Dra. Fernanda Alves Gonçalves Soares

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP DF 01/22664

Experiência

Psicóloga Clínica e Institucional | CRP 01/22664

Trabalho com pessoas que estão vivendo relações difíceis - Aquelas que machucam, confundem e fazem você duvidar de si mesma.

Atendo individualmente e casais, com um olhar que integra Psicologia Humanista, Psicanálise e técnicas da TCC, voltado para a compreensão profunda das relações e suas complexidades. Especialmente mulheres que saíram — ou ainda estão — em relações abusivas, muitas vezes marcadas por traços narcisistas e dependência emocional, inclusive em contextos de violência doméstica.

Meu trabalho é conduzir esse processo com profundidade, ajudando você a elaborar feridas emocionais, reduzir a ansiedade nas relações e reconstruir, com lucidez, a possibilidade de vínculos saudáveis, respeitosos e consistentes — inclusive dentro do relacionamento atual, quando isso ainda faz sentido.

Porque às vezes, o que você precisa não é tentar mais, é entender melhor.

Atendimentos online para todo o Brasil e Exterior.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia de casal
Terapia individual

Experiência em:

  • Transtornos de ansiedade
  • Dependência afetiva

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  • Avaliação psicológica


  • Consulta de psicologia online


  • Consulta psicológica do adulto


  • Consulta psicológica do idoso


  • Psicoterapia


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Psicóloga Fernanda Soares

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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Saude Mental

. Como a inteligência emocional pode me ajudar a lidar com situações de conflito?

Lido com pessoas e atendo muitas demandas de casal e, quase sempre não é a situação em si que vira conflito, mas é o jeito que a emoção toma conta no meio da conversa. Imagina um casal viajando de carro e começa discutir e um diz: “você nunca me escuta”. O outro já rebate: “e você só sabe reclamar de tudo”. O cenário conflituoso está pronto e a conversa já perdeu a direção.
Não foi só o que foi dito. Foi sobre a emoção que dirigiu a conversa sem freio algum. É nesse ponto que a inteligência emocional entra como se você puxasse o freio por um segundo, é quando você percebe que aquilo te irritou mais do que deveria. E algo que parece irrelevante, muda a direção da conversa.
Já tive pacientes que aprenderam fazer essa pausa quando perceberam que a conversa estava com ruídos e mal-entendidos, com isso, evitaram uma briga enorme. Abrir mão do ego, não devolver na mesma moeda e buscar entender melhor o que o outro quer dizer faz toda diferença. A conversa não vira ataque.
Metaforicamente, a emoção é tipo uma onda. Se você reage no pico, ela te arrasta. Se você espera alguns segundos, ela baixa. A inteligência emocional ajuda substancialmente na autorregulação que contribui parra o indivíduo não agir no auge da onda.
Quem desenvolve inteligência emocional aprende a escutar sem interromper, usar e empatia para entender o que está por trás da fala do outro e muda a forma de falar também. Traz para si a responsabilidade do que sente e aprende a se comunicar sem acusação. Trocar o “você sempre faz isso”, por “quando isso acontece, eu me sinto assim”, faz o outro baixar a guarda e sair da defensiva, mudando todo o resultado.
A inteligência emocional é sobre autorregulação, empatia, escuta ativa e assertividade e, muito embora não impeça o conflito, refreia e evita que vire um incêndio. Não é sobre parar de se posicionar, não é sobre parar de colocar limites, é sobre falar o que precisa, com clareza, sem atacar e sem anular o outro.

Ter inteligência emocional não é garantia de que o conflito vá desaparecer. Mas, na prática, o jeito como você fala pesa mais do que o que você fala. A forma de se comunicar pode organizar uma conversa ou virar faísca pra um incêndio.

Dra. Fernanda Alves Gonçalves Soares

Pergunta sobre Linfoma

Quais são os tipos de profissionais que podem oferecer apoio psicológico para pacientes com linfoma?

Para quem tem linfoma é imprescindível uma boa rede de apoio desde o diagnóstico até depois do tratamento, e não apenas do profissional de psicologia, mas de uma equipe multidisciplinar. O psicólogo clínico ajuda a pessoa a organizar as emoções e se adaptar à nova fase, enquanto o psico-oncologista ajuda a lidar com medo, ansiedade e tudo que vem com a doença.
Se o paciente não responde bem as intervenções e sentir extrema dificuldade para lidar com sua nova realidade, entra o psiquiatra, que pode indicar medicação para ansiedade, depressão, insônia e outras
Além disso, tem o assistente social, que dá suporte prático com necessidades financeiras e até locomoção. Os enfermeiros também acolhem e ajudam dando suporte emocional durante o tratamento.
O paciente também pode contar com grupos de apoio e instituições, como a Abrale, que oferecem acolhimento e suporte gratuito humanizado.
Pisicóloga Fernanda Soares - CRP - 01/22664

Dra. Fernanda Alves Gonçalves Soares

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Perguntas frequentes