Dr. Diego Chiapetti

Fisioterapeuta · Mais

Passo Fundo 1 endereço

Número de registro: CREFITO 257927-F

Experiência

FISIOTERAPEUTA NEUROPEDIATRA E FISIOTERAPEUTA PEDIASUIT, COM DIVERSOS CURSOS E FORMAÇÕES VOLTADAS AO ATENDIMENTO DA PESSOA COM TEA. NO ATENDIMENTO ADULTO CAPACITADO E HABILITADO PARA O TRATAMENTO DA DOR, COM MUITOS RESULTADOS POSITIVOS E UMA GRANDE DEMANDA DE PACIENTES REABILITADOS.

Experiência em:

  • Fisioterapia neurofuncional
  • Reabilitação vestibular
  • Perícia fisioterapêutica
  • Recuperação pós covid-19

Serviços e preços

  • Consulta Fisioterapia


  • Fisioterapia respiratória


  • Tratamento em Reabilitação em Crianca

    R$ 150

  • Tratamento em Reabilitação em Adulto

    R$ 150

  • Terapia manual


Consultório

Kids for Kids

Rua Morom de 1132/1133 a 1376/1377, Passo Fundo 99010-031

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

Opiniões em breve

Envie a primeira opinião

Você já passou por consulta com Dr. Diego Chiapetti? Conte aqui como foi. Outros pacientes vão te agradecer por ajudá-los a escolher o melhor especialista.

Enviar opinião

Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Cromossomos Em Anel

Qual seria a fisiopatologia dessa sindrome??
Seus sintomas e seus tratamentos?

Os cromossomos em anel são uma alteração genética em que um dos cromossomos, ao invés de ter o formato normal (como um “bastão”), acaba formando um círculo. Isso acontece porque as pontas desse cromossomo se quebram e se unem.

Quando isso ocorre, pode haver perda de partes importantes do material genético (DNA). Como o DNA contém as “instruções” do funcionamento do corpo, essa perda pode interferir no desenvolvimento e no funcionamento de alguns órgãos e sistemas.

Além disso, esse cromossomo em forma de anel pode ser mais “instável”, ou seja, pode não se comportar de forma regular nas células. Por isso, os sintomas podem variar bastante de uma pessoa para outra.

Principais sintomas

Dependendo do cromossomo afetado, a pessoa pode apresentar:

Atraso no desenvolvimento (demorar mais para sentar, andar ou falar)

Dificuldade de aprendizado

Fraqueza muscular

Baixa estatura

Alterações de comportamento ou atenção

Em alguns casos, problemas em órgãos como coração

Nem todas as pessoas terão todos esses sintomas — alguns casos são leves, outros mais complexos.

Tratamento

Não existe cura, pois é uma alteração genética.
Mas existe tratamento, e ele pode ajudar muito na qualidade de vida.

O acompanhamento geralmente envolve:

Fisioterapia → melhora força, equilíbrio e movimentos

Fonoaudiologia → ajuda na fala e comunicação

Terapia ocupacional → melhora as atividades do dia a dia

Acompanhamento médico → para monitorar a saúde geral

Apoio escolar → para facilitar o aprendizado

Resumindo

É uma condição genética que pode afetar o desenvolvimento, mas com acompanhamento adequado, a pessoa pode evoluir bem e ter uma boa qualidade de vida.

Dr. Diego Chiapetti

tive poliomielite aos 8 meses de idade na perna esquerda, minha perna atrofiou e aos 18 anos fiz cirurgia de alongamento no tendao de aquiles e na lateral do joelho. Vivi até aos 65 anos uma vida normal embora mancando da perna esquerda, sempre joguei bola, subi em arvores , telhados, andei de bicicleta, nadei. mas aproximadamente ao 65 anos, comecei a sentir muita dor na regiao do tornozelo, em exames foi identificado uma artrose, entao tomei analgésicos e faço fisioterapia, mas sinto que nao tem adiantado muito, pesquisando por aqui li sobre acido hialuronico, penso que pode aliviar minhas dores , o que voce me diz sobre todo esse meu relato ?

Olá! Li com atenção todo o seu relato, e ele é muito coerente do ponto de vista clínico.

Você teve poliomielite ainda na infância, o que deixou como sequela uma fraqueza muscular na perna esquerda e uma forma diferente de caminhar (mesmo que adaptada ao longo dos anos). Durante muito tempo, seu corpo conseguiu compensar bem — tanto que você levou uma vida ativa, o que é excelente.

Porém, com o passar dos anos, especialmente após os 60 anos, é comum que essas compensações comecem a gerar sobrecarga nas articulações, principalmente no tornozelo. Isso acaba levando ao desgaste da cartilagem, que é a artrose, responsável pela dor que você está sentindo hoje.

É importante entender que, no seu caso, não se trata de uma artrose “comum”, mas sim de uma artrose associada à sua história e à forma como seu corpo distribui o peso ao caminhar.

Sobre o ácido hialurônico:
Ele pode sim ajudar no alívio da dor, pois melhora a lubrificação da articulação e reduz o atrito. Muitos pacientes têm bons resultados, principalmente em casos leves a moderados. No entanto, ele não corrige a causa do problema, então costuma ter um efeito temporário.

Por isso, o ideal é pensar em um tratamento mais completo, que inclua:

Ajuste da forma como o pé apoia no chão (muitas vezes com palmilha personalizada)

Fortalecimento muscular direcionado (não apenas exercícios genéricos)

Treino de equilíbrio e controle da marcha

Em alguns casos, uso de órteses para melhorar a estabilidade

Se a fisioterapia não estiver focada nesses pontos mais específicos, realmente pode parecer que não está trazendo tanto resultado.

Resumindo:
Sua dor tem uma explicação clara e comum nesse tipo de histórico
O ácido hialurônico pode ajudar, mas como complemento
O mais importante é corrigir a mecânica do movimento para reduzir a sobrecarga

Dr. Diego Chiapetti

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes