Camila Alves Carneiro

Psicóloga mais

Taguatinga 3 endereços

Aceita apenas pacientes particulares

Número de registro: CRP DF 01/29258

3 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

Olá, sou a Camila, e atuo com acolhimento, escuta ativa e intervenções personalizadas para cada fase de sua vida. Atendo adolescentes e adultos ajudando a lidar com ansiedade, autoestima, relacionamentos, transições de vida e processos de autoconhecimento. Acredito que cada pessoa tem sua própria história, e meu objetivo é oferecer um espaço seguro, ético e livre de julgamentos para que você possa se expressar e encontrar caminhos possíveis para o que está vivendo agora. Trabalho com a abordagem TCC ( Terapia Cognitivo - Comportamental) e suas vertentes como DBT (Terapia Comportamental Dialética) e estou em constante atualização para oferecer um cuidado de qualidade e alinhado ao que cada paciente precisa. Seja para lidar com desafios emocionais, reorganizar sua rotina ou desenvolver sua autonomia emocional, estou aqui para caminhar com você no seu tempo e no seu ritmo.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Dbt - terapia comportamental dialética

Experiência em:

  • Traumas psicológicos

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

Consultórios (4)

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Camila Carneiro Psicologia

Quadra 1 e Lote 3, Taguatinga 72145-105

Disponibilidade

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Disponibilidade

Número de telefone

(61) 99114...
(61) 99285...
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Clínica Alívio

Edifício Golden Office, Zona Industrial , Brasília 70770100

Disponibilidade

Número de telefone

(61) 99285...
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Fisiointegra

SIG Quadra 4, Edifício Crispim, bloco C, Sala 401 e 402 - Asa N., Setor De Industrias Graficas, Brasília 70655-775

Disponibilidade

Número de telefone

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Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 150

  • Primeira consulta psicologia

    R$ 150

  • Consulta psicológica do adolescente

    R$ 150

  • Consulta psicológica do adulto

    R$ 150

  • Consulta psicológica presencial

    R$ 180

3 opiniões

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  • J

    É uma profissional maravilhosa
    Com grande abilidade pra atender crianças
    Meu filho amava as sessões

     • outro lugar Outro  • 

  • C

    A Dra. Camila atendeu meu filho por apenas dois meses, mas posso afirmar que ela foi a melhor psicóloga que ele já teve. Ela tem um olhar clínico que falta em muitos profissionais e é muito humana. É uma profissional que indico de olhos fechados, muito competente, dedicada, atenciosa e carinhosa. Só tenho a agradecer o tempo que ela passou com meu filho. Espero que você continue sendo essa profissional maravilhosa que você é, Camila!

     • outro lugar Outro  • 

  • B

    A Dra. Camila me acompanhou durante 1 ano, e posso dizer que foi a melhor pessoa que poderia ter como psicóloga. Muito atenciosa, extremamente profissional. Minha vida mudou completamente depois que comecei meus atendimentos com ela.

     • Camila Carneiro Psicologia Consulta Psicologia  • 

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tivemos várias recaídas , mas meu racional me dizia que não valia a pena voltar, nossas ideias de futuro não se enquadrava( ela queria que eu aceitasse morar no porão da casa dela onde é o único espaço que daria para construir algo , se fosse para comprar um apê ou alugar algo ela disse que eu que teria que me virar sozinho por que já que tinha o porão da casa dela e eu não quis ir então eu que me virasse ,certa vez ela ameaçou terminar comigo por que eu disse que não iria na casa dela naquele dia por que eu estava cansado ,eu trabalhava e fazia faculdade, e ela disse que se caso eu não fosse ela terminaria e depois de terminar eu perguntei se ela se arrependia de ter ameaçado tá tas vezes terminar comigo se ela estava certa , e ela disse que estava certa si. Por que eu deveria dar mais prioridade a ela e disse que não se arrependia e dentre outras coisas que não concordamos ,porém paramos de ficar e ela começou a namorar com outra pessoa e eu implorei pra voltar e disse que aceitaria o que ela me propôs e que me doaria mais no relacionamento para ela enfim me aceitar de volta , estou sofrendo com isso tudo as vezes me pego angustiado mesmo sabendo lá no fundo que se eu realmente estivesse com ela não iríamos tão longe assim haja vista que ela não queria mudança alguma eu quero que essa dor passe.obs: trabalhamos no mesmo trabalho o pai dela e nosso chefe e frequentamos a mesma igreja ao qual ela irá começar a levá-lo , como esquecer como me curar disso tudo ??

