Dr. Felipe Augusto

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Experiência

Olá! Sou psicólogo clínico focado na TCC. Ajudo adultos a superarem o burnout e o estresse profissional, e ofereço orientação parental para famílias atípicas. Se busca um espaço seguro e ferramentas práticas para retomar o controle da sua rotina e qualidade de vida, vamos conversar!

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Analista do comportamento
  • Avaliação psicológica

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Primeira consulta psicologia


  • Psicoterapia

    R$ 60 - R$ 80

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Por que a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sente necessidade de "falsificar" sinais s

Por que a pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) sente necessidade de "falsificar" sinais sociais?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Felipe Augusto

Essa 'falsificação' é na verdade, uma ferramenta de sobrevivência chamada camuflagem social (ou masking).

A pessoa com autismo sente a necessidade de fazer isso para tentar se encaixar e evitar ser julgada ou excluída em situações do dia a dia. É como se ela estivesse 'atuando' o tempo todo para parecer neurotípica e garantir que será aceita nos círculos sociais ou no trabalho.

O grande problema é que manter essa 'máscara' gasta uma energia mental absurda. No final do dia, o cansaço é tão grande que pode levar ao esgotamento total (burnout), porque viver tentando ser quem você não é, só para agradar os outros, custa muito caro para a saúde mental.


Qual a importância do contexto cultural na avaliação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

Qual a importância do contexto cultural na avaliação do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dr. Felipe Augusto

O contexto cultural é o que define as 'regras invisíveis' do que é considerado normal ou estranho em uma conversa. Como o diagnóstico de autismo avalia justamente a comunicação e a interação, o profissional precisa saber se aquele comportamento é um sintoma ou apenas um costume da criação daquela pessoa.

Por exemplo: em algumas culturas, não olhar nos olhos é sinal de profundo respeito, e não uma dificuldade de conexão. Se a gente ignora a cultura, corre o risco de dar um diagnóstico errado para quem só está seguindo as regras do seu grupo, ou de deixar passar o autismo em quem aprendeu a se 'camuflar' muito bem dentro daquelas normas sociais.

Levar a cultura em conta é o que garante que a avaliação seja justa e humana, enxergando a pessoa de verdade e não apenas preenchendo um check-list de manual


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