Dra. Andressa Garisto

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Número de registro: CRM SP 168287 RQE 68.275 RQE 103.703

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Pós-graduada em Nutrologia pelo Instituto de Ensino Albert Einstein. Especializada em Fisiologia Anorretal e Assoalho Pélvico pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Cirurgiã especialista em Coloproctologia pela Clínica Reis Neto, Campinas - SP, em Cirurgia Geral pela PUC Campinas. Formada pela Faculdade de Medicina Jundiaí.

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Dra. Andressa Garisto

Teleconsulta

Ligadura elástica para tratamento de hemorroidas no consultório.

Laser para tratamento de plicomas e verrugas perianais no consultório.

Laser para tratamento de hemorroidas em centro cirúrgico.

24/09/2024

Serviços e preços

  • Consulta em Coloproctologia

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Artigos

Constipação intestinal crônica

A constipação intestinal crônica é definida por uma frequência evacuatória menor de três vezes por semana ou uma evacuação incompleta. Pode ser causada por intestino preguiçoso, obstrução durante o esforço para evacuar ou ambos. O tratamento inicial se dá com adequação da dieta e medidas comportamentais. Caso persistam os sintomas, prossegue-se a investigação com exames de imagem, de sangue e de fezes. O uso inadvertido de laxantes pode piorar a motilidade intestinal e a incoordenação para evacuar a longo prazo, trazendo prejuízos como fissura anal, heomorroida e prolapso de órgão pélvico (reto, vagina, bexiga, útero...). Sendo assim, consulte seu médico precocemente.


Incontinência fecal

Incontinência anal é a perda involuntária de gases e|ou fezes e que traz prejuízo na qualidade de vida dos pacientes. Cerca de 70% dos pacientes que apresentam algum grau de perda não relatam ao seu médico, sendo importante que este questione durante a consulta. Existem diversas causas de incontinência anal, sendo as principais delas: parto normal, idade avançada, obesidade, neurológica (por trauma ou doença desmilienizante), congênita (má formação), doença de Crohn, cirúrgica, prolapso retal, entre outras. O tratamento é iniciado com adequação da consistência das fezes e fortalecimento da musculatura pélvica. Cirurgias e uso de estimuladores sacrais também fazem parte do arsenal.


Tratamento cirúrgico da fistula retovaginal

A fístula retovaginal é uma comunicação anormal entre o reto e a vagina. Os principais sintomas são: saída de ar e fezes pela vagina, prurido e dermatite na região perineal, perda involuntária de gases e fezes (incontinência) e dor durante a relação sexual. A principal causa de fístula retovaginal é o parto normal (obstétrica), seguindo pela Doença de Crohn, cisto de Bartholin, trauma cirúrgico, radioterapia e braquiterapia. Na maioria dos casos o tratamento é cirúrgico e em alguns deles é necessário desviar o trânsito intestinal para diminuir a contaminação local após a cirurgia. Ou seja, o paciente necessita de um ostoma (bolsa de ileostomia ou colostomia) TEMPORÁRIA.


Fistulectomia Ou Fistulotomia Anal

Toda fístula é a comunicação anormal entre duas superfícies epitelizadas, ou seja, entre dois órgãos. A fístula anorretal é a comunicação anormal entre o reto|canal anal e a pele da região perianal. Normalmente ela se forma após um quadro de abscesso|infecção no ânus. Como outras causas tem-se: doença de Crohn, trauma cirúrgico e radioterapia. Na maioria dos casos o tratamento é cirúrgico e a técnica a ser utilizada varia a depender do tipo de fístula. É extremamente importante avaliar se há comprometimento dos esfincteres anais devido ao risco de incontinência anal|fecal.


Fissura Anal

A fissura anal é uma ferida que se forma na borda do ânus e está estreitamente relacionada ao esforço evacuatório inadequado e a consistência das fezes. Tanto em evacuações com fezes muito enduradas quanto diarreicas, ela pode vir a se formar. Caso não tratada adequadamente, a fissura anal aguda pode se tornar crônica e necessitar de procedimentos invasivos como aplicação de toxina botulínica ou cirurgia para correção. Na extremidade externa da ferida há a formação de um excesso de pele na borda anal chamado de plicoma, o qual por muitas vezes é confundindo com hemorroida pelos pacientes. O tratamento clínico deve ser instituído precocemente para evitar cronificação da doença.


