Dra. Fabiana Nogueira

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Jundiaí 1 endereço

Número de registro: CRP - 06/184721

1 opinião

Experiência

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia


  • Primeira consulta psicologia


  • Acompanhamento Terapêutico (AT)


  • Aconselhamento Psicológico


  • Anamnese psicológica


Consultório

Fabiana Nogueira
Psicóloga Fabiana Nogueira

Rua Abílio Figueiredo 123 sala 223, Anhangabaú, Jundiaí 13208-140

Ampliar o mapa abre num novo separador

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

1 opinião

Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • D

    Davi

    Profissional sensacional, humana e tratamento que realmente trás resultados. Gratidão é o que tenho pela Dra.Fabiana Nogueira. Graças a senhora estou vivo!!!!

     • Psicóloga Fabiana Nogueira Consulta psicológica do adulto  • 

Ocorreu um erro, tente outra vez

Dúvidas respondidas

7 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estam

Estou passando por uma fase de muita dúvida em relação aos meus sentimentos pelo meu namorado. Estamos juntos há quase 3 anos e, ultimamente, sinto que não tenho mais aquela animação ou aquela sensação gostosa que sentia antes. Isso tem me deixado muito ansiosa, porque eu não quero machucá-lo e também não quero terminar. Ao mesmo tempo, não me sinto desconfortável ou presa ao lado dele. Quando conversamos, muitas vezes é bom e consigo ficar conversando até tarde. Eu reconheço que ele é uma pessoa que me ama, cuida de mim, se preocupa comigo e demonstra isso muito pelas atitudes.

Tenho me perguntado se ainda o amo ou se estou confundindo amor com carência, rotina ou ansiedade. Quero entender meus sentimentos e, se for possível, quero recuperar o carinho e a conexão que sinto que perdi. Não quero fingir nem obrigar meus sentimentos, só queria entender o que está acontecendo comigo e saber se é possível voltar a sentir amor e entusiasmo pela pessoa que amo.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Fabiana Nogueira

O que você está sentindo não significa, necessariamente, que deixou de amar.

Em relacionamentos mais longos, é natural que a intensidade e a euforia do início diminuam e deem espaço para um vínculo mais tranquilo e seguro. Pela TCC, podemos olhar para os pensamentos que surgem diante dessa dúvida, como “se não sinto a mesma animação, então não amo mais”, e entender como eles podem estar aumentando sua ansiedade.

Você também trouxe aspectos importantes: gosta da companhia dele, das conversas, reconhece o cuidado e não se sente presa ou desconfortável na relação. Tudo isso merece ser compreendido com calma, sem se obrigar a sentir algo e sem tomar decisões precipitadas.

Na psicoterapia, podemos explorar seus sentimentos, pensamentos e necessidades para entender o que está acontecendo e, se fizer sentido para você, trabalhar na reconstrução da conexão e do carinho no relacionamento.

Se quiser, podemos conversar sobre isso em uma consulta. Será um prazer te acolher nesse processo.

Gostaria de agendar uma consulta?


Olá! Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualm

Olá!
Eu sou timida e sinto uma certa ansiedade social eu não sei se chega a ser o transtorno. Atualmente eu sou operadora de caixa e quando comecei foi bem difícil estava me sentindo muito ansiosa e travada foi muito difícil mesmo, eu cresci sendo muito timida eu quase não enteragia com as pessoas na escola sofria bullying o que me fez me fechar cada vez mais. Hoje depois de 6 meses nesse trabalho eu sei que estou bem melhor mesmo nas interações a ansiedade diminuiu, mas ainda sinto uma cobrança muito grande quando falam que sou séria, quieta e que não falo. Eu acredito que tenho falado o que quero falar, mas esses comentários me fazem duvidar da minha evolução. O que posso fazer para lidar com esses comentários? Eu sentir isso significa que não estou me curando? Me curando da ansiedade social eu vou parar de ouvir esses comentários e de ser quieta ou apenas aprender a conviver com eles?
Eu também tenho a sensação de não pertencimento
O que de fato é está se curando?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Fabiana Nogueira

Olá! Primeiro, quero te dizer que aquilo que você contou mostra uma evolução muito importante. Você começou em um trabalho novo enfrentando bastante ansiedade, sentindo-se travada e, depois de seis meses, percebe que consegue interagir melhor e que essa ansiedade diminuiu. Isso é um sinal de que você já vem desenvolvendo recursos para lidar com situações que antes eram muito difíceis.

Também é importante diferenciar timidez, traços de personalidade e ansiedade social. Ser uma pessoa mais quieta ou séria não significa, por si só, ter um transtorno ou estar “doente”. O objetivo da terapia não seria transformar você em uma pessoa extrovertida, mas ajudá-la a conseguir se posicionar, interagir e participar das situações que são importantes para você sem ser tão dominada pelo medo ou pela ansiedade.

Os comentários das pessoas podem ativar pensamentos como: “Será que eu não estou evoluindo?”, “Será que tem algo errado comigo?” ou “Preciso falar mais para ser aceita?”. Na TCC, podemos trabalhar justamente essa relação entre situação, pensamento, emoção e comportamento, para que a opinião dos outros não determine a forma como você enxerga a si mesma.

E não, sentir ansiedade ou ficar incomodada com esses comentários não significa que você voltou para trás ou que não está melhorando. Evolução não é nunca mais sentir ansiedade. É conseguir fazer aquilo que é importante para você mesmo quando ela aparece, além de aprender a lidar melhor com esses pensamentos.

Talvez “se curar” não seja deixar de ser quieta ou fazer com que ninguém mais diga que você é séria. Pode ser chegar ao ponto de pensar: “Eu sou mais reservada, e tudo bem. Posso falar quando tenho vontade e também posso aprender a me posicionar quando preciso. A opinião do outro não define quem eu sou.”

E essa sensação de não pertencimento também pode ser trabalhada, especialmente considerando suas experiências anteriores de bullying e de isolamento. Podemos compreender de onde ela vem e construir, aos poucos, uma relação mais segura com você mesma e com as outras pessoas.

Se você quiser, podemos trabalhar tudo isso em psicoterapia e entender melhor o que está por trás dessa ansiedade e dessa sensação de não pertencimento. Gostaria de marcar uma consulta para conversarmos melhor sobre isso?


Ver todas as respostas

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes