Atendimento particular.
Emito nota receita saúde para solicitação de reembolso pelo convênio.
27/05/2026
São Paulo 3 endereços
Número de registro: CRP SP 231611
5 opiniões
Sou psicóloga e ajudo adultos a lidarem com ansiedade, estresse, burnout, autoestima e dificuldades emocionais no trabalho e nos relacionamentos.
Tenho mais de 13 anos de experiência em desenvolvimento humano e integro minha atuação clínica com temas como carreira, identidade e sentido no trabalho.
Trabalho com psicoterapia individual baseada na psicologia analítica, oferecendo um espaço acolhedor e confidencial e focado na sua autorrealização.
Também atuo com orientação de carreira, apoiando em momentos de transição, insegurança e falta de direção profissional.
Acredito em um processo terapêutico que une técnica, acolhimento e construção de significado.
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27/05/2026
Síndrome de burnout
Burnout não é apenas cansaço. É um estado de esgotamento físico, emocional e mental causado pelo estresse crônico e pela pressão constante por produtividade. Em uma cultura que associa valor pessoal à performance, muitas pessoas vivem em alerta contínuo, sem espaço real para descanso e recuperação. Os principais sinais são exaustão persistente, irritabilidade, apatia, dificuldade de concentração e sensação de incapacidade. Mais do que apenas desacelerar, prevenir burnout exige autoconhecimento: perceber limites, reconhecer sinais do corpo e construir uma relação mais saudável com trabalho, cobrança e desempenho. Referências: OMS, Ministério da Saúde, Maslach & Leiter (2016), McEwen (1998).
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Mais mencionado pelos pacientes
É autoconhecimento, auto percepção com ferramentas apropriadas. Ajuda a organizar o "armário mental", deixando "nas prateleiras e gavetas" o que realmente importa, evitando perder energia com "itens" que não são necessários, por isso acredito que conduz a uma maior clareza. E também percebi como um espaço de acolhimento tão importante no momento crítico de ir em direção a uma mudança de paradigmas. Meu principal aprendizado está relacionado ao poder da vulnerabilidade, foi libertador. E principal resultado foi perceber e ter maior clareza com relação aos valores que me conduzem e assim perceber a importância dos valores da marca. O encontro com a minha própria autenticidade.
Obrigada Anna
Desde o início do acompanhamento, senti um cuidado genuíno na forma como fui recebida. Há uma escuta atenta, respeitosa e muito profissional, que faz toda a diferença.
Ela conduz os atendimentos com sensibilidade, ajudando a refletir sobre questões importantes no meu ritmo, sem pressão, mas com profundidade.
Ao longo das sessões, fui me sentindo cada vez mais à vontade para me abrir, inclusive sobre temas mais delicados — algo que nem sempre é fácil. Existe uma confiança que se constrói naturalmente, e isso torna o processo muito mais efetivo.
Sem dúvida, é um trabalho sério, acolhedor e que transmite segurança.
Tem sido um dos investimentos mais importantes que fiz em mim, obrigada Anna
Desde a primeira sessão me senti acolhida, sem julgamento.
A forma como ela conduz as conversas faz você pensar, mas também se sentir segura para olhar para coisas difíceis.
Foi a primeira vez que senti que realmente estava sendo ouvida.
Excelente profissional!!
Conhecimento muito amplo. Verdadeira polimatica.
7 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2
Como trabalhar com uma criança de 3 anos a morte do pai que nunca conheceu, sendo que a partir dos 2 anos tem como figura paterna o padastro.
Há uma idade adequada para para iniciar o assunto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa é uma situação que envolve muitas camadas de luto. Antes de pensar em quando falar sobre a morte do pai biológico, seria importante investigar o que está mobilizando esse desejo nos adultos.
Pode haver uma vontade legítima de preservar a história do pai, mas também culpa ou medo de apagá-lo, como se o padrasto estivesse ocupando o seu lugar. Para a criança, a figura que exerce a função paterna em sua vida concreta tende a ser mais significativa do que alguém que ela nunca conheceu.
Por isso, seria interessante trabalhar primeiro as necessidades dos adultos em relação a essa preocupação. Aos três anos, não é preciso antecipar uma elaboração sobre a morte a não ser que o questionamento parta dela mesma.
Por volta dos sete anos, ela poderá compreender melhor a irreversibilidade da morte e elaborar essa história de maneira mais simbólica.
Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não c
Culpa Religiosa / Castidade / Relacionamento
O que fazer quando a igreja impõe algo que vc não concorda ou não tem certeza se quer viver de fato?
Sou católica, tenho 23 anos, gosto muito de viver a minha fé e frequentar a igreja. Só q há alguns meses venho sentindo a sensação de culpa principalmente em viver alguns princípios da igreja.
Desde os 19 anos, frequento a igreja mais ativamente, fiz catequese, e tudo em relação a primeira comunhão e crisma.
Mas com o passar dos anos, foram surgindo questionamentos sobre relacionamentos mais precisamente em relação a: Castidade/Se manter casta até o casamento.
É um assunto q sempre foi uma questão pra mim. Na Igreja isso sempre é aprendido como correto e uma certa "obrigação".
A questão é que isso vem me deixando mal, pq quando penso em não seguir a castidade minha mente entra em conflito. Eu não sou uma pessoa tão religiosa, mas sempre valorizei minha relação com Cristo e a Igreja, e isso tem pesado minha consciência.
Já tem um tempo que eu tenho tentado colocar um certo limite mas isso acaba voltando em pensamentos negativos/culpa.
A questão é como viver minha fé mesmo não concordando com certas doutrinas/dogmas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá,
A "construção" da nossa identidade se dá a partir de nossas crenças e valores. Por outro lado você já disse: "Não sou uma pessoa muito religiosa"
O que está te impedindo de viver de forma não muito religiosa? A incongruência entre o que pensamos, acreditamos e fazemos pode geral bastante desconforto. Recomento iniciar um processo terapêutico para aprofundar esse entendimento e desenvolver mais autonomia da sua identidade.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.