Quando vivemos uma ruptura amorosa marcada por desencontros constantes, expectativas frustradas e ameaças de abandono, a ferida que fica não é apenas a da separação, mas a de ter investido emocionalmente em alguém que não pôde — ou não quis — corresponder de forma saudável. A dor que você está sentindo agora não significa que a relação teria dado certo, mas que o seu sistema emocional ainda está se reorganizando depois de tanto desgaste. O que chamamos de “rejeição” muitas vezes é só o nome que damos ao choque entre o que queríamos que tivesse acontecido e a realidade que se impôs. No seu caso, havia uma relação com exigências desequilibradas, pouca flexibilidade e pouca abertura para diálogo, e isso naturalmente cria instabilidade.

Quando a outra pessoa segue a vida, inicia um novo relacionamento e se distancia, é comum surgir a sensação de perda de valor e até um impulso de tentar reparar o vínculo a qualquer custo. Isso não fala sobre falta de amor-próprio, mas sobre um organismo humano tentando evitar a experiência de perda — principalmente quando houve recaídas e vínculos intermitentes. O fato de vocês dividirem trabalho, ambiente de fé e laços sociais prolonga o processo, porque o cérebro não tem espaço para fazer o luto da forma natural: a presença constante mantém a sensação de vínculo mesmo quando o relacionamento já terminou.

O caminho de cura, na prática clínica, começa quando conseguimos olhar para a relação com honestidade. Não se trata de culpar a outra pessoa, mas de reconhecer que ideias de futuro incompatíveis, ameaças recorrentes de término e falta de reciprocidade fazem com que o vínculo se torne emocionalmente inseguro. A dor diminui quando você consegue separar “o que eu senti” de “o que realmente existia entre nós”. À medida que essa distinção vai ficando clara, o sofrimento deixa de ser uma tentativa de resgatar o passado e passa a ser um processo de reorganização interna.

Com o tempo, o foco deixa de ser a pessoa e passa a ser você: a recuperação da sua dignidade emocional, a reconstrução do senso de valor, a retomada da rotina, o estabelecimento de limites silenciosos no convívio e a retirada gradual da esperança de que algo poderia ter sido diferente. Não é um processo rápido, mas é um processo seguro: quanto mais você escolhe se afastar mentalmente, mais o corpo entende que não há perigo e a ansiedade diminui. A ferida cicatriza quando você compreende que o que dói não é o fim da relação, mas o esforço que você fez para tentar manter algo que já não te fazia bem. A partir disso, o que vem é fortalecimento, clareza e uma nova forma de se relacionar consigo mesmo.

 Camila Alves  Carneiro

Pergunta sobre Ansiedade

É possível hábitos como má postura influenciarem na ansiedade? tenho uma postura ruim e há um certo (3 ou 4 semanas) tempo tive uma crise de ansiedade e estou me recuperando. Porém as vezes quando estou tranquilo ou sentado na cadeira eu sinto dores nas costas, desconforto na garganta e até ombros. É possível que esse tipo de hábito me torne mais ansioso ou preocupado?

Sim, isso acontece mais do que as pessoas imaginam. Postura e ansiedade vivem num bate-volta constante. Se você fica muito tempo curvada, tensiona ombros, prende a respiração ou projeta a cabeça pra frente, seu corpo entra num “modo de alerta” silencioso. Não é psicológico inventando coisa, é fisiologia mesmo. A má postura comprime a região do tórax, reduz a expansão pulmonar e faz você respirar curto, rápido e superficial. E respiração curta é lida pelo cérebro como sinal de ameaça, o que pode acionar ou manter leves gatilhos de ansiedade. Além disso, tensão crônica nos ombros e no pescoço gera desconfortos físicos que, quando você já passou por uma crise recente, podem ser interpretados como “algo errado”, alimentando aquela preocupação automática de quem ainda está se recuperando. A dor nas costas, o aperto na garganta e os ombros tensos podem ser só o corpo pedindo pra mudar de posição, alongar, levantar, respirar melhor. Mas como o corpo guarda memória da crise, qualquer sensação diferente vira alerta interno. Em resumo: a má postura não “cria” ansiedade sozinha, mas ela mantém o corpo em um estado que facilita essa leitura de ameaça. Ajustar a respiração, corrigir a postura aos poucos, fortalecer dorsal e cervical e fazer pausas pode reduzir bem essa sensibilidade. E, claro, conforme você for se sentindo mais segura depois da crise, essas sensações vão perder força e significado.

 Camila Alves  Carneiro
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Perguntas frequentes