Hemorróidas

A doença hemorroidária é muito comum em toda a população, afeta mais homens que mulheres, tem um componente hereditário e está relacionada principalmente aos hábitos de vida. Manter uma evacuação adequada com fezes inteiras e macias através de uma dieta rica em fibras e água é a melhor maneira de prevenir complicações da doença hemorroidária. As hemorroidas são classificas em externa e interna, sendo que esta pode se subdividir em 4 graus a depender da sua exteriorização ao esforço evacuatório. O tratamento da hemorroida pode ser clínico ou cirúrgico a depender da sintomatologia do paciente, da recorrência do quadro e do grau da hemorroida.

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  • M

    Michael Aragão

    Dra. Muito atenciosa e bem eficaz. Problema da minha mãe fazem anos sem solução no SUS e essa médica está pedindo os exames corretos e já vejo a solução futuramente. É muito gratificante quando encontramos médicos como essa doutora que trata o paciente tão bem.

     • São José dos Campos Consulta coloproctologia  • 

  • L

    Luciano

    Orientação precisa e atenção ao que o paciente expõe. As respostas aos sintomas relatados me convenceu sobre o tratamento proposto. Agora é usar a medicação e fazer o acompanhamento...

     • São José dos Campos Consulta coloproctologia  • 

  • U

    Ulisses Martins

    Profissional extremamente atenciosa e com clareza nas informações prestadas.

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  • R

    RD

    A Andressa tem um atendimento extremamente qualificado

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    Fátima Gut

    Muito atenciosa, foi muito pontual, excelente médica!! Gostei muito da consulta dela, me deixou muito satisfeita.

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  • S

    SMG

    Profissional, atenciosa, bastante atenta aos detalhes e objetiva nas orientações.

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    Sergio Rodrigues Ferreira

    Foi super bem atendido, e confiante no tratamento e no diagnóstico do meu problema! Muito atenciosa!

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  • I

    Izabella

    Atendimento pontual e consultório muito bom, médica atenciosa e profissional explica bem e tratamento eficiente .

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    Kelly

    Profissional de explicação clara, com atendimento humanizado !

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  • S

    Sonia Russo

    Gostei do atendimento desde a recepção até a médica que foi atenciosa e dedicada no meu caso,pediu exames para dar continuidade ao tratamento.

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Dúvidas respondidas

16 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Esteatose nunca fiz usos de bebidas alcoólicas que pode ter causado? E tem cura?

Esteatose nunca fiz usos de bebidas alcoólicas que pode ter causado? E tem cura?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Andressa Garisto

Existem duas formas de esteatose hepática: a alcóolica e a não alcóolica. Esta última está relacionada a alimentação e estilo de vida, sendo um fator de alerta para risco cardiovascular. Geralmente está associada a síndrome metabólica: obesidade, resistência a insulina e hipertensão arterial sistêmica. Ela pode ser reversível com dieta pobre em gorduras animais, aumento da atividade física aeróbica e hipertrófica e diminuição do consumo de bebidas alcoólicas. Quando não melhora com a mudança no estilo de vida, deve-se individualizar cada caso para avaliar necessidade de tratamento medicamentoso. Especialistas que tratam a condição da síndrome metabólica: endocrinologista, cardiologista e clínico geral. Se necessário, esses o encaminharão ao gastroenterologista. Att.,


1-Apliquei minilax e senti vontade de defecar imediatamente. Isso é normal ? Considerando que na bul

1-Apliquei minilax e senti vontade de defecar imediatamente. Isso é normal ? Considerando que na bula diz que começa a agir a partir de 5 minutos ?

2-quando fui ao banheiro não evacuei muito, será que teve algum problema ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Andressa Garisto

O uso correto do minilax é aplicá-lo via retal, retê-lo por 5 a 10 minutos e depois evacuar. Caso não tenha conseguido reter a medicação intrarretal, é normal evacuar logo em seguida, muitas vezes não auxiliando na evacuação. Deve-se investigar a causa da constipação, distúrbios evacuatórios e trânsito intestinal lento. Oriento procurar um COLOPROCTOLOGISTA. Att.,


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Perguntas frequentes