Clarissa Outor Arantes Bombardi

Psicanalista · Mais

São Paulo 2 endereços

Número de registro: Certificado Apresentado

Experiência

Sou Psicanalista, com pós-graduação em Psicanálise reconhecida pelo MEC, autora de artigo científico publicado e apresentado em congresso internacional.

Atendo adultos que desejam compreender melhor suas emoções, seus padrões e seus relacionamentos, a partir da psicanálise freudiana.

Trabalho com questões como ansiedade, depressão, burnout, autoestima, lutos, dificuldades afetivas, conflitos internos e ciclos que se repetem.

Ofereço um espaço de escuta profunda - presencial ou online - para que cada pessoa possa falar de si com liberdade, elaborar o que vive e construir novos caminhos diante dos seus impasses.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Freudiana
  • Psicanálise com adultos

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Serviços e preços

  • Consulta Psicanálise


  • Primeira consulta psicanálise


  • Retorno de consultas Psicanálise


  • Teleconsulta

    A partir de R$ 230

Consultórios (3)

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Espaço Varappe

Av. Paulista, 2073, Jardins, Cerqueira César, São Paulo 01311-300

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Consultório Particular

Rua Diógenes Duarte Paes 60, Jundiaí 13209-150

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá, eu tenho diagnóstico de transtorno de ansiedade. Estava consideravelmente moderada, porém, eu iniciei o tratamento com roacutan, e um tempo depois eu estou sentindo uma apatia, não sinto felicidade, nem tristeza por coisas que antes sentia. Quero muito saber se isso tem relação com o remedio

A sua pergunta é muito pertinente, porque você nomeia algo que não aparece apenas como ansiedade, mas como uma mudança na forma de sentir: uma espécie de apagamento afetivo, em que nem a alegria nem a tristeza se fazem presentes como antes.

Do ponto de vista médico, alguns medicamentos podem, em algumas pessoas, produzir alterações no campo emocional, e isso deve sempre ser conversado com o profissional que acompanha o tratamento. No entanto, do ponto de vista psíquico, é importante considerar que nem tudo o que se manifesta como apatia pode ser explicado apenas pela medicação.

A psicanálise se interessa justamente por esses momentos em que algo do sentir se transforma e passa a causar estranhamento no próprio sujeito. A apatia pode aparecer como um efeito de proteção, um modo de silenciar afetos que estavam difíceis de sustentar, ou ainda como parte de um movimento psíquico que merece ser escutado com cuidado.

Quando esse tipo de vivência surge, é importante não lidar com ela de forma isolada. Um trabalho de escuta contínua, aliado ao acompanhamento médico, pode ajudar a compreender o que está em jogo nessa mudança e a encontrar caminhos que respeitem tanto o corpo quanto a singularidade da experiência subjetiva.

 Clarissa Outor Arantes Bombardi

Me ajudem a refletir, isso não me incomoda muito mas queria entender. Tenho 20 anos e vejo homens da minha idade ou menos que conhece mulheres bem facilmente e consegue se conectar, vejo que a maioria deles não tem boa aparência ou é bem financeiramente sucedido, eu falando assim isso se mostra claramente uma comparação mas a pergunta ficar: porque ninguém se interessa por mim? Essa pergunta costuma asoitar em minha mente mas tento apagar. As tento por meu esforço abordar mulheres de meu interesse e não dá em nada, pessoas falam "que trabalhe em vc e elas virão"e nada flui. Na sua visão oq pode tá acontecendo?

A sua pergunta é interessante justamente porque você percebe que não se trata apenas de aparência, dinheiro ou “técnica”, mas de algo que insiste como uma interrogação: por que ninguém se interessa por mim?

Na psicanálise, quando uma pergunta retorna com frequência, mesmo quando tentamos apagá-la, ela costuma apontar para algo do desejo do sujeito, e não apenas para fatores externos. A comparação com os outros, nesse sentido, muitas vezes encobre uma questão mais profunda: como você se posiciona nas relações e o que, sem perceber, se repete nesse modo de se aproximar.

O conselho de “trabalhar em si mesmo para que as coisas fluam” costuma ser genérico e, muitas vezes, pouco eficaz, justamente porque não toca na singularidade de cada história. Nem tudo o que nos atravessa nas relações é consciente ou controlável pela vontade.

Quando esse tipo de pergunta começa a ocupar espaço, um trabalho de escuta contínua pode ajudar a dar sentido a essas repetições e a compreender como elas se articulam à sua história e aos seus vínculos.

 Clarissa Outor Arantes Bombardi

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes