Camila Pardinho de Farias

Psicóloga · Mais

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRP SP 06/173628

Experiência

Olá! Sou Camila, psicóloga clínica especializada em Neuropsicologia.

Realizo avaliações neuropsicológicas completas com laudo, que ajudam a compreender o funcionamento cognitivo, emocional e comportamental, contribuindo para diagnósticos precisos e planejamento de intervenções eficazes. Minha experiência inclui o atendimento de casos de TDAH, transtornos de aprendizagem, alterações cognitivas, autismo, dificuldades emocionais e comportamentais, entre outros.

Para adultos, ofereço psicoterapia online, proporcionando um espaço seguro e acessível para refletir sobre emoções, relações e desafios da vida cotidiana. Minha abordagem valoriza o autoconhecimento, a escuta empática e a construção de estratégias que promovam bem-estar emocional e crescimento pessoal.

Meu objetivo é que cada pessoa que passa pelo meu atendimento sinta-se compreendida, apoiada e capaz de desenvolver seu potencial cognitivo e emocional.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicoterapia individual

Experiência em:

  • Problemas de relacionamentos
  • Depressão
  • Transtornos de ansiedade

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Atendimento Psicológico online para adulto


  • Avaliação Neuropsicológica c/ laudo


  • Consulta psicológica da criança


Consultório

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Psicologia&Existência

R. Vilela, 908/910 - Vila Gomes Cardim, São Paulo, Tatuapé, São Paulo 03314-000

Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

9 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Eu e minha ex ficamos 1 ano e 4 meses ,porém no namoro eu não conseguir enxergar o nosso relacionamento indo para frente no quesito casamento ! Porém depois de terminar ficamos 2 anos tendo recaídas , logo após os dois anos ela se afastou e disse que estava conhecendo outro pessoa , depois de saber disso eu fiquei extremamente chateado e comecei a fazer o que eu nunca achei que iria fazer , comecei a mandar mensagem implorando para voltar , prometi até casamento, como explicar esse sentimento de querer voltar para uma pessoa que lá no fundo eu não a amo ! Mas gostaria de tentar novamente.

O que você está sentindo não é amor, é abstinência emocional. Seu cérebro, acostumado ao vínculo, está tentando preencher o vazio que ficou quando o ciclo de recompensa foi interrompido. Quando você mandou mensagens, implorou, prometeu casamento, não era paixão, era o medo da solidão disfarçado de saudade. Você não quer voltar pra ela, você quer voltar pra sensação de “ser alguém pra alguém”, e isso é o que mais confunde, porque o corpo reage como se ainda existisse amor, mas o coração já sabe que não faz mais sentido.
Essa confusão é comum. A mente tenta dar lógica ao que o emocional não aceita. Então você cria justificativas: “talvez dessa vez dê certo”, “talvez agora eu esteja pronto”. Mas, no fundo, você sabe que não é sobre ela. É sobre o incômodo de se ver sem papel na vida de alguém.
Esse impulso de voltar é o cérebro tentando evitar a dor do luto. Porque o luto não é só da perda dela, é da pessoa que você era ao lado dela. E esse é o ponto de virada, ou você tenta recuperar uma história que já acabou, ou começa a escrever a sua própria sem pedir autorização pra ninguém. Você não precisa voltar pra quem não ama, você precisa entender por que ainda tem medo de ficar só com você mesmo, poorque é só quando você suporta o silêncio da solidão que nasce o amor próprio de verdade e esse amor próprio será libertador e importante até mesmo nos seus próximos relacionamentos.

 Camila Pardinho de Farias

Como curar uma ferida de ser rejeitado por uma ex ? Eu e minha ex terminamos mas porém eu e ela tivemos várias recaídas , mas meu racional me dizia que não valia a pena voltar, nossas ideias de futuro não se enquadrava( ela queria que eu aceitasse morar no porão da casa dela onde é o único espaço que daria para construir algo , se fosse para comprar um apê ou alugar algo ela disse que eu que teria que me virar sozinho por que já que tinha o porão da casa dela e eu não quis ir então eu que me virasse ,certa vez ela ameaçou terminar comigo por que eu disse que não iria na casa dela naquele dia por que eu estava cansado ,eu trabalhava e fazia faculdade, e ela disse que se caso eu não fosse ela terminaria e depois de terminar eu perguntei se ela se arrependia de ter ameaçado tá tas vezes terminar comigo se ela estava certa , e ela disse que estava certa si. Por que eu deveria dar mais prioridade a ela e disse que não se arrependia e dentre outras coisas que não concordamos ,porém paramos de ficar e ela começou a namorar com outra pessoa e eu implorei pra voltar e disse que aceitaria o que ela me propôs e que me doaria mais no relacionamento para ela enfim me aceitar de volta , estou sofrendo com isso tudo as vezes me pego angustiado mesmo sabendo lá no fundo que se eu realmente estivesse com ela não iríamos tão longe assim haja vista que ela não queria mudança alguma eu quero que essa dor passe.obs: trabalhamos no mesmo trabalho o pai dela e nosso chefe e frequentamos a mesma igreja ao qual ela irá começar a levá-lo , como esquecer como me curar disso tudo ??

A rejeição dói e não é pouco. Mas o que mais machuca, muitas vezes, não é perder o outro, e sim perder a ilusão de controle, de ser escolhido, de achar que “se eu tivesse feito diferente, ela ficaria”. Seu cérebro vive um tipo de abstinência. O sistema de recompensa, o mesmo envolvido em vícios, ainda dispara quando você pensa nela. Por isso a saudade vem, acompanhada da vontade de “corrigir o que deu errado”. Mas o que você está tentando corrigir não é o amor, é a sua própria ferida de se sentir insuficiente. Você implorou pra voltar, mesmo sabendo que a relação era desequilibrada. Isso mostra o quanto o medo da rejeição foi mais forte que o seu amor próprio. E é aí que está o ponto central da cura, porque não é sobre esquecer ela, é sobre se reencontrar depois de ter se perdido tentando ser aceito. Enquanto você trabalhar com ela, ver o novo relacionamento, frequentar os mesmos lugares, vai doer. E tudo bem doer. Mas a pergunta que você precisa se fazer é: “quero continuar sendo alguém que implora por atenção de quem me desrespeitou?” A cura começa quando a dor deixa de ser um pedido de volta e vira um pedido de libertação. Quando você para de procurar consolo no olhar de quem não te valorizou e começa a se perguntar: “o que me fez acreditar que eu merecia tão pouco?”
Procure se afastar emocionalmente, mesmo que fisicamente não dê. Foque no seu trabalho, invista em si, procure terapia se possível, não para “esquecer”, mas para reconstruir sua autoestima e reorganizar sua identidade fora dessa relação.
Você não precisa se curar da rejeição, você precisa se curar da ideia de que precisa ser aceito por quem não te escolheu.
E isso, sim, é libertador. Um abraço.

 Camila Pardinho de Farias
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