O que dizem meus pacientes? Confira as opniões sobre o meu trabalho.
Ler mais09/10/2025
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Número de registro: CRP 09/15998 Certificado Apresentado
71 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Atendo adultos com desregulação emocional (DE), pessoas que apresentam picos de emoção intensos que duram mais do que gostariam e que demoram mais tempo para voltar ao "normal". Quem vive com esta condição costuma experimentar intenso sofrimento — relações instáveis, dificuldade em manter rotina ou trabalho, sentimento de vazio, atos impulsivos, dificuldade de lidar com a raiva e sensação constante de estar sempre à beira de uma crise.
Me chamo Emir Baiocchi Neto, psicólogo e terapeuta capacitado em Terapia Comportamental Dialética (DBT), com treinamento intensivo pelo BehavioralTech/USA — instituição fundada por Marsha Linehan, criadora da abordagem — ministrado no Brasil pela DBTBrasil. Tenho também pós-graduação em Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e Psicoterapia Analítico Funcional (FAP) pelo Centro Brasileiro de Ciências Comportamentais Contextuais (CECONTE). Integro a comunidade LGBT+ e trago essa experiência pessoal para o trabalho clínico com homens gays, estudando a homofobia enquanto contexto que intensifica quadros de desregulação emocional.
Ofereço tratamento para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) — incluindo casos com autolesão e ideação suicida — e para o Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C). Também atendo TDAH em adultos e ofereço apoio complementar ao tratamento psiquiátrico de pessoas com transtorno bipolar, com foco em regulação emocional e prevenção de crises.
Lembre-se: não é preciso ter um diagnóstico fechado para tratar respostas emocionais intensas que trazem sérios prejuízos.
Como o tratamento se organiza:
Pré-tratamento. Antes de começar, fazemos uma avaliação para entender se a DBT é o tratamento certo para o seu caso e em qual estágio devemos iniciar o trabalho. Nesta etapa também explico como funcionam o treinamento de habilidades e o coaching telefônico. A partir desses primeiros passos, construímos juntos um comprometimento com o plano de tratamento — um passo que precede o início do trabalho propriamente dito.
Tratamento:
Estágio 1 — Estabelecendo o controle comportamental. Com foco em tolerância ao mal-estar, o objetivo consiste em desenvolver habilidades para o paciente atravessar crises sem fazer algo que gere um novo problema em cima do que já existe.
Estágio 2 — Sentir sem sofrer demais. Com o comportamento sob controle, o trabalho passa a ser regular as emoções — aprender a se sentir melhor diante de situações dolorosas, não apenas sobreviver a elas.
Estágio 3 — Metas de vida e autorrespeito. Aqui entram as dificuldades mais comuns depois que a crise cede: não conseguir estabelecer ou alcançar metas, dificuldade em resolver problemas, autoestima baixa, insatisfação com a qualidade de vida, mal-estar em relacionamentos ou no trabalho, e uma desregulação emocional que já é mais leve. O foco se abre para efetividade interpessoal, mindfulness e regulação emocional.
Estágio 4 — Ampliando a experiência de completude. A etapa final busca construir um senso de liberdade, significado e alegria que se sustente com o tempo.
Encerramento. A alta faz parte do plano de tratamento desde o início, combinada com antecedência em vez de decidida de repente. Conforme as habilidades se tornam mais automáticas e a vida ganha estabilidade, espaçamos as sessões gradualmente, verificando se o que foi construído se sustenta sem o suporte semanal — até que você passe a depender das suas próprias habilidades.
Como funciona o tratamento durante a semana
- Terapia individual (1x/semana) — onde construímos a motivação para mudança e estruturamos seu ambiente, ajudando você a interagir de forma mais efetiva com as pessoas do seu convívio.
- Treinamento de habilidades, individual ou em grupo (1x/semana) — onde você aprende as habilidades de atenção plena, tolerância ao mal-estar, regulação emocional e efetividade interpessoal.
- Coaching telefônico (entre as sessões) — onde você é orientado a usar a habilidade certa no momento da crise.
- Equipe de consultoria (1x/semana, entre terapeutas) — onde eu sou supervisionado e apoiado por outros terapeutas DBT.
Ferramentas de acompanhamento
- Cartão diário — você registra emoções, impulsos e uso de habilidades ao longo da semana. São esses dados que orientam o que trabalhamos.
- Análise em cadeia do comportamento-alvo — quando um comportamento problema ocorre, reconstruímos juntos a sequência inteira que levou até ele, para identificar os pontos em que uma escolha diferente teria sido possível, mudando a rota de comportamentos que levariam a um desfecho desfavorável.
Pagamento online aceito
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71 opiniões
Mais mencionado pelos pacientes
Otimo, atencioso e acolhedor, gostei muito do atendimento.
Dr. Emir Baiocchi Neto
Muito obrigado pelo retorno, fico satisfeito que tenha gostado!
1º consulta hoje e adorei. Parece que desde já, me entendeu.
