Dra. Elisangela Gregori

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRP 06/71376

63 opiniões
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Experiência

Psicóloga, atendimento clinico há mais de 20 anos na abordagem comportamental e humanista. Atendo adolescentes (a partir de 13 anos), adultos e casais. Experiências em atendimentos a pessoas com sofrimento por violência, transtornos alimentares, ansiedade, depressão e fobias sociais.
Meu estilo de atuação é acolhedor e realista. Espero que meus pacientes possam através da psicoterapia alcançar uma visão clara e realista sobre o aqui e agora a fim de construir melhores condições para seu futuro profissional, social e pessoal.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia de casal
Terapia comportamental

Experiência em:

  • Problemas de relacionamentos
  • Distúrbios psicossomáticos

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

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Dra. Elisangela Gregori

Rua Elias da Costa 273, São Paulo 02724-070

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14/07/2025

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 100

  • Consulta psicológica do adolescente

    R$ 100

  • Terapia online

    R$ 100

  • Terapia de Casal Online

    R$ 150

  • Terapia com adolescentes

    R$ 100

Consultórios (2)

Disponibilidade

Pagamento online

Aceito

Número de telefone

(11) 94705...
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Consultorio Presencial

Rua Elias da Costa 273, Vila Carolina, São Paulo 02724-070

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Aceito

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

63 opiniões

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  • I

    Uma excelente profissional, bem atenciosa, um ambiente muito aconchegante.

     • Consultorio Presencial Consulta Psicologia  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • I

    Muito atenciosa, gostei bastante da consulta, animada para seguir com as sessões.

     • Elisangela Gregori Consulta Psicologia  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • C

    Fazer terapia com a Eli foi imprescindível durante a minha gestação, me ajudou muito, agora retomei com ela para tratar outro pontos, e como sempre ela me passa uma paz e uma força incrível! Super indico o trabalho dela, pois não consigo mais ficar sem as terapias.

     • outro lugar Outro  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • G

    Gostei muito da primeira sessão. A Elisangela é uma pessoa acolhedora, que ouviu com atenção tudo o que eu trouxe. Isso fez eu me sentir confortável
    em trazer as questões e seguir com o tratamento.

     • Elisangela Gregori Teleconsulta  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • A

    Excelente ouvinte e uma ótima profissional. Deixou tudo esclarecido e tranquilizou o atendimento.

     • Elisangela Gregori Atendimento psicológico online  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • V

    gostei da consulta, me senti confortável para falar sobre oq sinto. Uma ótima ouvinte

     • Elisangela Gregori Consulta Psicologia  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • F

    Tive a primeira sessão e amei! A forma de colocar as coisas, nos deixa muito a vontade!

     • Elisangela Gregori Consulta Psicologia  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • M

    Começamos um trabalho excelente, Eli já se mostrou muito solicita em me ajudar a organizar meus pensamentos, é muito atenciosa, e será minha grande parceira daqui pra frente com certeza. Gratidão

     • Elisangela Gregori Teleconsulta  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • L

    Doutora muito atenciosa, explicação bem detalhada do plano dela

     • Elisangela Gregori Consulta Psicologia  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


  • M

    Extremamente atenciosa, explicativa e carismática.

     • outro lugar Outro  • 

    Dra. Elisangela Gregori

    Muito obrigada pelas considerações. Agradeço por permitir fazer parte da sua história. Abraços


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Dúvidas respondidas

163 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Transtorno da ansiedade

Eu penso o tempo todo que. Aí entrar alguém e vai me matar, penso que vai entrar alguém pra me roubar penso que vão pegar a minha filha e fazer maldades, já nem assisto notícias e nem gosto de ouvir nada eu hj pude perceber isso que eu fico com medo de acontecer isso eu já estou providenciando a consulta ao caps! Foi bom encontrar esses tantos de relatos idêntico ao meu

Sinto muito que você esteja passando por isso, mas quero te dizer que dar esse passo em direção ao CAPS é a melhor decisão que você poderia tomar. O que você descreveu — esses pensamentos de tragédia que invadem a mente sem permissão, focados na segurança da sua família e da sua filha — é uma forma de sofrimento muito intensa, mas que tem nome e tratamento.

