Diego Tavares, Psiquiatra São Paulo

Dr. Diego Tavares

Psiquiatra

Número de Identificação Profissional: 145258 SP- RQE 63547
1 opinião

Experiência

Sobre mim

Psiquiatra especializado em doenças e alterações do humor (esfera da depressão ou da bipolaridade). Doutorando em Medicina do Instituto de Psiquiatria...

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Experiência em:

  • Transtorno de Humor


Formação

  • Psiquiatra, Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 2013
  • Título de Especialista em Psiquiatria, Universidade de São Paulo (USP), 2013
  • Doutorando em Medicina, Universidade de São Paulo, 2017


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Idiomas

Espanhol, Inglês, Português

Opiniões dos pacientes

5

Classificação geral
1 opinião

  • Pontualidade
  • Atenção
  • Clínicas e hospitais
P
Paciente verificado
Local: Consultório Dr. Diego Tavares Psiquiatra

Pontos positivos
Excelente profissional, além de muito atencioso é extremamente organizado, o que ajuda bastante os pacientes na rotina de medicações. Demonstra muito domínio e técnica sobre temas onde atua como especialista,no meu caso, bipolaridade.

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Serviços e preços

Parecer psiquiátrico


Rua Oscar Freire, São Paulo

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Tratamento de transtorno de personalidade borderline


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Consulta Psiquiatria


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Tratamento da depressão


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Primeira consulta Psiquiatria


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Tratamento de transtorno afetivo bipolar


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Consulta domiciliar Psiquiatria


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Comportamento suicida


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Terapia Cognitivo-Comportamental


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Laudo Pericial


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Estimulação Magnética Transcraniana


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Tratamento da insônia


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Tratamento da depressão na infância e adolescência


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Tratamento da automutilação


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Tratamento Psiquiatrico Em Hospital Especializado - B Nivel I


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Atendimento em crise suicida


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Psicoeducação


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Tratamento Em Psiquiatria Em Hospital Geral


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Opiniões dos pacientes

5

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1 opinião

  • Pontualidade
  • Atenção
  • Clínicas e hospitais
P
Paciente verificado
Local: Consultório Dr. Diego Tavares Psiquiatra

Pontos positivos
Excelente profissional, além de muito atencioso é extremamente organizado, o que ajuda bastante os pacientes na rotina de medicações. Demonstra muito domínio e técnica sobre temas onde atua como especialista,no meu caso, bipolaridade.

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Dúvidas respondidas

18 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia


  • Pergunta sobre Transtorno bipolar

    Quais sintomas diferenciam a mania da hipomania no transtorno bipolar?

    Bom dia! Na verdade não é apenas a intensidade dos sintomas que diferencia a mania da hipomania, vai muito além disso. Muitos sintomas da mania raramente irão ocorrer na hipomania como por exemplos ficar sem dormir, ficar falante e ficar visivelmente grandioso ou megalomaníaco. Além disso, a mania costuma ser fásica, bem definida em relação a personalidade habitual da pessoa, já a hipomania raramente será fásica, é mais comum ser crônica. E quanto aos sintomas muitos deles só ocorrer na hipomania e são bem diferentes. A mania sempre trazer prejuízos em quase todas as esferas de vida da pessoa, já na hipomania os prejuízos costumam ocorrer apenas dentro de casa, no contato interpessoal bem intimo. Fora de casa o indivíduo costuma manter muito bem seu funcionamento! Um abraço.

    Dr. Diego Tavares

  • Pergunta sobre Transtorno bipolar

    Quetiapina 50 mg é eficaz no transtorno bipolar tipo 2?

    Olá! Na realidade não, a dose eficaz da quetiapina para o tratamento da depressão no transtorno bipolar de tipo II é de pelo menos 300mg/dia. Até 200mg/dia a dose é predominantemente sedativa e o único efeito que você deve receber será de se sentir com sono e ainda com os sintomas da depressão. Normalmente nós especialista em transtorno bipolar utilizamos a quetiapina apenas em caso com intensa ativação noturna de maneira que a pessoa consiga tomar doses de 300 a 600mg/dia para controlar a insônia e também receber o efeito antidepressivo do medicamento. Um abraço!

    Dr. Diego Tavares

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Experiência

Sobre mim

Psiquiatra especializado em doenças e alterações do humor (esfera da depressão ou da bipolaridade). Doutorando em Medicina do Instituto de Psiquiatria...