Dr. Emir Baiocchi Neto
Muito obrigado pelo retorno. Fico contente com seu comentário, me ajuda a confirmar que estou no caminho certo.
Foi muito bom conversar gostei da consulta foi muito legal
Dr. Emir Baiocchi Neto
Muito obrigado pelo feedback, fico satisfeito que tenha gostado.
Emir é um querido , atencioso e sabe se conectar . Uma terapia funcional e humanizada a lidar com as dificuldades que permeiam nós borders.
Dr. Emir Baiocchi Neto
Muito obrigado pelo retorno. Fico contente com seu comentário, me ajuda a confirmar que estou no caminho certo.
Emir é um dos melhores terapeutas que consultei!!!
Dr. Emir Baiocchi Neto
Querido, muito obrigado pelo retorno. Agradeço por ter feito parte do seu processo.
Domínio do assunto e pontualidade no atendimento.
Dr. Emir Baiocchi Neto
César, muito obrigado pelo feedback!
Excelente profissional.
Sempre pontual e atencioso nas consultas.
Dr. Emir Baiocchi Neto
Muito obrigado pelo retorno Cayque!
Pontual, claro, simpático e inteligente! Gostei muito da consulta
Dr. Emir Baiocchi Neto
Fernanda, me sinto honrado em poder te oferecer um espaço onde você se sentisse segura e à vontade para falar de suas questões de modo tão profundo e sincero. Agradeço pela confiança no meu trabalho. Muito obrigado pela sua opinião!
Profissional extremamente atencioso, empático e ético. Me senti acolhido desde a primeira sessão. Suas escutas e orientações têm feito uma grande diferença no meu processo de autoconhecimento e desenvolvimento emocional.
Dr. Emir Baiocchi Neto
Pietra, fico contente ao ler seu depoimento! Palavras como as suas reafirmam que estou no caminho certo. Saber que pude contribuir em sua jornada me inspira a continuar evoluindo. É uma honra fazer parte da sua jornada de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Obrigado por confiar em mim!
Estou muito satisfeito com a terapia que estou realizando com Emir Baiocchi.
Três peculiaridades me chamam a atenção em sua intervenção:
_ abordagem científica e fundamentada que ele utiliza em suas colocações, o que me dá segurança e confiança no processo terapêutico;
_ forma incrível como ele me acolhe e compreende, criando um ambiente seguro e humanizado para explorar minhas questões emocionais e afetivas;
_ por fim e não menos importante, como pessoa LGBTQIA+, sinto que ele melhor compreende minhas necessidades e perspectivas, de forma empática e respeitosa, o que facilita muito o processo terapêutico.
Recomendo fortemente seus serviços!
Dr. Emir Baiocchi Neto
Querido, fico muitíssimo grato pela sua opinião. É por meio do feedback de pacientes que percebo onde estou acertando e onde posso melhorar, garantindo um trabalho que atenda às suas necessidades e que esteja alinhado com meu propósito. Muito obrigado.
67 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
De que forma o medo crônico de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia o
De que forma o medo crônico de rejeição no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influencia o funcionamento emocional e interpessoal, levando ao desenvolvimento de estratégias defensivas de evitação de vínculos e à construção de uma aparente independência (falsa autonomia)?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo crônico de rejeição no TPB funciona como um mecanismo de hipervigilância emocional que distorce a percepção relacional. A pessoa monitora constantemente sinais de desaprovação, rejeição ou abandono — muitas vezes interpretando neutralidade como rejeição e pequenas frustrações como ameaças existenciais. Esse estado de alerta permanente gera uma ansiedade relacional tão intensa que a evitação de vínculos emerge como estratégia defensiva paradoxal: "se eu não me vincular, não posso ser rejeitado". Simultaneamente, desenvolve-se uma falsa autonomia — uma pseudoindependência onde a pessoa se apresenta como completamente autossuficiente, negando qualquer necessidade relacional. Essa defesa é particularmente insidiosa porque oferece alívio imediato da ansiedade, mas perpetua o isolamento e reforça a crença subjacente de que é indigna de conexão.
“De que maneira o medo crônico de rejeição/abandono no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
“De que maneira o medo crônico de rejeição/abandono no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) contribui para o desenvolvimento de padrões defensivos de pseudoautossuficiência ou ‘autonomia aparente’, em detrimento da capacidade de vinculação interpessoal?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo crônico de rejeição e abandono no TPB cria um paradoxo defensivo: a pessoa desenvolve uma "autonomia aparente" ou pseudoautossuficiência como proteção contra a vulnerabilidade relacional. Inconscientemente, a lógica é "se eu não precisar de ninguém, ninguém pode me abandonar". Esse padrão defensivo é particularmente insidioso porque parece funcionar — reduz a ansiedade de separação no curto prazo — mas na verdade perpetua o isolamento e impede a formação de vínculos seguros. A pessoa alterna entre momentos de dependência intensa (quando o medo de abandono é ativado) e períodos de desconexão defensiva, nunca conseguindo estabelecer um equilíbrio relacional saudável.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.