Muitas pessoas chegam ao CAPS ou ao consultório achando que estão "ficando loucas" ou que são "videntes" de algo ruim, quando, na verdade, estão vivendo um quadro severo de ansiedade ou transtornos relacionados.

Aqui está o que pode estar acontecendo com você, para te ajudar a chegar na consulta com mais clareza:

1. Pensamentos Intrusivos e Hipervigilância
Essas imagens de alguém entrando em casa ou de maldades com sua filha são chamadas de pensamentos intrusivos.

Eles são como "vírus" que entram no sistema e sequestram sua atenção.

O fato de você evitar notícias é um mecanismo de defesa chamado evitação, porque seu cérebro já está tão sobrecarregado que qualquer informação negativa parece uma confirmação de que o perigo é real e imediato.

2. O Instinto de Proteção "Desregulado"
Como mãe, seu cérebro é programado para proteger sua filha. No entanto, na ansiedade patológica, o centro de medo do cérebro (a amígdala) fica "ligado" no volume máximo o tempo todo.

Você deixa de viver o presente para viver em um futuro catastrófico.

Isso gera um esgotamento físico imenso, porque seu corpo está em modo de "luta ou fuga" 24 horas por dia, mesmo quando você está trancada em casa.

3. O que esperar da consulta no CAPS?
O CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) é um lugar de acolhimento. Lá, você passará por uma triagem. Algumas dicas para esse dia:

Não esconda a gravidade: Às vezes, por medo de julgamento, as mães não contam o tamanho do medo de que algo aconteça com os filhos. Pode falar tudo; eles estão acostumados a ouvir isso e sabem que ter o pensamento não significa que você quer que aquilo aconteça ou que você é descuidada.

Fale dos sintomas físicos: Se você tem falta de ar, taquicardia, insônia ou dores no corpo, conte também.

A rede de apoio: O CAPS oferece não só médicos (psiquiatras), mas também psicólogos e assistentes sociais que podem te ajudar a criar estratégias para se sentir segura novamente.

Um alívio imediato para hoje
Enquanto a consulta não chega, tente se lembrar desta frase: "Um pensamento é apenas um pensamento, não é um fato e nem uma previsão do futuro."

Sempre que a imagem ruim vier, respire fundo e diga para si mesma: "Meu cérebro está tentando me proteger, mas ele está exagerando. Eu estou segura agora."

Dra. Elisangela Gregori

Pergunta sobre Transtorno de ansiedade social

Por onde é possível começar a perder o medo com mulheres após anos de depressão grave e isolamento (ansiedade social)?

Contexto: Minha depressão começou no Ensino Médio. Terminei, fiquei quatro anos definhando, e então foi dado início ao tratamento (oito anos ao todo). Veio a pandemia, mais de um ano de lockdown, e então passei a ter uma grande melhora. Minha depressão entrou em remissão tem um ano, minha ansiedade social está controlada em boa parte. Faço acompanhamento com psiquiatra e psicóloga.
Estou recomeçando a minha vida do zero após anos e anos de isolamento. Já aprendi dois idiomas, comecei a sair mais e sozinho, voltei a ter minha autonomia, cuidado comigo, faço academia, yoga, me matei de estudar pra entrar num curso muito concorrido na federal, voltei a sair com meus amigos e até fiz novas amizades e é isso. Acontece que quanto mais eu vou melhorando, maior a minha solidão vai ficando. O meu anseio por contato humano, desejo e a libido acabam ficando muito altos. Eu não quero pagar por profissional (não sou virgem), pois eu necessito de conexão. Sou introvertido.

Agora para a questão da pergunta: Eu estou voltando a desenvolver minhas habilidades sociais. Consigo falar com mulheres normalmente quando não envolve atração física/sexual. Como esse desejo somado a solidão tem aumentado muito, abordei minha psicóloga para ver se há maneira de eu começar a me expor de forma gradual ou de contornar isso. Não tive êxito. Meu tratamento é pelo SUS. Então comecei a puxar assunto pelo instagram e whatsapp para ir me expondo. Só que esses dias tive uma crise de pânico após estar rodeado de mulheres na mesa em um pub. Consegui contornar a crise, mas percebi que eu ainda não consigo flertar pessoalmente ou ter um date ou qualquer coisa do tipo e eu quero muito melhorar isso, pois minha mente e meu corpo estão clamando por isso, mas a minha ansiedade social nesse quesito está me bloqueando.