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Experiência em:

  • Transtorno de Humor


Formação

  • Psiquiatra, Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, 2013
  • Título de Especialista em Psiquiatria, Universidade de São Paulo (USP), 2013
  • Doutorando em Medicina, Universidade de São Paulo, 2017

Estágios

  • Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP)
  • Hospital Estadual Mário Covas da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC)

Certificados



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Idiomas

Espanhol, Inglês, Português

Prêmios

  • Ganhador de melhor pôster no Congresso Brasileiro de Psiquiatria (2018).

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Artigos

Automutilação

Automutilação é todo comportamento que a pessoa infringe a si mesma com o intuito de provocar lesão ou dor física e compreende: se cortar; se morder; se arranhar; se queimar; se coçar intensamente; bater em si mesmo; interferindo com a cicatrização de feridas (por exemplo, arrancando crostas); esfregar a pele contra superfície áspera; ferir-se com agulhas; puxar e/ou arrancar o próprio cabelo. Existem múltiplas causas para uma pessoa se automatizar e normalmente decorre de um estado de humor depressivo misto (depressão + agitação) em que a pessoa está com o humor negativo mas sente tensão, ansiedade e desespero e necessita alivia-lo.


Depressão Pós-Parto

A depressão pós-parto é todo estado de humor deprimido que se inicia até 6 meses após um parto. Geralmente são alterações de humor instáveis (com alta oscilação) e de natureza mista (depressão misturada com agitação, excesso de pensamentos, irritabilidade/agressividade, inquietação, angústia, desespero). Muitas vezes o tratamento apenas com antidepressivos convencionais podem não só não funcionar como agravar o estado de humor alterado. Toda mulher que apresenta mudança de humor após o parto muito cuidado ao receberem tratamentos convencionais (antidepressivos clássicos) pois devem ficar de olho na piora do quadro e se necessário rever o diagnóstico.


Transtorno bipolar

Trata-se de uma doença física, cerebral, embora com repercussões importantes em esferas psicológicas, sociais e culturais. São áreas cerebrais afetadas na doença bipolar: área límbica: área da afetividade; hipotálamo: áreas de energia; áreas dos ritmos biologicos: dormir x acordar, fome x falta de apetite, pouca libido x muita libido; áreas do pensamento: pouco pensar ou pensar exagerado); áreas dos impulsos: impulsividade/vontade/ação aumentados X procrastinação); áreas da movimentação: lentidão x agitação. A doença bipolar caracteriza-se por alguma desregulação para mais e para menos em todas ou na maioria destas áreas cerebrais cotadas. Pode ser de oscilação lenta mas também rápida.


Alterações do humor

Sou especialista em alterações de humor, isto, pessoas que notam: 1-oscilações de humor diferentes das que tinha antes: por exemplo, a pessoa era bem humorada ao longo da vida e tem notado que o estado de humor nos últimos meses tem sido de irritabilidade e agressividade); 2- pessoas que sempre tiveram oscilações de humor ao longo da vida mas que só agora notaram que elas causam problemas (por exemplo, pessoas que tem mudanças de humor rápidas e intensas frente a estressores da vida que causam problemas nas relações interpessoais e nas outras esferas de vida mas que só agora notaram as consequências deste problema).


Risco de suicidio

O risco de suicídio é avaliado em todas as consultas de pacientes com transtornos de humor pois trata-se da condição de maior perigo e risco à integridade física. Existem duas maneiras básicas de tentativas de suicídio: as impulsivas ( que surgem rapidamente após um estressor de vida como um problema familiar ou uma briga) e as não-impulsivas/planejadas. Pacientes que alterações de humor mais graves e mistas (depressões com intensa agitação mental) estão sob maior risco de tentarem suicídio. O importante'e clarificar que ideias de suicídio são SEMPRE patológicas. Não existe nenhuma situação normal de funcionamento cerebral em que ideias de suicídio são aceitas.


Transtorno afetivo sazonal (depressão do inverno)

Hoje em dia está bem claro no meio científico que a luz desempenha um papel importante no humor e no estado de ânimo de uma pessoa, com uma importância particular no hemisfério norte em que as estações são mais bem definidas. Este quadro parece estar associado a secreção de um hormônio chamado melatonina que regula o sono, apetite, libido, temperatura e vários outros ritmos biológicos e que é produzida em períodos de baixa ou nenhuma luminosidade e numa diminuição da produção de seretonina, neurotransmissor associado ao bem-estar e felicidade, que costuma atingir um nível pico quando a pessoa é exposta à luz.

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