Dra. Bárbara Oliveira

Psiquiatra · Mais

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Número de registro: CRM MG 107391 - RQE Não encontrado para Psiquiatra

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Experiência

Olá, seja bem-vindo(a).

Sou médica formada pela PUC Minas e pós-graduada em Psiquiatria pela Universidade Albert Einstein, e estou aqui para te ajudar.

Acredito em um cuidado em saúde mental humano, ético e individualizado, que respeita a singularidade de cada pessoa.

Meu trabalho é baseado na escuta ativa, empatia e construção de vínculo, auxiliando pacientes a lidarem com questões como ansiedade, depressão, insônia, transtornos do humor, estresse, traumas e outros sofrimentos emocionais.

Busco promover bem-estar e qualidade de vida por meio de um acompanhamento cuidadoso, que pode incluir tratamento medicamentoso (quando indicado), orientação psicoeducativa e integração com outros profissionais da saúde.

Atendo de forma online e presencial em Pouso Alegre, oferecendo um espaço de acolhimento, sigilo e cuidado em todas as etapas do tratamento.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psiquiatria

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Serviços e preços

  • Teleconsulta

    R$ 150

  • Consulta de retorno

    R$ 130

  • Consulta psiquiatria adolescente

    R$ 150

  • Consulta Psiquiatra

    A partir de R$ 230

Consultórios (2)

Disponibilidade

Pagamento online

Aceito

Número de telefone

(35) 99713...
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Doctor Já

Rua Silviano Brandão, 26, Pouso Alegre 37550-000

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Número de telefone

(35) 99957...
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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

6 opiniões

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  • T

    Primeira consulta foi ótima, médica atenciosa e sempre atenta

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    Dra. Bárbara Oliveira

    Muito obrigada pelo seu retorno. Fico muito feliz em saber que você se sentiu bem atendida. Isso é muito importante para mim.


  • L

    Excelente profissional, tratamento ao paciente exemplar, atenciosa e humana.
    Indico e retornarei com toda certeza.

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    Dra. Bárbara Oliveira

    Obrigada pela confiança e pelas palavras. Estarei sempre à disposição.


  • B

    Dra Bárbara está sendo muito importante na minha recuperação. Ela é excelente!

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    Dra. Bárbara Oliveira

    Vamos juntas, Bruna! Obrigada pela confiança.


  • E

    Atendimento excelente. Espero poder contar mais vezes com ela.

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    Dra. Bárbara Oliveira

    Muito grata, Estevão.
    Estou a disposição!


  • A

    Dra Bárbara foi super pontual, educada e atenciosa, me senti muito ouvida e acolhida. Recomendo a todos.

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    Dra. Bárbara Oliveira

    Fico muito feliz, Aline! Conte sempre comigo.


  • K

    Ótima psiquiatra! Me consultei com ela on-line, foi bem atenciosa e pontual.

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    Dra. Bárbara Oliveira

    Agradeço muito pelo feedback! É um prazer poder ajudar. Permanecerei à disposição para o que precisar.


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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Fluoxetina

Estou tomando fluoxetina a 21 dias ... ainda tenho picos de ansiedade e estou tendo dor de cabeça há dois dias . Tem algum calmante ou relaxante q pode tomar junto pra dar uma aliviada na ansiedade ?

A fluoxetina, especialmente nas primeiras semanas de uso (como no seu caso, com 21 dias), pode cursar com picos de ansiedade, agitação interna e dor de cabeça, que estão entre os efeitos adversos iniciais mais comuns. Em geral, esses sintomas tendem a reduzir progressivamente entre a 3ª e a 6ª semana de tratamento.

Em relação a algo para aliviar a ansiedade nesse período, existem opções que podem ser associadas, mas a escolha depende do seu histórico clínico e deve ser individualizada:

Ansiolíticos de curto prazo (como benzodiazepínicos) podem ser usados temporariamente, em dose baixa e por tempo limitado, quando bem indicados, sempre com acompanhamento médico, devido ao risco de dependência.

Opções não benzodiazepínicas, como a hidroxizina, podem ajudar em quadros leves a moderados de ansiedade e costumam ser bem toleradas.

Em alguns casos, betabloqueadores (como o propranolol) ajudam nos sintomas físicos da ansiedade (palpitação, tremor), quando não há contraindicações.

Medidas não farmacológicas também ajudam bastante: técnicas de respiração, redução de cafeína, higiene do sono e atividade física leve.

Quanto à dor de cabeça, analgésicos simples como dipirona ou paracetamol costumam ser suficientes e não apresentam interação relevante com a fluoxetina.

É importante não se automedicar, nem suspender ou ajustar a fluoxetina por conta própria, pois isso pode piorar os sintomas.

Caso a ansiedade esteja muito intensa, persistente ou associada a piora importante do funcionamento, o ideal é reavaliar a medicação, ajustar dose ou associar algo de forma segura.

Fico à disposição para te orientar, avaliar seu caso com mais detalhes e ajudar a encontrar a melhor forma de atravessar esse período inicial do tratamento com mais conforto e segurança.

Dra. Bárbara Oliveira

Eu e neu namorado temos borderline,ja aconteceu de quase terminarmos mais de 3 vezes,ele uma hora diz que não sente nada e na msm hora que eu abraço ele e choro,ele começa a chorar tbm e diz que não quer terminar e que esta só confuso,eu o amo mt não quero perde-lo,mas agora ele esta querendo abrir o relacionamento para ficar com outras pessoas e eu não quero,ele quer manter nosso relacionamento do msm jeito esperando que continue igual e eu mude de ideia e abra o relacionamento,não sei o que fazer sobre isso,eu me sinto desvalorizada quando ele pensa nisso.

Relacionamentos em que ambas as pessoas têm Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) tendem a ser emocionalmente intensos e instáveis, o que está de acordo com os critérios descritos no DSM-5-TR, especialmente no que se refere à instabilidade afetiva, medo de abandono, dificuldades na identidade e relações interpessoais marcadas por oscilações entre idealização e desvalorização.

O que você descreve (momentos em que ele diz não sentir nada e, logo depois, demonstra forte vínculo emocional) é compatível com essa oscilação emocional característica do transtorno. Isso não significa que os sentimentos não existam, mas sim que podem variar de forma rápida e intensa, principalmente diante de situações de estresse relacional.

Sobre a questão de abrir o relacionamento, é importante destacar que acordos afetivos só são saudáveis quando há consentimento genuíno de ambas as partes. Permanecer em um modelo de relacionamento que te causa sofrimento, sensação de desvalorização ou viola seus limites emocionais não é recomendado, especialmente em pessoas com TPB, nas quais a vivência de rejeição e insegurança pode ser ainda mais intensa. A SBP reforça que a validação emocional e o respeito aos limites individuais são fundamentais no manejo do transtorno.

Esperar que você “mude de ideia” enquanto sofre não configura um acordo equilibrado. Seus sentimentos são legítimos, e o desconforto que você relata é um sinal importante de que algo precisa ser cuidado.

Diante disso, é fortemente indicado que:

Ambos estejam em tratamento psiquiátrico e psicoterápico, preferencialmente com abordagens baseadas em evidências, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT);

As decisões sobre o relacionamento não sejam tomadas em momentos de crise emocional;

Seus limites sejam respeitados, já que preservá-los faz parte do cuidado com sua saúde mental.

Amar alguém não deve significar se anular ou aceitar uma situação que gera sofrimento contínuo. Cuidar de si também é uma forma de amor.

Dra. Bárbara Oliveira
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Perguntas frequentes