigo mesma.

É muito positivo que você já esteja em acompanhamento psicológico. Esse tipo de vivência costuma precisar de um espaço terapêutico seguro para elaboração emocional, fortalecimento de limites e reconstrução da segurança interna.

Caso haja qualquer sensação de risco ou invasão de limites, buscar apoio na sua rede de suporte também é fundamental.

Dra. Aline Rodrigues Pereira de Macedo
Ver todas as respostas

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes