O que é?

Aneurisma é uma dilatação permanente de um vaso sanguíneo. Isso ocorre quando o vaso sanguíneo perde sua elasticidade. O grande perigo é o rompimento. A gravidade do quadro de aneurisma vai depender do local de sua localização. Os aneurismas mais comuns ocorrem na aorta (maior artéria do corpo), na base do cérebro ou atrás do joelho. Quando esses vasos rompem causam hemorragia interna com risco de morte ao paciente. Também podem gerar quadros bastante sérios como trombose (oclusão) e embolização (desprendimento de coágulos).

Qual é a causa?

A idade é o fator preponderante para a formação do aneurisma. Eles atingem aproximadamente 2% das pessoas com mais de 50 anos e 5% de pacientes com idade igual ou superior a 70 anos. Algumas pessoas já nascem com o aneurisma, mas são casos raros. Hipertensos e fumantes têm maior propensão à doença.

Quais os sintomas?

A maior parte dos aneurismas não apresenta sintomas até que se rompam. No entanto, quando há a manifestação de sintomas, os mais comuns são: dor de cabeça, vômito, convulsões, desmaios e alterações na vista.

Como fazer o diagnóstico

Apesar de serem assintomáticos em sua grande maioria, os aneurismas podem ser encontrados em exames clínicos. Mas isso depende de sua localização. Podem ser percebidos pelo médico quanto estão muito perto da pele (na artéria carótida, por exemplo) ou mesmo um pouco mais profundos em pacientes magros. Entretanto, apenas apalpar o local não oferece a certeza de diagnóstico. Há a necessidade de recorrer a exames de imagem como: raios-X, ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Qual o tratamento?

Quando percebido no começo, o aneurisma pode ser tratado de forma convencional. O médico precisa fazer um acompanhamento periódico para perceber o ritmo do aumento do tamanho do aneurisma. A mudança de hábitos alimentares e comportamentais do paciente pode ajudar. Porém, os aneurismas raramente regridem ou param de crescer. O tratamento cirúrgico é a outra opção para quando o aneurisma já atingiu um tamanho capaz de oferecer risco de morte.

Dr. Pedro Kalluf
Neurocirurgião
São Paulo
Boa tarde Valdete. Alguns aneurismas, dependendo da localização e do tamanho, podem causar perda da visão. Converse com o cirurgião que realizou a sua cirurgia para entender se pode ser…

Dra. Luana Antunes Maranha Gatto
Neurocirurgião
Curitiba
Depende se era um aneurisma que rompeu ou não; que tipo de cirurgia foi feita (clipagem ou endovascular), como foi a cirurgia, qual o estado de saúde do paciente, etc. Creio que a pessoa…

Dr. Pedro Kalluf
Neurocirurgião
São Paulo
Bom dia! É necessário ver outros dados, tanto em relação ao paciente, como idade e presença de outros fatores de risco, quanto em relação ao aneurisma, como a localização e formato. Nesse…

Dr. Marcelo Oliveira Lamberti
Neurocirurgião, Neurologista, Neurologista pediátrico
Itumbiara
Aneurismas são, na maioria das vezes, incidental. O fator genético pode colaborar, mas a presença de pressão arterial alta e tabagismo aumentam muito as chances. Geralmente quando se…

Dr. Joao Luiz Sandri
Angiologista, Cirurgião vascular
Vitória
A clipagem de aneurisma é procedimento da Neurocirurgia, portanto deve ser respondida por um Neurocirurgião.

Dr. Egmond Alves
Neurocirurgião
Sorocaba
Olá! Os aneurismas após a sua exclusão da circulação não possuem o risco de rompimento. No entanto, alguns aneurismas mais complexos podem recanalizar caso a clipagem não o tenha excluído…

Dra. Giana Kühn
Neurocirurgião, Especialista em dor
São Paulo
Boa Tarde, o tratamento endovascular para os aneurismas cerebrais, necessitam de um acompanhamento inicial com exames angiográficos e uso de medicamentos anti-agregantes plaquetarios,…

Dr. Saul Almeida da Silva
Neurocirurgião
São Paulo
Aneurisma cerebral é uma doença grave, principalmente quando há ruptura do aneurisma. Cerca de 50% dos pacientes que se recuperam da doença podem ficar com alguma dificuldade motora ou…

Dr. Saul Almeida da Silva
Neurocirurgião
São Paulo
Cirurgia para aneurisma cerebral são muito delicadas e requerem acompanhamento próximo com o seu neurocirurgião.

Sugiro passar em consulta para uma avaliação.