Doença hemolítica do recém-nascido que se caracteriza por presença de eritroblastos no sangue, icterícia intensa, destruição das hemácias (anemia hemolítica) e outras conseqüências que dependem do grau de destruição das hemácias. A eritroblastose fetal ocorre apenas num tipo de situação: mãe Rh-, filho Rh+. Na placenta ocorrem trocas de passagem de hemácias do embrião Rh+ para a mãe Rh-. Isto tem como consequência a produção de anticorpos anti-Rh+, cujo feto não nasce afetado pela doença. Numa segunda gravidez, se o feto for Rh+, os anticorpos anti-Rh+ da mãe passam para ele, onde, atingindo uma certa concentração, destróem as suas hemácias. 

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Dra. Camila Picolini
Especialista em biomedicina
São Paulo

Sim, é possível que um casal com tipo sanguíneo O+ tenha um filho com tipo sanguíneo A+. O tipo sanguíneo é determinado por genes herdados dos pais, um do pai e outro da mãe.

Dr. Marcos Vinicius Franca
Oncologista, Médico clínico geral
Taguatinga
Ola, pode sim. Basta cada uma dos seus pais terem o gene recessivo do sangue O positivo.

Dr. Rodrigo Doyle Portugal
Hematologista, Internista
Petrópolis
A tipagem sanguínea não é um teste de paternidade.

Dra. Ariadne Godinho
Hematologista pediátrico
Barreiras
Sim. E possível que seus filhos sejam A, B ou AB positivo ou negativo! Se vocês dois fossem negativo aí não poderia ser positivo. Mas o positivo é heterozigoto.

Dra. Carla Oliveira Vinhal
Médico de família, Generalista
São Paulo
Olá!
O teste de reconhecimento/ identificação de paternidade leva em conta semelhanças entre os materiais genéticos comparados (de genitores e filha/filho). É um exame altamente…

Dra. Mariana Motta Baeta Salvador Chalup
Hematologista
Belo Horizonte
Olá.. Mãe com sangue A+ e pai O- podem gerar filhos A+, A-, O+ ou O-.

Dra. Nathalia Correia Krause Santos
Geneticista, Pediatra
Rio de Janeiro
Sim existe. É necessário avaliação de coombs indireto na gestação e uso de imunoglobulina a depender do decorrer da gestação e/ ou tipagem do bebê ao nascer .

Dra. Nathalia Correia Krause Santos
Geneticista, Pediatra
Rio de Janeiro
A incompatibilidade sanguínea não tem correlação com transtorno de espectro autista. Todavia um dos pais afetados pode aumentar o risco do transtorno da prole. Procure um geneticista…