Não sei qual profissional procurar ou então qual outra forma de abordar esse assunto com a minha psicóloga para que eu possa ter o acompanhamento dela, de uma profissional da saúde. Só sei que isso está acabando comigo. É algo muito novo pra mim, pois passei boa parte da minha vida sem desejo algum.

Primeiramente, parabéns pela sua trajetória. O que você descreveu — sair de oito anos de depressão grave, aprender idiomas, entrar em um curso concorrido na federal e recuperar sua autonomia — é nada menos que heróico. Você já provou que tem uma resiliência absurda.

O que você está vivendo agora é o que chamamos de "hiato de desenvolvimento social". Como você ficou isolado durante os anos em que a maioria das pessoas "aprende" a flertar pelo erro e tentativa (adolescência e início da fase adulta), é natural que seu sistema nervoso interprete essa situação específica como uma ameaça de alto nível, gerando a crise de pânico que você teve no pub.

Aqui estão caminhos práticos para abordar isso sob a ótica da saúde mental e da exposição gradual:

1. Como abordar sua psicóloga novamente (Linguagem Técnica)
Às vezes, no SUS, devido à alta demanda, o foco fica muito na "estabilização de sintomas". Para que sua psicóloga entenda a urgência, você pode usar termos que conectem isso ao seu tratamento:

Diga explicitamente: "Minha depressão está em remissão, mas a solidão e o bloqueio na interação afetivo-sexual estão se tornando fatores de risco para uma recaída. Eu gostaria de trabalhar com Treino de Habilidades Sociais (THS) focado em assertividade e exposição gradual para situações de flerte."

Peça por "Exposição In Vivo": Peça ajuda para montar uma hierarquia de medos. O erro comum é tentar ir de "zero" para um "date" ou "mesa cheia de mulheres". O cérebro entra em pânico.

2. A Hierarquia da Exposição Gradual
Você já consegue falar com mulheres quando não há interesse. O pânico surge quando o desejo entra na equação, porque o medo da rejeição ou do julgamento se torna "existencial". Tente estes passos intermediários:

Observação Passiva: Vá a lugares onde o flerte acontece, mas com o compromisso consigo mesmo de que não vai abordar ninguém. Apenas fique no ambiente (como você fez no pub) até a ansiedade baixar. Isso se chama habituação.

Interações "Baixo Risco": Puxe assuntos triviais com mulheres que você acha atraentes em contextos onde não é possível um date (ex: perguntar onde fica tal livro na biblioteca, pedir uma informação na faculdade). O objetivo aqui não é o flerte, mas dessensibilizar a presença da beleza/atração.

Habilidades de Escuta: O introvertido tem uma vantagem: ele costuma ouvir bem. No flerte, você não precisa ser o "engraçado" ou o "sedutor". Focar em fazer perguntas abertas sobre a outra pessoa tira o foco do seu próprio desempenho (que é o que gera a ansiedade).

3. Profissionais Complementares
Se a terapia no SUS estiver muito limitada, você pode procurar:

Grupos de Habilidades Sociais: Existem grupos terapêuticos (muitas vezes em clínicas-escola de universidades, inclusive na sua Federal) focados especificamente em quem tem ansiedade social.

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Se tiver condições de buscar algo por fora em algum momento, a TCC é a abordagem com mais evidências para o seu caso específico de fobia social/desempenho.

4. Entenda a Crise no Pub
A crise de pânico aconteceu porque seu desejo é muito alto, mas sua percepção de capacidade social ainda é baixa. Essa "lacuna" gera uma pressão interna enorme. Quando você estava cercado por mulheres, seu cérebro leu a situação como: "Eu preciso agir agora, mas eu não sei como, e se eu falhar será terrível".

Lembre-se: Você não está começando do zero agora; você está começando com a experiência de quem já venceu uma depressão grave.

Dra. Elisangela Gregori
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