O que é?

A coluna vertebral é o órgão que distingue os animais vertebrados dos invertebrados. Possui de 32 a 34 vértebras (quase sempre 33) ligadas por articulações. Suas enfermidades podem ser divididas nos seguintes grupos: doenças degenerativas, inflamatórias, lesões, deformações, espondilolistese e tumores. Doenças degenerativas: provocadas pelo processo do envelhecimento afetam os discos vertebrais, as próprias vértebras, suas articulações e ligamentos. São elas: osteocondrose (espondilose); espondilartrose; doenças dos discos vertebrais, cervicais e lombares; estenose do canal espinal, cervical, lombar ou degenerativa. Doenças inflamatórias: resultam de processos inflamatórios na coluna que acarretam, de forma frequente, alterações estruturais. São elas: espondilodiscite infecciosa; artrite reumática e espondilite anquilosante (doença de Bechterew). Lesões: acidentes como fraturas ou deslocamentos, que alteram a estrutura óssea e são capazes de desestabilizar a coluna vertebral causando danos à medula. Deformações: modificações do formato natural. A escoliose é uma delas. Espondilolistese: deslizamento das vértebras. Tumores: crescimento descontrolado de células que pode gerar tumores benignos ou malignos.

Qual é a causa?

As dores na coluna podem ser causadas por uma série de fatores. Incidentes em quase todos os órgãos podem gerar essa situação. As causas mais comuns desses problemas são traumas, malformações congênitas, postura inadequada, fibromialgia, degeneração por envelhecimento, inflamações, alterações metabólicas, tumores e até mesmo motivações de ordem psíquica. É possível, no entanto, listar alguns fatores de riscos para o surgimento dessas dores: obesidade, tensão emocional, ansiedade, depressão, esforço excessivo e repetição de movimentos devido à atividade profissional são alguns deles. Quais os sintomas? A dor é o principal sintoma das doenças na coluna. Ela pode ser localizada em uma área ou mesmo irradiada não apenas pela coluna, mas por outras partes do corpo.

Como fazer o diagnóstico?

O médico precisa fazer uma atenta entrevista com o paciente para tentar localizar o ponto gerador da dor. O conhecimento do histórico clínico também ajuda. Mas raramente o exame físico é suficiente para confirmar um diagnóstico. Vários exames laboratoriais e de imagens estão disponíveis. Raios-X, tomografia computadorizada e a ressonância magnética são alguns dos exames mais utilizados.

Qual o tratamento?

O tratamento varia muito de acordo com o tipo de problema, a localização e a intensidade da dor. Os problemas degenerativos não apresentam muitas opções além do acompanhamento. Dores relacionadas à postura podem ser corrigidas com fisioterapia. Medicamentos podem ser utilizados assim como, em alguns casos, o procedimento cirúrgico.

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Dr. Pedro Kalluf
Neurocirurgião
Salvador
Bom dia. Não necessariamente, a megapófise transversa é mais frequentes em pacientes com vértebra de transição (uma sexta vértebra lombar, entre L5 e S1), mas alguns pacientes podem apresentar…

Dr. Marcelo Kemel Zago
Ortopedista - traumatologista
Porto Alegre
Sim, escolioses acima de 45° a princípio devem ser tratadas cirurgicamente, especialmente quando, aos 55 anos, há sintomas importantes e persistentes que não melhoram com tratamentos não cirúrgicos.

Dr. Sergio Eduardo Reis
Homeopata, Ortopedista - traumatologista, Terapeuta complementar
Belo Horizonte
Inicialmente não. Faça avaliações com neurologistas, otorrinolaringologistas e cardiologistas.

Dra. Fernanda F. Gomes
Ortopedista - traumatologista
Rio de Janeiro
Boa tarde. Um trauma desse tipo pode ser a causa de diversas lesões, tanto cervicais quanto intracranianas. É importante que você agende consulta com um especialista o mais breve possível.

A megapófise transversa é uma condição que se refere a uma alteração na posição ou desenvolvimento da articulação sacroilíaca, geralmente causando dor na região lombar e pélvica. Quando diagnosticada…

Dr. Victor Fontes Pacheco
Ortopedista - traumatologista
Jundiaí
Eu acho que houve algum erro de digitação ou corretor ortográfico.
Deve ser uma mega-apófise transversa, não?

O tratamento vai depender da queixa.

Para mais dicas,…

Dr. Matheus Castanheira
Ortopedista - traumatologista
São José dos Campos
Ter quatro vértebras lombares no raio-x em vez das cinco habituais pode ser uma variação normal chamada de transição lombo-sacra, onde a última vértebra lombar se funde com o osso sacro. Isso…

Dra. Fernanda F. Gomes
Ortopedista - traumatologista
Rio de Janeiro
Boa tarde. É comum a recomendação de 24h de repouso após o procedimento, podendo voltar a realizar suas atividades cotidianas a partir desse período, incluindo ingestão de leve a moderada de…

Dr. Jorge Sayum Filho
Médico do esporte, Ortopedista - traumatologista
São Paulo
Boa noite, o médico é o ortopedista. Marque uma consulta conosco!